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Existem diversas maneiras de se fazer um Draft Simulado e nenhuma delas está errada.

Você pode fazer um Draft Simulado escolhendo jogadores que você acha que seriam as escolhas ideais pra cada time, pode fazer um tentando sanar necessidades, ou pode tentar adivinhar o que acontecerá ao longo do. De qualquer jeito, é um exercício de imaginação bastante divertido e, de certa forma, educativo: muitas pessoas acabam conhecendo os prospectos e sendo apresentados às necessidades de cada equipe por meio destes.

Com menos de um mês para a seleção anual de 2018, o modo deste Simulado será baseado no que eu, Henrique, acredito que seja a melhor escolha para todos os times dados os jogadores disponíveis, assim como as opiniões expressas sobre um jogador ou outro – salvo quando outra fonte for citada. Ou seja: não há nenhum compromisso com a realidade. Não é uma previsão do que vai acontecer – o Curti deve fazer esse tipo de Mock. Aqui, o objetivo é brincar de general manager das 29 franquias que têm escolha na primeira rodada. Duas trocas foram feitas e as compensações estarão explicadas em tais escolhas.

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Se você discordar das escolhas e quiser apresentar seu ponto de vista – educadamente, é claro -, o Twitter ao fim do texto está disponível para lhe ouvir!

  1. Cleveland Browns: Josh Rosen (QB, UCLA)

Não tenho a menor dúvida de que Josh Rosen é o melhor quarterback desse. Três anos titular em UCLA, incrível talento no braço – a capacidade de completar passes em qualquer faixa do campo, a precisão mortal em nível intermediário, as mecânicas limpas, a presença de. Rosen é tão bom que eu preciso de um momento antes de voltar a escrever um parágrafo sobre ele.

Pessoalmente falando, não acho que ele será a escolha aqui – Darnold deve ser. Mais uma vez, reforço: Rosen é, para mim, o melhor passador da classe, daqueles que o time que o conseguir terá pouquíssimo trabalho em desenvolvê-lo num excelente quarterback. Se Cleveland optar por Darnold, é entendível. O lado azul da California, entretanto, é quem possui a melhor solução para os eternos problemas dos Browns na posição.

2. Buffalo Bills: Sam Darnold (QB, USC)

(Trade up com o New York Giants: 12, 21, 53 pela 2)

Darnold se projeta com os melhores traços para a NFL melhor do que qualquer outro quarterback da classe – Allen é quem mais se aproxima: a diferença dentre os dois é que Darnold consegue lançar uma bola para seus recebedores (rs). Dessa forma, os Bills mantém seu plano de buscar o passador do futuro e completam uma grande troca com os Giants para selecioná-lo. O grande problema com o produto de USC é o altíssimo número de turnovers: na temporada de 2017, foram 22, dentre 13 interceptações e 9 fumbles. Além disso, as tomadas de decisão do passador tem de ser refinadas, assim como sua mecânica de passe não é das ideais.

Claro que não existem apenas fatores negativos com relação a Darnold: seu atleticismo é incrível, assim como sua precisão em passes curtos e intermediários. Sua mobilidade lhe permite deixar o pocket e estender jogadas – principalmente para o lado direito; no entanto, dentro do mesmo é onde ele costuma impressionar, com força suficiente para completar passes em qualquer área do campo.

3. New York Jets: Baker Mayfield (QB, Oklahoma)

Com Rosen e Darnold fora do board, eu me recuso a acreditar que os Jets dariam tantas escolhas úteis num elenco cheio de buracos para escolher Josh Allen. Assim sendo, uma escolha sensata seria Baker Mayfield, para mim o terceiro melhor quarterback da classe e um jogador que pode lidar tranquilamente com a mídia nova-iorquina.

Mayfield é mais baixo do que a maioria dos olheiros gosta (6’0”; existe um consenso geral que o mínimo aceitável é 6’2”); no entanto, isso não é um problema para um jogador que consegue encontrar as raias de passe como Baker faz. Ele tem mobilidade para estender jogadas fora do pocket e é um líder nato, atributo essencial para quem atua na posição de quarterback.

