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Com a cobertura do Draft se iniciando nessa semana no Pro Football, apresentamos um texto baseado nas 32 equipes e em cenários possíveis que deixariam seus fãs muito felizes ao fim da primeira noite do Draft – ou seja, quinta-feira, 26 de abril.

Você notará ao longo do texto que os cenários não se repetem exatamente – é claro, equipes com escolhas altas e que já possuem um franchise quarterback estabelecido estarão buscando acumular melhores escolhas descendo um pouco na ordem. O que você não verá é um mesmo jogador sendo cotado como o exato cenário dos sonhos de dois times diferentes. O motivo é bem simples: se essa é a escolha ideal para uma equipe, por que ela a deixaria passar?

Assim como no resumão da free agency, você pode facilitar as coisas dando ctrl + f e digitando o nome do seu time se ele for o seu único interesse nesse texto. O texto está organizado por divisões e em ordem alfabética. Sem mais enrolações, vamos lá.

AFC East

Buffalo Bills: Subir pra uma escolha que lhes possibilite selecionar o QB Josh Rosen ou o QB Sam Darnold.

Para um time cujo propósito até 26 de abril é subir o máximo possível no Draft com o claro objetivo de selecionar um quarterback do futuro, o ideal é que este seja um dos melhores nomes da classe. Os executivos da liga vêem Darnold como o favorito para a primeira escolha e este redator vê Rosen como o principal passador da classe. Se Buffalo conseguir levar um dos dois para casa, as chances do esforço para adquirir uma pick melhor ter valido à pena aumentam muito.

Miami Dolphins: o ILB Roquan Smith cair para a pick 11.

Roquan Smith é o melhor prospecto de linebacker no Draft, ponto. Para os Dolphins, que possuem uma necessidade gritante na posição, fica óbvio que essa é a melhor escolha possível. O grande problema com relação a Smith é que ele muito provavelmente deve sair dentre as dez primeiras escolhas, e Miami tem a 11ª.

New England Patriots: o OT Mike McGlinchey disponível na pick 31.

Para os atuais vice-campeões, a offseason trouxe a saída dos dois tackles titulares no Super Bowl LII. O titular Marcus Cannon deve estar de volta no lado direito, mas a principal posição da linha permanece uma grande incógnita – não esqueçamos que Nate Solder saiu na free agency. Os Patriots escolhem bastante tarde na quinta-feira, então conseguir Mike McGlinchey será uma tarefa bastante complicada: a classe de jogadores na posição não é das melhores. Se New England conseguir sair do primeiro dia com o jogador em seu elenco, a noite terá sido bastante produtiva.

New York Jets: QB Josh Rosen ou QB Sam Darnold passarem das duas primeiras escolhas.

Como dito acima, Darnold e Rosen são os dois nomes mais interessantes na posição de quarterback da classe atual. Os Jets recentemente subiram na ordem de escolhas presumivelmente para selecionar um novo passador para o futuro, e se encontram atualmente na terceira escolha geral. Se Browns ou Giants, que detém as picks 1 e 2 respectivamente, não tiverem interesse em um desses nomes – e se o outro time de New York também não trocar a segunda escolha -, ficar com Rosen ou Darnold será uma vitória muito maior para os Jets do que Baker Mayfield e, principalmente, Josh Allen.

AFC North

Baltimore Ravens: Que qualquer um (qualquer um mesmo) dentre os principais prospectos de ataque caia até a pick 16.

Apesar dos altos e (muitos) baixos de Joe Flacco, os Ravens conseguiram terminar a última temporada com uma campanha positiva e muito perto de conquistar uma vaga na pós-temporada. De toda forma, façamos justiça ao quarterback, os alvos que o cercam eram muito fracos. Baltimore assinou com Michael Crabtree durante o período inicial de free agency e descobriu em Alex Collins um corredor confiável; contudo, isso não vai ser suficiente contra um time recheado de playmakers como os Steelers, favoritos da AFC North. Os Ravens estarão muito felizes no Texas se algum dos principais jogadores de ataque da classe (Saquon Barkley (por milagre), Isaiah Wynn, Calvin Ridley) for adicionado ao elenco em 26 de abril.

Cincinnati Bengals: Que os OGs Isaiah Wynn ou Will Hernandez estejam disponíveis na pick 21.

