Pro Football: NFL, Brasil, College Football e Futebol Americano http://profootball.com.br Futebol Americano com cobertura das temporadas da NFL e do College Football – Notícias, Opinião, Classificação, Tabela, Análises, Power Ranking e muito mais! Fri, 15 Dec 2017 20:33:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.4 ProClub: Será que os Raiders não deveriam demitir toda a comissão técnica? http://profootball.com.br/proclub/proclub-sera-que-os-raiders-nao-deveriam-demitir-toda-a-comissao-tecnica/ http://profootball.com.br/proclub/proclub-sera-que-os-raiders-nao-deveriam-demitir-toda-a-comissao-tecnica/#respond Fri, 15 Dec 2017 20:26:55 +0000 http://profootball.com.br/?p=14465 Este conteúdo é exclusivo para sócios Touchdown e Field Goal do ProClub, o clube de benefícios do ProFootball. Além de conteúdo extra além do que já publicamos normalmente, o sócio ProClub tem inúmeros benefícios. Alguns exemplos:

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Sem quarterback titular, e subestimados: Como os Giants de 1990 podem tranquilizar os Eagles sem Wentz http://profootball.com.br/historia/como-os-giants-de-1990-podem-tranquilizar-os-eagles-sem-wentz/ Fri, 15 Dec 2017 18:05:31 +0000 http://profootball.com.br/?p=8347

Poucos times me fascinam mais do que os Giants de 1990. Não era um time, ofensivamente falando, considerado uma potência. Phil Simms nunca foi unanimidade entre aqueles que fazem lista de melhores quarterbacks da década de 1980 ou 1990. De toda forma, aquele time – mesmo sem muitas estrelas do lado ofensivo da bola  – era talentoso do outro lado. Antes de falarmos dele, lembremos: quarterback é a posição mais importante do futebol americano.

E estamos no crepúsculo de uma pós-temporada que, bem, está cheia de reservas. No ano passado foi assim também: Em vez de termos um quarterback de peso em Oakland, tivemos o calouro Connor Cook em sua primeira partida como titular. Em Houston, o campeão da AFC South de 2016, Brock Osweiler causou o maior remorso de compra depois de pessoas que compraram TV de Plasma pagando 30 mil reais em 2004. Ryan Tannehill não voltou a tempo da partida contra os Steelers e Matt Moore não fez muito no comando dos Dolphins no Heinz Field.

Pois bem, dado todo esse contexto e ante a lesão de Carson Wentz, pensei comigo mesmo: existiu alguma oportunidade na história da NFL em que um time perdeu seu quarterback titular na véspera da pós-temporada e mesmo assim conseguiu ir longe? Bom, sim. O Giants de 1990 é o exemplo que podemos dar sem muito pestanejar.

Na temporada regular, os Giants tiveram campanha de 13 vitórias e apenas 3 derrotas. Com tal campanha, chegaram à pós-temporada com semana de folga. Isso não quis dizer que o caminho fosse fácil ali.

Na semana 15…

Tal qual Ryan Tannehill e Derek Carr no ano passado, o comandante abatido dos Giants de 1990 era Phil Simms, um quarterback capaz de conduzir o time longe. Até então, a equipe tinha apenas duas derrotas na temporada. A partida da semana 15 seria contra o Buffalo Bills e seu ataque de alta octanagem – uma prévia do que viria pela frente em janeiro de 1991. Justamente nesse jogo contra Buffalo, Simms foi atingido e quebrou o pé. Com a lesão, o quarterback titular dos Giants acabaria por perder o restante da temporada regular e dos playoffs. Parece familiar?

Após a lesão de Simms, parecia que aquele time franco-favorito ao Super Bowl acabaria por implodir com o reserva. Parece familiar?

O camisa 11 foi substituído por Jeff Hostetler nas duas partidas finais da temporada regular – ambas vitórias, contra Cardinals e Patriots. Com as vitórias asseguradas, os Giants conseguiram garantir, também, a semana de folga. E isso fez a diferença.

Certo, mas por que você está falando do quarterback?

