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Eventual “líder” entre os potenciais quarterbacks da Classe de 2018 do Draft da NFL, Sam Darnold pode sequer estar presente nela. O quarteback de USC é reputado como o melhor dessa futura classe – a qual, no todo, parece ser mais talentosa do que as duas últimas. De toda forma, os traços de personalidade de Darnold podem fazer com que ele fique mais um ano no college.

Sam esteve presente, nesta semana, no Elite 11 – camp que reúne diversos quarterbacks do ensino médio. O próprio Darnold já foi um deles e agora esteve presente como uma espécie de tutor e foi muito bem quando a imprensa pode dar uma espiada em seus lançamentos. Ao ser perguntado sobre Darnold, membros da comissão técnica de USC (todos) mencionaram a humildade do signall caller e sua vontade de aprender cada vez mais. Segundo esses, ele sempre está fazendo perguntas e nunca age como se tivesse todas as respostas. Ainda, Daniel Jeremiah – um dos principais jornalistas que cobrem o Draft e que primeiro reportou sobre o assunto – recebeu declarações um tanto inusitadas sobre a permanência de Darnold por mais um ano no nível universitário.

Segundo Jeremiah, algumas fontes próximas a Sam disseram-lhe que não ficariam surpresos se Darnold jogasse mais duas temporadas em USC. Ou seja: 2017 e ainda 2018, quando já estaria elegível para o Draft. Como sempre lembramos, o critério de elegibilidade para o Draft é estar formado (mesmo que hipoteticamente) há três anos no Ensino Médio. Darnold já estaria após a temporada 2017, mas pode optar por ficar. É um contraste grande com o último quarterback badalado de USC para uma eventual primeira rodada: Mark Sanchez preferiu ir para a NFL em vez de jogar seu último ano de elegibilidade nos Trojans.

Ao meu ver, Darnold estaria fazendo a coisa certa. Tal como Peyton Manning em 1997-1998, ele estaria evitando os Jets. Nada contra o time – eu até estou jogando com eles no Madden 09. A questão é que a franquia é um poço de instabilidade neste momento. Ademais, Sam ganharia um ano extra de preparo para ser jogado aos leões numa era na qual os quarterbacks estão chegando cada vez mais crus na NFL.

Aguardamos as cenas dos próximos capítulos – e não deixe de acompanhar o ano de Darnold. Ser o “líder” da vindoura classe não quer dizer nada. Christian Hackenberg um dia foi considerado o melhor quarterback da classe antes do derradeiro ano por Penn State começar e estragar seu valor no Draft (ou nos revelar algo, se é que me entendem).

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“RODAPE"