Para os Bengals, a linha ofensiva se tornou uma imensa preocupação com a saída de OT Andrew Whitworth e OG Kevin Zeitler em 2017. Parte do dano foi contornado recentemente com a troca por Cordy Glenn, que chegou do Buffalo Bills junto de uma queda na posição de escolha na primeira rodada. O interior da linha, contudo, ainda é fraquíssimo. Se Cincinnati conseguir adicionar um jogador de valor por ali, mais especificamente um guard, o ataque pode dar um grandíssimo passo à frente em 2018. Como Quenton Nelson é um alvo totalmente irrealista fora do top 10, os outros bons nomes da classe disponíveis serão Wynn e Hernandez, e terminar a primeira noite com um deles seria um desfecho feliz para os Bengals.

Cleveland Browns: Que algum time dê um caminhão de picks pela 4.

O cenário mais provável é que os Browns selecionem um quarterback – acredita-se que esse nome seja Sam Darnold, de USC – com a primeira escolha geral. Resolvido um dos principais problemas da equipe, a próxima escolha está pertíssima, dentro do mesmo top 5 geral: Cleveland detém a escolha de primeira rodada original do Houston Texans, enviada no acordo por Deshaun Watson no Draft de 2017.

Considerando o valor posicional e o fato de quatro passadores estarem altíssimos na maioria dos boards dos executivos, tal escolha tem um valor muito, muito alto. Os Browns poderiam simplesmente escolher o melhor jogador ainda disponível (Barkley? Fitzpatrick? Chubb?), claro; todavia, propostas bem generosas devem vir e, se alguma satisfazer a organização, acumular mais escolhas se preparando para o futuro é uma opção satisfatória.

Pittsburgh Steelers: Selecionar o ILB Leighton Vander Esch com a 28ª escolha.

Para Pittsburgh, inside se tornou uma necessidade gritante quando Ryan Shazier se machucou gravemente em dezembro do ano passado e a defesa implodiu no fim da temporada. Vander Esch vem em ascensão nos boards por seu atleticismo mais do que por sua produção na carreira universitária, embora seja consenso que ele possui grande talento e upside gigantesco. Se ele estiver sobrando no final da primeira rodada, os Steelers encontram ouro e matam uma necessidade com uma boa adição.

AFC South

Houston Texans: Que Indianapolis Colts, Jacksonville Jaguars e Tennessee Titans não gastem suas escolhas de primeira rodada em defensores.

Para os Texans, um dos dois times que não possuem escolhas na primeira rodada (o outro sendo o Kansas City Chiefs), o cenário ideal é aquele onde seus rivais não fazem as melhores escolhas possíveis. O time possui ainda grandes problemas com relação à linha ofensiva, logo, jogadores de linha defensiva para os rivais resultariam numa primeira noite desagradável. Se os Colts passarem Bradley Chubb e os Titans não encontrarem um novo defensive, o dia já terá sido satisfatório.

Indianapolis Colts: Que a equipe consiga acumular mais escolhas ALÉM DE selecionar uma estrela defensiva

Leia mais:   Draft Notebook - Playoffs definidos e prospectos se declarando para o Draft

Depois de ganharem três escolhas extras de segunda rodada do New York Jets para descerem somente três posições na primeira rodada, os Colts permanecem em posição para escolher aquele que, presume-se pela mídia, é o maior alvo da equipe no Draft: Bradley Chubb.

Uma opção que seria igualmente (ou até mais) interessante para a organização seria, dependendo do que acontecer com a corrida por quarterbacks nas primeiras escolhas, mais uma troca para acumular escolhas descendo no primeiro dia: reporta-se que Chris Ballard possui diversos alvos que lhe apetecem na primeira rodada além de Chubb: Roquan Smith, Saquon Barkley, Minkah Fitzpatrick e Harold Landry são muito valorizados pelo general manager dos Colts.

Jacksonville Jaguars: Que o ILB Rashaan Evans esteja livre na pick 28.