Este é o ponto deste artigo. A gente é tão apaixonado por quarterbacks que esquece que defesas são importantes no futebol americano. Se o seu ataque for um lixo e você tiver média de 20 pontos por partida, você vencerá jogos caso sua defesa seja fora de série e não ceda mais de 10 pontos para o adversário. Simples lógica e matemática.

Bom, a defesa dos Giants daquele ano foi o que levou o time ao Super Bowl e ao título. Não Hostetler. Parece bastante confuso se consideramos que o título foi justamente “Algum time já venceu o Super Bowl com o reserva após o QB titular na reta final da temporada?”. Coloquei isso como isca, porque o objetivo aqui é mostrar que defesas, sim, ganham campeonatos. E que defesas podem suplementar ataques deficientes ou ataques com quarterbacks reserva.

Em 2007, a ESPN.com elegeu a defesa dos Giants de 1990 como a sexta melhor da história. O time cedeu apenas 13,2 pontos por jogo num calendário bastante difícil (NFC East e AFC East). A unidade tinha nomes como Leonard Marshall, Carl Banks, Dave Duerson e, claro, Lawrence Taylor. Não obstante, o coordenador defensivo era um tal de Bill – já volto nele. E o head coach, outro Bill (Parcells), é considerado um dos melhores da história.

Os Giants de 1990 entraram nos playoffs com semana de folga e mesmo assim foram subestimados. Venceram os Bears por 31-3, um passeio, na abertura de sua pós-temporada. Na semana seguinte, enfrentaram os 49ers pelo título da conferência.

Aqui, cabe contexto: os Giants haviam perdido (com Simms em campo) contra os 49ers na temporada regular. Venceram cedendo poucos pontos no Candlestick – o jogo teve um Joe Montana arrebentado num dos hits mais fortes da história e que, de maneira indireta, acabou com sua carreira em San Francisco (um dia falo mais sobre). No Super Bowl, Nova York era zebra novamente contra os Bills e seu poderoso ataque. Também, pudera: os Bills tinham Thurman Thomas no backfield. Os Giants tinham um calouro e um OJ Anderson que muitos achavam que não renderia nada. Os Bills tinham Jim Kelly e os Giants tinham o reserva, Hostetler.


“RODAPE"

De todo modo, novamente, isso de nada importou. No Super Bowl XXV, os Giants tinham um plano defensivo claro: marcar em zona, punir os recebedores e “forçar” os Bills a correrem por conseguinte. Thomas teve mais de 100 jardas terrestres na partida – como era a ideia do coordenador defensivo daquele time. Com efeito, Buffalo fez apenas 19 pontos na partida.

E Hostetler? Bom, com todo respeito a ele, tudo o que ele teve que fazer foi não estragar tudo. Houve uma jogada, em específico, na qual ele tropeça em OJ Anderson na end zone e a defesa dos Bills quase lhe rouba a bola. Ele consegue segurar e cede apenas o safety. Caso houvesse um touchdown ali, os Giants teriam perdido a partida.

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Quem era o coordenador defensivo? Ah, um tal de Bill Belichick. O plano de jogo dos Giants para aquela partida, dito acima, está no Hall da Fama do Futebol Americano Profissional. Quem venceu aquele jogo – e aquele playoff como um todo – foi a defesa dos Giants. Não importou muito que haja um quarterback reserva em campo, desde que ele não estrague tudo.

Qual deve ser o plano de jogo dos Eagles sem Carson Wentz, então?

O mesmo dos Giants de 1990, ou tipo isso. Por que deste texto? Bom, para ressaltar a importância da defesa de Philadelphia neste ano. Não há um Lawrence Taylor pressionando os adversários, mas os Eagles contam com – para mim – a melhor linha defensiva da Conferência Nacional. Brandon Graham, Fletcher Cox, Timmy Jernigan, Vinny Curry, Chris Long e o calouro Derek Barnett: respeitável, não? Aliás, o próprio Long – que é reserva na rotação – forçou um fumble crucial na vitória contra o Los Angeles Rams.