4. Cleveland Browns: Minkah Fitzpatrick (DB, Alabama)

Sabe-se que a dificuldade dos Browns para resolverem o problema com seus passadores provém desde sua re-fundação em 1999; todavia, se engana quem pensa que o principal problema da equipe nos últimos dois anos foi no ataque: a ausência de safeties de bom nível foi o principal catalisador de uma das piores defesas da liga.

Tal problema é sanado com a escolha de Minkah Fitzpatrick, o qual atuaria preferencialmente como free – também podendo o. Um dos jogadores mais inteligentes que já passou pelo College Football e um favorito de Nick Saban, Fitzpatrick possui atleticismo para cobrir todo o campo e atuar na última faixa da defesa. O grande problema é sua altura, o que lhe impedirá de demonstrar todo seu talento se atuando como outside cornerback.

5. Denver Broncos: Quenton Nelson (OG, Notre Dame)

O melhor jogador da classe, na minha opinião. Cleveland, Buffalo e New York, entretanto, precisam sanar a necessidade na posição de quarterback – o primeiro também não precisa de guard e passará Nelson novamente na quarta escolha. Quem agradece é o Denver Broncos, que precisa de ajuda urgente no interior da linha e consegue um jogador que se projeta como alguém que já se destacará assim que adentrar os campos profissionais: Nelson consegue abrir caminhos no jogo corrido com facilidade por conta de seu porte físico, assim como é excelente bloqueando para o passe.

6. Indianapolis Colts: Bradley Chubb (EDGE, NC State)

Num Draft Simulado racional feito antes da troca com os Jets, Chubb seria a escolha dos Colts na terceira pick. A tendência é que, mesmo descendo no recrutamento, essa continue sendo a pick de Indianapolis, que sanará a maior necessidade do time com um excelente jogador ao passo que adquire três escolhas de segunda rodada no processo.

Chubb é melhor utilizado como defensive end num 4-3, que é o novo sistema defensivo dos Colts a partir da próxima temporada. Ele tem 6’4” e pesa 270 lbs, mas se move como alguém muito mais leve do que isso. Indianapolis tem um futuro promissor na defesa se escolher Chubb.

7. Tampa Bay Buccaneers: Saquon Barkley (RB, Penn State)

Ele é elusivo, o melhor running back disponível desde Adrian Peterson (mesmo que um pouco perto do nível deste) e, para muitos, o melhor jogador da classe.

Saquon Barkley pode fazer de tudo: retornar, receber passes, destruir defensores em espaço, tudo isso com uma capacidade física fora do comum. O que lhe derruba para a sétima escolha geral é que running backs possuem valor baixíssimo na NFL nos dias de hoje e existe um claro defeito no seu jogo, que é sua visão para encontrar gaps no interior da linha. Os Buccaneers se aproveitam da corrida por quarterbacks no início do e, depois de dispensar Doug Martin, consegue o melhor prospecto-corredor dos últimos dez anos.

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8. Chicago Bears: Roquan Smith (LB, Georgia)

Gosto de pensar em Roquan Smith como um jogador semelhante a Luke Kuechly: um inside/middle linebacker capaz de cobrir de sideline a sideline, além de possuir um Football IQ altíssimo para identificar as jogadas. É bem verdade que ele atuou num 4-3 em Georgia e Chicago utiliza o 3-4 como base, porém ele não deve ter grandes problemas a se adaptar ao novo sistema.

Smith é especial e, com os Bears tendo em linebacker uma de suas maiores necessidades, a organização de Illinois consegue uma excelente adição.

9. San Francisco 49ers: Denzel Ward (CB, Ohio State)

Se pensarmos que Minkah Fitzpatrick atuará majoritariamente como safety em Cleveland, Ward se torna por San Francisco o primeiro cornerback escolhido no. Alguns olheiros consideram confiança o atributo mais importante para um jogador da posição e, embora eu ache apenas uma característica (muito) importante, é inegável que Ward a possui aos montes. Ele é rápido, físico e inteligente; contudo, sua altura – 5’11” – afastará alguns pretendentes do jogador.