Na posição em que se encontra e do jeito que o elenco está construído, o Jacksonville Jaguars não tem muitas opções sexies para selecionar com a pick 28. Uma escolha que faria jus ao valor e que solucionaria uma necessidade do time seria Rashaan Evans, que tomaria a vaga de Paul Posluszny como middle. Os Jaguars também poderiam utilizar essa escolha em algum possível substituto de Blake Bortles como quarterback, ainda que à essa altura do primeiro dia, os nomes dignos de uma escolha de primeiro dia já devem estar indisponíveis.

Tennessee Titans: Que DT Da’ron Payne esteja livre na pick 25.

Ao que parece, a parte ofensiva dos Titans possui um grande ano a sua frente, com um coordenador ofensivo bastante promissor e um elenco com bastante qualidade. A defesa, no entanto, permanece uma incógnita. O meio da linha precisa de reforços para ajudar Jurrell Casey – Sylvester Williams não foi a presença que se imaginava como defensive. Da’ron Payne possui altíssimo upside e se especula que ele não irá além do top 20; caso isso não seja verdade, Tennessee sana uma necessidade aliada a uma ótima escolha.

AFC West

Denver Broncos: Que New York Giants (#2) e Cleveland Browns (ou outro time, #4) não peguem quarterbacks.

Sim, eu sei que você está pensando em Quenton Nelson aqui – e, pessoalmente falando, também pensei muito nisso enquanto desenvolvia o texto. O ponto central é: a pick dos Broncos começa a valer ouro se as quatro primeiras escolhas não resultarem em quatro quarterbacks. Para um time precisando de reforços em tantas posições, escolhas extras fariam muito bem.

Kansas City Chiefs: Que nenhum cenário favorável aos rivais aconteça.

Difícil imaginar um cenário que seria positivo na primeira noite para um time que não tem escolhas na primeira noite – lembremos que Kansas City trocou sua escolha de primeira rodada de 2018 com Buffalo para subir no Draft e escolher Patrick Mahomes III em 2017. Se nenhum dos três cenários da AFC West acontecerem – Chargers e Raiders reforçarem suas defesas e os Broncos conseguirem descer na ordem das escolhas -, a noite terá sido menos pior.

Los Angeles Chargers: Selecionar o DT Maurice Hurst com a escolha 17.

Para os Chargers, que possuem uma das melhores duplas de EDGE rushers em toda a NFL, um reforço pelo meio da linha faria muito sentido. Maurice Hurst, que não testou no Combine após ser diagnosticado com uma anomalia no coração (e que já se encontra liberado para a prática do futebol americano), tem talento suficiente para ser escolhido dentre as dez primeiras seleções, mas a corrida por quarterbacks no início da noite derrubará um pouco sua cotação. Los Angeles ficaria muito feliz se pudesse adicionar um jogador com um valor tão alto numa posição de necessidade.

Oakland Raiders: Que o DB Minkah Fitzpatrick sobreviva até a décima escolha.

Poucos cenários são tão dignos de sonhos quanto a queda de Fitzpatrick para os Raiders. Considerado por muitos o melhor jogador defensivo da classe, Minkah é um defensive back que pode atuar em diversas posições na secundária – setor onde Oakland apresentou um desempenho terrível na última temporada. Não se espera, entretanto, que ele esteja disponível ao fim do top 10; se isso acontecer, os Raiders terão muito o que agradecer.

NFC East

Dallas Cowboys: Que o WR Calvin Ridley esteja livre na pick 19

Dallas acaba de assinar com Allen Hurns, então a situação de recebedor da equipe é agora um pouco menos crítica. A preocupação maior é com Dez Bryant, que vem em declínio e seu contrato permite uma saída sem maiores complicações em 19. Os Cowboys estariam muito bem servidos se de alguma forma Ridley estivesse disponível na sua escolha, já que sanariam uma necessidade futura ao mesmo tempo que poderiam se livrar do contrato de Dez Bryant com muito mais facilidade.

New York Giants: Que a equipe receba uma oferta monumental pela pick 2

É, ok, Rosen, quarterback, eu ouço você. Mas hey: o valor de uma escolha no topo do Draft já é altíssimo. Num ano aonde a classe de passadores se projeta com altíssimo valor, o quanto os Giants podem adquirir se descerem um pouquinho na quinta-feira? Dave Gettleman já deixou claro que Eli Manning é o quarterback e que o front office procurará lhe rodear com uma ótima equipe à sua volta. Receber (várias) escolhas extras seria uma boa maneira de cumprir com esse objetivo.