“49ERS"

A ausência de Wentz afeta a defesa, claro – pergunte aos Broncos como um ataque inepto atrapalha tudo. Mas ainda é uma unidade que cede a menor quantidade de jardas corridas por jogo e a quinta que menos cede pontos por partida. Em diversos outros casos, os Eagles estão bem ranqueados no lado defensivo da bola.

No ataque, a base deve ser correr – mas em vez de O.J. Anderson, aqui há um talentoso comitê de running backs que figura entre os dois melhores da NFL em jardas corridas por jogo – e quarto melhor em jardas por tentativa terrestre.

Leia mais: Eagles: Fim da linha ou ainda há esperança sem Carson Wentz?

Não acabou tudo. Ainda há jogos pela frente. Resta saber qual será o destino desse time. Até porque, por mais que haja esperança, quarterbacks que têm três ou menos jogos como titulares e comandam seus times nos playoffs possuem duas vitórias e doze derrotas desde os Giants de 1990. O lado bom? As duas vitórias foram comandadas pelo atual coordenador ofensivo dos Eagles e outrora quarterback reserva na NFL, Frank Reich.

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“RODAPE"

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Steelers? Chargers e Jaguars são as maiores ameaças ao Patriots na AFC http://profootball.com.br/nfl/steelers-chargers-e-jaguars-sao-as-maiores-ameacas-ao-patriots-na-afc/ http://profootball.com.br/nfl/steelers-chargers-e-jaguars-sao-as-maiores-ameacas-ao-patriots-na-afc/#respond Fri, 15 Dec 2017 15:00:29 +0000 http://profootball.com.br/?p=14437

Depois de uma atuação bastante “humana”, por assim dizer, de Tom Brady no último Monday Night Football, lembramos que o New England Patriots é, de certa forma, um time capaz também de perder. Por vezes esqueço, pelos retrospectos para lá de positivos, a consistência assustadora e os mais de 15 anos de Tom Brady, de que é possível vencer o time de Boston.

Claro, não é fácil. O adversário precisa impedir que Tom Brady disseque as defesas, que ele implemente uma cadência ofensiva – a morte por mil cortes que vemos à exaustão, dando pequenos golpes em passes curtos para running backsslot receivers apenas para eventualmente lançar uma bomba em profundidade e nocautear o adversário. Ao mesmo tempo, o ataque precisa superar o gênio defensivo de Bill Belichick que, sabemos muito bem, sabe se ajustar às adversidades com qualquer elenco.

Como você freia Tom Brady?

A resposta, na verdade, é bem simples: você não deixa ele entrar em campo. Bom, simples em teoria. Na prática, você precisa fazer duas coisas:

1) Acertar Tom Brady consistentemente 

Isso nada mais é do que uma forma simplificada de dizer que o pass rush precisa chegar com frequência no quarterback. Mais do que isso; a pressão com quatro homens (e APENAS QUATRO) precisa ser eficiente. Foi o que o Denver Broncos fez na final de conferência de 2015, impedindo que Tom Brady estabelecesse um ritmo ofensivo, devastando o timing e impedindo o estabelecimento da cadência do signal caller.

Não adianta criar essa pressão artificialmente – mandando blitz em descidas sim, descidas não. Estamos cansados de ver Tom Brady receber uma pressão de cinco ou mais homens, encontrar Rob Gronkowski no meio do campo e converter uma terceira descida. Se você fizer blitz consistentemente contra o camisa 12, você será punido.

O Kansas City Chiefs, na Semana 1, bateu o New England Patriots sem mandar muitas blitzes. Em várias oportunidades, deixou apenas três homens no pass rush, colocando oito na cobertura e complicando a leitura dos match ups para Tom Brady. A hesitação, por meio segundo que seja, é fatal contra um pass rush eficiente, e essa pressão com quatro homens faz toda a diferença contra um quarterback lendário.

“patriots"

2) Dominar o relógio

Esse elemento depende do outro lado da bola. Uma vez contido o ritmo ofensivo de Tom Brady e companhia, é hora do ataque fazer sua parte. E se você domina o tempo de posse de bola, você reduz o impacto que o camisa 12 pode ter em campo. Afinal, se ele ficar menos tempo no campo, ele tem menos oportunidades de encontrar uma brecha para anotar pontos.