10. Oakland Raiders: Derwin James (S, Florida State)

Para o Oakland Raiders, melhorar uma defesa que terminou em 29º segundo a métrica DVOA – que mede a eficiência de uma equipe – é essencial para competir na AFC West. Derwin James é um safety completo: segundo Billy Marshall, do Cat Scratch Reader, sua maior qualidade está em acompanhar tight ends e halfbacks no; pessoalmente falando, o que mais me chama a atenção em James é seu atleticismo, que lhe permite cobrir uma faixa extensa do campo e lhe faz raramente errar um ângulo. Os Raiders precisam demais de um jogador assim.

11. Miami Dolphins: Tremaine Edmunds (LB, Virginia Tech)

Edmunds é outro jogador que possui um atleticismo fora do comum e que pode cobrir de sideline a sideline, embora lhe falte a capacidade de identificar e romper jogadas de Roquan Smith. Com 6’5” e 250 lbs, ele se movimenta muito melhor do que suas medidas lhe fariam pensar. Outro ponto importante é que, ao início de sua temporada de calouro, Edmunds terá apenas 20 anos.

Para os Dolphins, que sofreram com um baixo nível de seus linebackers ao longo de 2017, apostar num jogador que ainda é um projeto pode não ser a escolha mais sexy aqui; os frutos a serem colhidos, entretanto, são muitos.

12. New York Giants: Isaiah Wynn (OG, Georgia)

Os Giants estão num processo de reconstrução de sua linha ofensiva e, depois de assinarem com Nate Solder para proteger o blind side de Eli Manning, Isaiah Wynn é o nome ideal para complementar a melhora no lado esquerdo da linha – não se engane: Patrick Omameh é horrível. Wynn jogou como left em Georgia e isso não deve se repetir na NFL por conta de seu tamanho – 6’2”, 308 lbs, longe do ideal para um tackle.

New York utiliza muito bem uma das escolhas provindas da mega troca com Buffalo e adquire um jogador dominante por anos.

13. Washington: Maurice Hurst (DT, Michigan)

Para Washington, que precisa reforçar a linha defensiva, a adição de Maurice Hurst faria maravilhas – ele é o melhor defensive do. O grande problema diz relação a seu problema no coração que o impediu de testar no Combine – acredita-se que isso não terá maiores consequências em sua carreira.

Hurst é incrivelmente explosivo e possui alta capacidade de chegar no quarterback.

14. Green Bay Packers: Harold Landry (EDGE, Boston College)

Mesmo conseguindo Muhammad Wilkerson na free agency, não há nenhuma garantia de que os problemas de pass rush dos Packers estão solucionados. A escolha de Harold Landry prepara Green Bay para o futuro numa rara oportunidade que a equipe escolhe no top 20 – Justis Mosqueda, do Setting The Edge, utiliza a comparação profissional de Derek Barnett para Landry.

15. Arizona Cardinals: Mike McGlinchey (OT, Notre Dame)

A principal necessidade do time foi sanada na free agency, então os Cardinals podem focar no outro grande problema: a linha ofensiva.

Mike McGlinchey é um pouco lento e tem problemas para lidar com speed rushes, o que não diminui seu valor como o melhor tackle da classe. Com ótimo alcance e excelente técnica, McGlinchey é o primeiro jogador da posição a ter seu nome chamado no dia 26, e a organização do Arizona estará bastante satisfeita com seu novo protetor.

16. Baltimore Ravens: Calvin Ridley (WR, Alabama)

O primeiro recebedor a sair do board complementa a adição de Michael Crabtree na free agency. Ridley é o recebedor com o leque de rotas mais polido da classe, além de possuir uma velocidade capaz de bater em bolas longas. O grande problema com relação ao jogador é sua idade: quando a temporada se iniciar, Ridley já terá 23 anos.

17. Los Angeles Chargers: Vita Vea (DT, Washington)

Suas medidas (6’4”, 340 lbs) chamam a atenção instantaneamente, e sua força no ponto de ataque é unanimidade quando se aponta a melhor qualidade de Vea.