Philadelphia Eagles: Trade down que possibilite a equipe recuperar as ausentes escolhas de segunda e terceira rodada.

A troca por Carson Wentz continua pesando (ok, valeu a pena) contra as escolhas dos Eagles – em 2018, os Browns ficam com a pick de segunda rodada da organização. Já a de terceira rodada pertence ao Buffalo Bills por conta da troca por Ronald Darby no último mês de agosto. Para Philadelphia, que possui pouquíssimas necessidades depois de conquistar o primeiro Super Bowl de sua história e numa classe que apresenta pouca diferença no nível de escolhas dos jogadores de segundo dia, acumular seleções nessa faixa do Draft ajudará a equipe a se manter como favorita na NFL pelos próximos anos.

Washington: Que o S Derwin James ainda não tenha sido selecionado até a escolha 13

Washington poderia se utilizar de um reforço na secundária e James é o jogador ideal para isso: ele passou desapercebido ao longo da temporada ruim de Florida State, mas o Combine reafirmou seu valor como um excelente defensive back e um upgrade ali faria bem demais ao time. Derwin se projeta como uma escolha de top 10, então uma leve queda seria necessária. Se isso ocorrer, a franquia baseada na capital americana terá muito o que comemorar ao fim do dia.

NFC North

Chicago Bears: o OG Quenton Nelson esteja disponível na pick 8

Os Bears criaram uma necessidade perto do início da free agency na posição de left, declinando a opção no contrato do ótimo Josh Sitton e transformando-o num agente livre. Se o time conseguir supri-la com o melhor prospecto de toda a classe sem precisar fazer algum movimento arriscado, então o futuro que já parece brilhante fica ainda melhor para Chicago: Quenton Nelson é uma escolha tão segura quanto se pode ser.

Detroit Lions: DT Vita Vea livre na pick 20

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Disparadamente a maior necessidade do time, os Lions talvez ficassem mais felizes se pudessem manter Maurice Hurst no Estado de Michigan selecionando-o com a escolha 20 – mas os Chargers escolhem na frente e a tendência é que Los Angeles também esteja bastante interessada no ex-Wolverine. Detroit se contenta então com outro excelente defensive tackle em Vita Vea, que possui uma das capacidades físicas mais impressionantes da classe e seria titular desde o primeiro dia para os Lions.

Green Bay Packers: CB Denzel Ward tenha uma leve queda até a 14

Para os Packers, a secundária é motivo de grande preocupação atualmente. Depois de trocar Damarious Randall e com Kevin King tendo uma temporada de calouro marcada por lesões, fica claro que cornerback é uma posição que o time precisa de reforço. Num mundo onde Minkah Fitzpatrick é utilizado como safety, Denzel Ward se torna o principal cornerback da classe e digno de uma escolha de top 10. Se ele cair levemente até a metade do primeiro round, Green Bay pode ter um desfecho de noite bem feliz.

Minnesota Vikings: G/C Billy Price ainda não tenha sido selecionado até a pick 30

Poucas escolhas na primeira noite do Draft fazem tanto sentido quanto essa aqui, mesmo após a lesão de Price sofrida no Combine. Os Vikings precisam de ajuda pelo interior da linha e o range no qual o ex-Buckeye deve ser draftado é basicamente esse. Minnesota juntaria novamente Billy Price com Pat Elflein, que foram companheiros em Ohio State e encabeçaram uma das mais dominantes linhas ofensivas do College Football nos últimos anos.

NFC South

Atlanta Falcons: Que o OG Isaiah Wynn caia até a seleção 26

Atlanta possui uma alta necessidade de left guard atualmente, e quem melhor para saná-la do que um jogador que jogou futebol americano universitário ali mesmo em Georgia? A esse momento, uma queda de Isaiah Wynn para o fim da primeira rodada parece improvável. Se isso acontecer, os Falcons terão muito o que comemorar: a melhora posicional é instantânea e Wynn parece um prospecto que terá uma ótima carreira na liga.