A forma mais eficiente para fazer isso é estabelecer um jogo terrestre sólido. Conquistar primeiras-descidas consistentemente pelo chão e  conduzir campanhas que resultem em pontos é o jeito ideal. Não adianta marchar 50 jardas e errar o field goal; se você não capitaliza em cima das oportunidades contra o New England Patriots, você geralmente é punido. Pergunte ao Atlanta Falcons a falta que não fez um field goal no Super Bowl LI.




Quem pode fazer isso? 

O adversário tido como mais perigoso é o Pittsburgh Steelers. Antonio Brown está em uma temporada digna de consideração de MVP, e Le’Veon Bell é o melhor running back da NFL, e absolutamente consistente. Acontece que o time pode não ser tão eficiente em executar o passo número um.

Sem Ryan Shazier, o Pittsburgh Steelers perde (e muito) na cobertura no meio de campo e da capacidade de finalizar jogadas no flat – nada além do pão com manteiga do New England Patriots. Na secundária, a temporada de Artie Burns é fenomenal, mas falta esse nível nos seus companheiros de posição. Eu acredito que o lado ofensivo da bola pode, sim, dominar a posse de bola, mas talvez a defesa não seja tão eficiente quanto precise ser.

Ao meu ver, o time mais capaz de executar os dois passos é… o Jacksonville Jaguars. Pasme, o time da Flórida (como todos previram em agosto, naturalmente) é uma equipe completa nas três fases do jogo, mesmo com Blake Bortles under center.

A defesa do Jacksonville Jaguars é a melhor da NFL. Não, não coloco sequer o “discutivelmente”; a unidade está jogando em outro nível em relação aos seus pares – a bem da verdade, não há pares. A pressão da linha defensiva, a capacidade de cobertura do corpo de linebackers e a melhor dupla de cornerbacks da liga fazem da equipe uma força defensiva a ser batida.

Do lado ofensivo, seria simplista colocar Leonard Fournette como o principal responsável pelo sucesso do time em 2017. Em que pese a importância do calouro, é preciso falar, sim, que Blake Bortles mostrou uma eficiência fenomenal nos passes longos nas últimas duas semanas. Um time construído para compensar as falhas do camisa 5 vem ganhando no seu quarterback mais uma arma para a reta final da temporada. Claro, não nos empolguemos demais com Blake Bortles. Só que ele tem saído melhor que a encomenda – coisas que um talento como Dede Westbrook faz com um quarterback.

Além do Jacksonville Jaguars, o Los Angeles Chargers é outra grande ameaça. O time vem em franca ascensão em 2017 e, se bater o Kansas City Chiefs no próximo final de semana, se coloca em ótima posição na disputa pela pós-temporada.

O ataque é para lá de tarimbado; a experiência de Philip Rivers e seu hábito de estar em momentos decisivos colocam o barco ofensivo nas mãos de um bom capitão. Keenan Allen é, sem dúvidas, um dos melhores recebedores na temporada e Melvin Gordon é um running back para lá de capaz de vencer nas trincheiras e converter descidas importantes.

Do lado defensivo, Melvin Ingram e Joey Bosa são a melhor dupla de edge rushers em atividade, e são a receita de um pesadelo para Tom Brady caso cheguem a se enfrentar. Na secundária, Casey Hayward segue sendo o free agent mais importante dos últimos dois anos, e a solidez contra o jogo aéreo tem sido notável – são apenas 273.2 jardas aéreas por partida, terceira melhor marca da liga.

“STEELERS"

O que acontecerá? 

Depois da surpreendente vitória do Miami Dolphins na segunda-feira, a AFC parece mais aberta do que nunca. Com o frisson que a NFC trazia consigo, esquecemos de observar a outra conferência.