Os Chargers possuem em Bosa e Ingram uma das melhores duplas de EDGEs em toda a NFL, mas o meio da linha pode se aproveitar de uma melhora com essa escolha. Vea não é um pass rusher consistente, embora saiba muito bem a corrida – vide os números de Washington contra a corrida no ano passado

18. Seattle Seahawks: Da’Ron Payne (DT, Alabama)

Sim, sim, eu sei que os Seahawks gastaram três escolhas relativamente altas em jogadores da posição nos últimos dois Drafts. Mesmo assim, Payne seria um upgrade imenso atuando como o 3T em relação a Jones e Reed – não se sabe como

McDowell se adaptará a liga depois de perder a temporada de calouro. Ele tem porte físico ideal para a posição e, diferente da escolha acima, é efetivo defendendo tanto a corrida quanto o passe.

19. Dallas Cowboys: Courtland Sutton (WR, SMU)

Para um time com necessidade tão grande de recebedor como o Dallas Cowboys e com Vita Vea já fora do board, Sutton é a escolha perfeita. Ele tem 6’4” e utiliza todos os centímetros de sua altura para atacar seus defensores, tendo alto aproveitamento em bolas 50/50.

É bem verdade que ele precisa de certo refinamento em suas rotas, mas isso pode muito bem ser trabalhado. O fã dos Cowboys não precisará mais aguentar Terrance Williams.

20. Detroit Lions: Derrius Guice (RB, LSU)

Os Lions possuem vários running backs no elenco e possuem poucos ao mesmo tempo. Se eles não desistiram de Ameer Abdullah ainda, deveriam, e a chegada de LeGarrette Blount só vai diminuir os snaps da antiga escolha de segunda rodada.

Detroit possui outras necessidades, mas não deixa passar um excelente upgrade na posição de corredor: Guice é comparado por muitos a Marshawn Lynch pelo seu estilo de corrida forte e difícil de ser derrubado.

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21. Cincinnati Bengals: Will Hernandez (OG, UTEP)

Eu tenho Nelson, Wynn e Hernandez muito acima da maioria dos outros interior lineman da classe. Para os Bengals, que perderam recentemente Zeitler e Bodine no meio da linha, Hernandez vem para ser uma opção plug-and-play como left. Ele é dominante como bloqueador para a corrida e enfrenta questões por vir de uma universidade de baixíssimo nível. Mesmo assim, permanece uma excelente escolha para os Bengals.

22. New York Giants: Rashaan Evans (LB, Alabama)

Linebackers saindo de Alabama possuem tendência a chegarem à NFL com alguns problemas de lesão; o talento de Evans deve fazer as equipes não se importar com isso. Os Giants estão mudando seu sistema defensivo para um 3-4 e poderiam se utilizar muito bem de um jogador de segundo nível com agilidade lateral desenvolvida, como é o caso do escolhido aqui. Evans chega para ser titular desde o primeiro dia.

23. New England Patriots: Marcus Davenport (DE, UTSA)

Os Patriots ganharam uma nova chance de solucionar os inúmeros problemas na defesa trocando Brandin Cooks para o Los Angeles Rams e eles começam reforçando o pass rush. A produção de Marcus Davenport no College foi satisfatória, mas ele defrontou adversários de nível baixíssimo em UTSA e nesse ponto, ele não é nada mais do que um grande projeto que precisa de ser refinado – especificamente com relação aos fundamentos. O que aumenta bastante sua cotação é seu tamanho: 6’6”, algo anormal para um defensive end.

24. Carolina Panthers: Jaire Alexander (CB, Louisville)

Os Panthers haviam conseguido uma excelente contratação em Bashaud Breeland por meio da free agency; contudo, sua falha no teste físico levou a equipe de volta à estaca zero. Jaire Alexander é daqueles que serão importantes desde o primeiro dia em que pisar em campo.

Ele consegue se recuperar bem nas rotas quando é batido, possui atleticismo e agilidade e força diversos turnovers – mas não é dos melhores dando tackles.

25. Tennessee Titans: Taven Bryan (DT, Florida)

Os Titans precisam de ajuda pelo meio da linha. Digo, muita ajuda. Taven Bryan tem um potencial bastante sólido e pra maioria das pessoas ele é uma escolha de início de segunda rodada- estou um pouco mais alto na avaliação dele do que o geral.

