Uma senha sera enviada para seu e-mail

Este é o quinto da série de textos sobre mais completa já feita em nosso site. O objetivo é fazer manjar tudo de, aprender como funciona esse jogo virtual e garantir que você consiga tirar aquela onda com todos os seus amigos no final da temporada! 

Depois de apontar a pontuação do formato standard e as atribuições do commissioner no Football, vamos finalmente explicar os principais modelos de liga. Inicialmente, a ideia era fazer um texto detalhando apenas à forma de seleção de jogadores, e outro falando melhor da periodicidade do Draft. Entretanto, ambos os temas se misturam, sendo desnecessário dois deles. Sem mais delongas, vamos à primeira parte!

Publicidade




Tipos de liga quanto à manutenção do elenco

Conforme já descrito em textos anteriores, a seleção dos jogadores para seu time de se dá pelo draft, tal como na própria NFL. Antes de nos debruçarmos sobre o draft propriamente dito, é necessário falar de como as ligas se estabelecem pelos anos. São basicamente três formatos: re-draftkeeperdynasty.

O mais comum e mais acessível é o re-draft. Nesse modelo, o dono do time virtual selecionará uma equipe inteiramente nova a cada ano. Se, por exemplo, na sua liga você acabou o ano passado com Le’Veon Bell, Antonio Brown e Odell Beckham Jr., infelizmente você não contará com esse time estelar para 2016. Você, e todos os seus colegas de liga, selecionarão a equipe do zero.

Este é formato utilizado em ligas públicas, pela falta de continuidade que uma liga com pessoas desconhecidas possui naturalmente. É um modelo extremamente democrático e fácil de implementar, o que faz da vida do commissioner muito mais fácil. Menos tempo gerenciando a liga dá espaço dá ideias criativas para estipular a ordem do draft. Falaremos de formas legais de organizar a sua seleção de jogadores mais para frente nesta série.

Veja aqui o índice completo da “Semana”, com o guia para você bombar no Cartola FC de NFL.

O segundo formato quanto à manutenção do elenco são as keeper leagues – keep, em inglês, significa “manter”. Estas ligas dão a faculdade para o dono de cada equipe virtual manter um número pré-determinado de jogadores de um ano para o outro. Então, se você tem aquele time maravilhoso que eu mencionei quando falava do modelo re-draft e pode escolher dois para o ano seguinte, você está numa situação confortável!

A forma padrão das keeper leagues é utilizar as primeiras rodadas para os jogadores mantidos. Então se sua liga deixa você escolher três jogadores e você escolhe ficar com três, suas escolhas de primeira, segunda e terceira rodada serão dedicadas aos nomes eleitos. Daquele ponto em diante, o draft segue normal, com todos os jogadores não-mantidos à disposição. Entretanto, há a opção de não manter ninguém – se ao final do ano seu time ficou pra lá de ruim, você pode querer um novo começo sem nenhum dos nomes que te decepcionaram. Se optar por ficar com só um nome dos três possíveis, você é recompensado com duas escolhas de segunda e terceira rodada, por exemplo.

As possibilidades de regra para as keeper leagues é enorme. A manutenção pode se relacionar ao rendimento do jogador, do seu time, posição do draft, teto salarial para sua equipe, entre outras. Eu, particularmente, gosto das que envolvem posição relativa do draft. Por exemplo, se no ano passado você gastou uma escolha de primeira rodada para contar com Antonio Brown, por exemplo, você terá que sacrificar uma escolha de primeira rodada neste ano. É uma maneira de associar o custo do jogador mantido com a escolha do draft – algumas ligas sequer permitem a manutenção de jogadores topo de linha.

Outro conceito interessante é o de tenure, que pode ser traduzido com exercício do cargo, ou título de propriedade. Este conceito, aplicado nas keeper leagues, diz respeito ao número de temporadas que um manager pode ficar com determinado jogador antes de obrigatoriamente liberá-lo. Para exemplificar, um modelo de regra: cada manager pode manter até quatro jogadores por ano, mas não por mais de três temporadas. Isso permite a rotatividade de estrelas e escolhas altas para outras equipes, e influencia o gerenciamento da equipe. Na prática, é como se fosse um contrato com o jogador.

Por fim, temos as dynasty leagues. Este formato implica na manutenção integral do seu elenco para o ano seguinte. É o mais próximo de gerenciar um time de verdade que o Football pode promover. No primeiro ano, é estabelecido um draft com todos os jogadores disponíveis. No ano seguinte, são mantidos os selecionados por cada equipe e realiza-se o draft apenas dos calouros daquela temporada.

Naturalmente, pela falta de rotatividade inata desde formato, há um peso muito maior nas trocas de jogadores e picks no draft. Trocar escolhas por outras de anos vindouros é uma prática comum neste modelo.

Publicidade




Tipos quanto ao draft propriamente dito

A opção por falar do draft em si após tratar das ligas se deu para deixar claro qual se adapta melhor a qual modalidade. São três os tipos de draftsnakelinearauction.

Leia mais:   🔒 9 nomes para adicionar e ajudar seu time no Fantasy após a semana 7

O mais comum e utilizado nas ligas de é o snake. Ele alterna a ordem das escolhas a cada rodada, de forma a não prejudicar os jogadores que ficaram no final da linha na determinação da ordem do draft. Por exemplo, numa liga de 10 jogadores, o 10º a selecionar na primeira rodada será o primeiro na segunda; e o 1º selecionará o 20º jogador no draft. Este é o modelo mais democrático, utilizado amplamente em ligas re-draftkeeperdynasty.

O segundo formato é o linear, e ele se dá de forma idêntica à ordem da NFL. O time com a primeira escolha geral seleciona o primeiro jogador de cada rodada toda rodada. Não há a alternância como no snake. Esse formato é mais aplicado nos formatos dynasty após o primeiro ano da liga. No primeiro ano, utiliza-se o modelo snake para não prejudicar nenhum dos managers. Nos anos seguintes, todavia, a ordem se define pelo que acontece na liga, como na NFL, e o formato linear é aplicado.

Por fim, o modelo de auction. Esse formato – como o próprio nome em inglês sugere – é um leilão de jogadores. Os managers tem um valor em dinheiro (não dinheiro de verdade, claro) que eles utilizam para dar lances nos jogadores nomeados a cada escolha. Dessa maneira, a cada rodada, um dos managers elege um jogador. São dados lances por todos da liga até esgotar o tempo e esse jogador vai para aquela equipe.

Nesse modelo, os comandantes de times de futebol americano virtual devem ficar de olho para não gastarem tudo num Aaron Rodgers da vida e ficarem com um time capenga nas outras posições.

Todas as combinações de manutenção do elenco e tipo de draft podem ser misturadas entre si. É a riqueza de possibilidades que transforma o Fantasy no fenômeno gigantesco que é. Em breve trataremos das ligas com jogadores individuais de defesa, as diferenças entre escalá-los e uma defesa pronta e sugestão de pontuação. Até lá!

Dúvidas sobre o seu? Me procure no Twitter: @MiceliFF, ou venha fazer parte dos nossos planos de assinatura para ter uma hotline para todas as suas dúvidas relacionadas a Football!