O New England Patriots, por esse perfil absolutamente vencedor, segue como o nome a ser batido nessa pós-temporada. Seja pela mística de vencer Tom Brady e Bill Belichick, seja pela força dentro de campo que eles trazem consistentemente. Agora, não é só o Pittsburgh Steelers. Com Chargers no páreo e Jaguars bem encaminhados, a AFC está mais aberta do que se pensa.

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“RODAPE"

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Guia da Semana 15: Pela honra e a melhor campanha da AFC, Steelers recebem os Patriots http://profootball.com.br/previa/guia-da-semana-15-pela-honra-e-a-melhor-campanha-da-afc-steelers-recebem-os-patriots/ http://profootball.com.br/previa/guia-da-semana-15-pela-honra-e-a-melhor-campanha-da-afc-steelers-recebem-os-patriots/#respond Fri, 15 Dec 2017 14:42:11 +0000 http://profootball.com.br/?p=14440

Não bastasse o surto de grandes partidas acontecendo recentemente (fala a verdade, não teve um jogo ruim passando na televisão na semana passada), a semana 15 ainda terá um bônus: NFL no sábado. Como a temporada regular do College Football acabou, a liga pode desmembrar a rodada e dar esse pequeno mimo para nós, meros mortais fãs de futebol americano. Com isso, teremos nove partidas sendo transmitidas pelos canais ESPN entre a quinta-feira e a segunda.



Transmissões semana 15

Quinta-feira, 14 de dezembro

23h30 HV/22:30 N/NE – Denver Broncos @ Indianapolis Colts – ESPN

Sábado, 16 de dezembro

19:25h HV/18:25h N/NE – Chicago Bears @ Detroit Lions – ESPN

23h25 HV/22:25 N/NE – Los Angeles Chargers @ Kansas City Chiefs – ESPN

Domingo, 17 de dezembro

16h HV/15h N/NE – Green Bay Packers @ Carolina Panthers- ESPN

16h HV/15h N/NE – Houston Texans @ Jacksonville Jaguars– ESPN +

19:05h HV/18:05h N/NE – Los Angeles Rams @ Seattle Seahawks – ESPN Extra

19:25h HV/18:25h N/NE – New England Patriots @ Pittsburgh Steelers – ESPN

23h25 HV/22:25 N/NE – Dallas Cowboys @ Oakland Raiders – ESPN (SNF)

Segunda-feira, 18 de dezembro

23h25 HV/22:25 N/NE – Atlanta Falcons @ Tampa Bay Buccaneers– ESPN (MNF)

Equipes classificadas matematicamente aos playoffs: Pittsburgh Steelers (campeão AFC North) e Philadelphia Eagles (campeão NFC East)

Pittsburgh x New England é simplesmente o jogo do ano na Conferência Americana

Embora tenhamos outras equipes interessantes e competitivas na AFC, não tem como não pensar que o duelo do próximo domingo entre Steelers e Patriots é uma espécie de prévia da Final de Conferência. Dois ótimos times, dois futuros membros do Hall da Fama under center, dois excelentes treinadores e as duas melhores campanhas da AFC em 2017. É, vai ser divertido.

Em primeiro lugar, o mais importante que está em jogo é o seed #1. Pittsburgh (11-2) e Patriots (10-3) são adversários diretos pelo melhor record da Conferência Americana e, consequentemente, pela vantagem de ter o mando de campo durante todo o mata-mata – os Jaguars (9-4) correm por fora. Se vencerem, os Steelers darão um passo gigante para cumprir tal objetivo, pois não poderão mais ser ultrapassados pelos comandados de Bill Belichick. Explicando: eles abrirão duas vitórias sobre New England faltando duas partidas a serem disputadas e levarão vantagem no confronto direito, o primeiro critério de desempate. Contudo, Pittsburgh só garantirá matematicamente o seed #1 se, além de ganhar seu confronto, Jacksonville perder para Houston.

Os Patriots, por sua vez, podem assumir a ponta da AFC com um triunfo sobre Pittsburgh, já que empatarão no número de vitórias e ficarão na frente por causa do confronto direto. Em suma, o resultado da partida terá desdobramentos enormes no destino de ambos.