Com 6’4” e 295 lbs, ele possui técnica refinada e exige double teams das equipes em jogadas de corrida – sua capacidade de atacar o quarterback é limitada, entretanto.

26. Atlanta Falcons: Josh Jackson (CB, Iowa)

O recrutamento aqui até não foi favorável para os Falcons, que viram ao longo do draft simulado suas melhores opções (Wynn, Vea, Hurst, Ward) serem selecionadas antes mesmo de atingirmos a escolha 20. Assim, Atlanta se contenta em pegar o melhor jogador disponível na board, já que o elenco possui poucos ou quase nenhum buraco para solucionar com a pick. Jackson é um cornerback com alta aptidão a interceptar passes e pode atuar em press, off ou zone coverage.

27. New Orleans Saints: Ronnie Harrison (S, Alabama)

Para os Saints, um upgrade na posição de strong é essencial: Vonn Bell não tem jogado em bom nível na liga profissional e o time está quase no fim da janela de títulos com Drew Brees no comando.

Harrison pode atuar tanto cobrindo o passe no meio do campo quanto se aproximando do para a corrida. Para um time que teve problemas na posição em 2017, um reforço aqui é crucial.

28. Pittsburgh Steelers: Leighton Vander Esch (LB, Boise State)

Mike Mayock concorda com essa escolha. Os Steelers possuem uma necessidade gritante na posição de middle linebacker depois do ocorrido com Ryan Shazier e Leighton Vander Esch pode ser o Haason Reddick de 2018: um jogador de segundo nível capaz de cobrir as duas sidelines e atuar longe da bola. Ele testou muito bem atleticamente e isso subiu bastante sua cotação no e, para sanar um dos maiores problemas do time, Pittsburgh fica com o projeto.

29. Jacksonville Jaguars: Mason Rudolph (QB, Oklahoma State)

Ainda que Lamar Jackson seja o melhor quarterback disponível no board, Mason Rudolph faz muito mais sentido para os Jaguars se levarmos em consideração as qualidades de ambos. O segundo tem mecânicas limpas e dispõe de bom processamento mental; há de se notar, contudo, que ele lança pouquíssimas bolas em janelas pequenas ou por fora das chamadas seams. Como o ataque de Jacksonville é run heavy, é uma escolha que faz sentido.

30. Minnesota Vikings: Billy Price (OC/OG, Ohio State)

Billy Price é de longe o melhor center da classe. O que melhora ainda mais sua situação é que ele pode também ser excelente atuando como guard – posição a qual os Vikings lhe confiarão se essa for a real escolha. Sua técnica e seu trabalho de pernas é excepcional. e Russell Brown, do Cover 1, aponta que a rapidez e o trabalho jogador em campo aberto são também muito acima da média. Com Elflein e Price no miolo da linha, o time de Minnesota pode ficar tranquilo quanto aos próximos anos.

31. New England Patriots: Isaiah Oliver (CB, Colorado)

Como dito acima, New England precisa urgentemente de reforçar diversos pontos da defesa. Depois de apostarem num pass rusher ainda relativamente cru, os Patriots focam no último nível da mesma e escolhem um jogador mais pronto para a liga em Isaiah Oliver, um cornerback com altíssimo nível atlético e que não decepciona em nada com relação a seus fundamentos.

32. Arizona Cardinals: Lamar Jackson (QB, Louisville)

(Trade up com o Philadelphia Eagles: 47, 79 pela 32)

Na última escolha da quinta-feira, os Eagles abdicam da seleção de primeira rodada para receber de volta escolhas de segunda e terceira rodada, envolvidas em trocas por Carson Wentz e Ronald Darby.

Os Cardinals encontram seu quarterback do futuro em Lamar Jackson, o prospecto de Louisville que dominou a NCAA nos últimos dois anos. Ele tem agilidade e atleticismo para estender jogadas com as pernas e escapar de sacks, mas é bem verdade que sua precisão precisa ser melhorada. Com o dinheiro investido por Arizona em Sam Bradford, Jackson terá um ano de treinamento para evoluir seu jogo ao nível dos profissionais sem qualquer pressão.

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