Carolina Panthers: Que o EDGE Harold Landry encontre-se livre na pick 24

Depois de Bradley Chubb, Harold Landry é provavelmente o melhor pass rusher da classe. Os Panthers precisam com urgência rejuvenescer a posição – Julius Peppers tem 38 anos e, quando a temporada se iniciar, Mario Addison terá 31 – e fazer isso adicionando um jogador tão bom quando Landry seria um move excelente. As chances do jogador chegar até a 24 não são das maiores, mas é permitido sonhar nesse texto, certo?

New Orleans Saints: Que o ILB Tremaine Edmunds caia até a escolha 27

Ficou claro que o maior buraco no New Orleans Saints de 2017 estava presente no segundo nível da defesa, com um grupo de linebackers não dos mais impressionantes. Os Saints já adicionaram Demario Davis na free agency, mas a chegada de Tremaine Edmunds numa escolha tão tardia de primeira rodada melhoraria ainda mais o grupo – Edmunds é um jogador que representa mais um projeto do que uma certeza nesse momento, e sua queda pode acontecer.

Tampa Bay Buccaneers: Que o RB Saquon Barkley esteja disponível na pick 7

O time finalmente cortou laços com Doug Martin, sem nenhuma opção realmente confiável no atualmente. Barkley é um talento especial, isso é óbvio – mas não há nenhuma garantia que Browns, Giants e Colts, que possuem escolhas na frente dos Buccaneers, não estarão dispostos a investir uma escolha tão alta num corredor, mesmo com a desvalorização da posição nos últimos anos. Saquon traria dinamismo ao ataque de Tampa Bay e poderia aliviar muito do peso nas costas de Jameis Winston.

NFC West

Arizona Cardinals: Que o time consiga OT Mike McGlinchey além de um quarterback do futuro.

Os maiores buracos no elenco do Arizona Cardinals estão indiscutivelmente na linha ofensiva, que poderia se utilizar de reforço em TODAS as posições. Além disso, o time não possui nenhum plano para o futuro na posição de quarterback. Se de alguma forma os Cardinals conseguissem sair da primeira noite com McGlinchey e mais algum passador calouro (presumivelmente Lamar Jackson) como adições novas, todo o preço pago terá valido à pena, sejá lá qual seja este.

Los Angeles Rams: Selecionar o EDGE Marcus Davenport com a pick 23.

Para um time como o Los Angeles Rams, um EDGE para reforçar a linha defensiva e causar pânico nos coordenadores ofensivos (além de limitar as estratégias contra Aaron Donald e Ndamukong Suh) faria muito bem, já que o time possui poucos buracos no elenco. Essa escolha pode ser Marcus Davenport, que possui um tamanho anormal para jogadores de sua posição (1,98m) e faria as linhas ofensivas miseráveis quando defrontando os Rams. Para uma equipe com tão poucas necessidades, Davenport, mesmo que ainda um pouco cru pra liga profissional, pode acabar como a escolha perfeita.

San Francisco 49ers: Que a dança dos quarterbacks aconteça e que sobrem melhores jogadores por conta da mesma na escolha 9

Agora que já possuem a resposta para a principal posição do esporte, os 49ers podem ficar tranquilos quanto a disputar um quarterback no topo do Draft. O que o time não pode ficar tranquilo é quanto à defesa, que ainda possui grandes buracos. Para que a noite de 26 de abril seja satisfatória para a franquia de Santa Clara, assim como a maioria das equipes que estão escolhendo nessa faixa, é importante que as outras organizações se desesperem na briga por um novo passador. Dessa forma, as principais estrelas de outras posições (Nelson, Barkley, Fitzpatrick, Smith, Ward) podem estar ainda disponíveis na pick 9, pertencente à San Francisco. Qualquer uma destas seria de grande utilidade para o time.

Seattle Seahawks: Que consigam descer no Draft pra recuperar uma escolha de segundo dia.

Os Seahawks adentraram oficialmente o modo de reconstrução recentemente, deixando sair diversas estrelas do áureo início de década da equipe: Michael Bennett e Richard Sherman foram dois dos principais nomes a deixar Seattle, que procura agora rejuvenescer o elenco para aproveitar melhor a segunda metade da carreira de Russell Wilson. Com alguns buracos para serem tapados no time, uma troca aonde a equipe desça um pouco na primeira rodada e consiga acumular uma ou duas escolhas para o dia seguinte – as quais a organização não possui nenhuma atualmente – seria o cenário perfeito.

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