Em segundo lugar, outra coisa que está em jogo é a honra dos Steelers. Por quê? Bem, porque provavelmente nenhum torcedor da franquia aguenta mais ouvir essa história de que eles são fregueses de carteirinha de New England. Ao todo, incluindo os playoffs, Tom Brady possui um record 10-2 diante do rival1, com direito a quatro triunfos consecutivos. Pittsburgh precisa de uma vitória para começar a exorcizar esse fantasma e diminuir o incômodo rótulo de freguês.

Os Patriots certamente chegarão no duelo com sangue nos olhos após a derrota contra Miami. Na segunda-feira, o time esteve irreconhecível, por exemplo, terminando a noite sem conseguir uma única conversão de terceira descida (0-11). Brady foi bastante pressionado e não teve o aproveitamento de costume contra Blitz (apenas seis de 17 passes completados).

Já Pittsburgh vem de uma vitória contraditória sobre os Ravens. O ataque foi excepcional, Big Ben passou das 500 jardas aéreas pela terceira vez na carreira (recorde da NFL), Antonio Brown e Le’Veon Bell foram ridículos como sempre etc. O grande problema, contudo, foi a defesa. A unidade sofreu sem Ryan Shazier, principalmente contra a corrida, sendo devastada por Alex Collins. Não tenha dúvidas que Bill Belichick terá um plano para explorar as fraquezas mostradas, então é bom que Mike Tomlin encontre soluções o mais rápido possível, caso contrário as coisas podem ficar feias para o lado dos Steelers.

Destaques relâmpagos

Green Bay Packers @ Carolina Panthers: Sim, ele voltou. Aaron Rodgers foi liberado pelos médicos para retornar aos gramados e estará under center contra os Panthers, após ficar de fora das últimas sete partidas por conta de uma clavícula quebrada. Green Bay vem de duas vitórias sofridas na prorrogação e dependerá muito de Rodgers para seguir sonhando com uma difícil arrancada rumo aos playoffs.

O duelo diante de Carolina é chave, pois a equipe pode ser uma concorrente direta por uma das vagas de Wild Card e o confronto direto é o primeiro critério de desempate. Além disso, não custa lembrar que os Packers precisam vencer todos os jogos que restam no calendário para terem qualquer chance de mata-mata.

Miami Dolphins @ Buffalo Bills: A surpreendente vitória sobre New England colocou os Dolphins subitamente de volta na disputa por um lugar nos playoffs. Hoje com um record 6-7, o time ultrapassará Buffalo (7-6) caso vença no domingo, levando vantagem no confronto direto. O detalhe é que os Bills detêm o seed #6 da AFC, ou seja, estariam classificados ao mata-mata se a temporada acabasse agora. No final das contas, a partida entre os “patinhos feios” Miami e Buffalo será super decisiva, tendo desdobramentos importantes no cenário da Conferência Americana.

Dallas Cowboys @ Oakland Raiders: O jogo contra Oakland será a última partida de Dallas sem Ezekiel Elliott, que ainda está cumprindo sua suspensão por conta das acusações de violência doméstica. Mais uma chance de vermos Rod Smith em ação. O desconhecido running back assumiu o protagonismo durante a ausência de Elliott e não vem decepcionando: por exemplo, somou 160 jardas de scrimmage e dois touchdowns diante dos Giants. Antes, já havia entrado na end zone nos confrontos com Chargers e Redskins. Não temos dúvidas que Smith retornará ao anonimato quando Zeke estiver liberado para atuar, mas até lá ele será uma parte importante do ataque.

Atlanta Falcons @ Tampa Bay Buccaneers: Os Falcons seguem sua maratona contra adversários da NFC South. Na semana passada, a equipe derrotou New Orleans. Na sequência, terá pela frente Buccaneers (4-9), Saints (9-4) e Panthers (9-4). Se vencer todo mundo, Atlanta (8-5) conquistará o título divisional independente de qualquer outro resultado.



Boletim Médico:

Aaron Rodgers, QB – Green Bay Packers: Rodgers está totalmente curado da sua fratura na clavícula, foi liberado pelos médicos e vai jogar na semana 15.

Carson Wentz, QB – Philadelphia Eagles: Wentz rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho e está fora do restante da temporada. Nick Foles será o titular daqui para frente.

Zach Ertz, TE – Philadelphia Eagles: Ertz saiu do protocolo de concussão da liga e está liberado para retornar ao time.

Robert Woods, WR – Los Angeles Rams: Woods está se recuperando de um problema no ombro e a expectativa é que ele jogue contra os Seahawks.

Kayvon Webster, CB – Los Angeles Rams: Webster rompeu o tendão de Aquiles e está fora do restante da temporada.

Alvin Kamara, RB – New Orleans Saints: Kamara sofreu uma concussão diante de Atlanta, mas já voltou a treinar de maneira integral na quarta-feira. Ele provavelmente sairá do protocolo da liga e não deve ser problema para domingo.

Josh McCown, QB – New York Jets: McCown quebrou a mão esquerda e precisará passar por cirurgia. Ele não volta mais em 2017.

Gerald McCoy, DT – Tampa Bay Buccaneers: O defensive tackle está lidando com uma lesão no bíceps. A expectativa é que McCoy continue jogando, mas ele entrará em campo limitado e no sacrifício até o final da temporada.

Amari Cooper, WR – Oakland Raiders: Cooper vem perdendo dias de treinamento e pode ter agravado sua lesão no tornozelo no último domingo. Mesmo se jogar contra Dallas, estará longe de suas condições físicas ideais.

Tom Savage, QB – Houston Texans: Savage sofreu uma séria concussão diante de San Francisco e está no protocolo da liga. Ele deve ser desfalque no próximo domingo.

Kelvin Benjamin, WR – Buffalo Bills: Benjamin está sofrendo com um problema no joelho e vem treinando de maneira limitada. Ainda assim, a expectativa é que ele entre em campo contra Miami.

Nathan Peterman, QB – Buffalo Bills: Assim como Savage, Peterman também sofreu uma concussão. Contudo, o calouro já retornou aos treinamentos e pode ser liberado para jogar na semana 15. Em todo o caso, Tyrod Taylor deve voltar a ser titular em Buffalo, pois está recuperado de uma lesão no joelho e vem treinando de maneira integral.

K.J. Wright, LB – Seattle Seahawks: Wright é outro que sofreu uma concussão na semana 14 e está no protocolo da liga.

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Análise de Quarterbacks: a regressão de Marcus Mariota e Derek Carr http://profootball.com.br/analise-dos-quarterbacks/analise-de-quarterbacks-a-regressao-de-marcus-mariota-e-derek-carr/ http://profootball.com.br/analise-dos-quarterbacks/analise-de-quarterbacks-a-regressao-de-marcus-mariota-e-derek-carr/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:24:07 +0000 http://profootball.com.br/?p=14395

Neste ano, durante toda a temporada, teremos uma coluna semanal dedicada à avaliação da performance dos quarterbacks. A ideia é discutir, baseado em achados extraídos da análise dos vídeos dos jogos, as características dos atletas que determinam seu sucesso (ou fracasso) na liga. Além de uma visão geral sobre os passadores na semana em questão, teremos alguns destaques individuais, tanto positivos quanto negativos.



Claro, como não pode deixar de ser, levaremos sempre em consideração o sistema ofensivo empregado pelas equipes, assim como a qualidade do elenco ofensivo. Estes fatores impactam de maneira fundamental o que os quarterbacks mostram em campo e, na medida do possível, iremos contextualizar as estatísticas (e resultados) dos jogadores dentro desta realidade.

Semana 14: Visão Geral

Que balde de água fria a contusão de Carson Wentz! Não só para os Eagles, mas para todos que gostam do futebol americano. Um dos melhores quarterbacks do ano, Wentz sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito, e ficará de fora do restante da temporada. Do ponto de vista de quem observa e analisa os quarterbacks, trocar Wentz por Foles é difícil…

Nesta semana, dois jovens e promissores quarterbacks tiveram atuações que exemplificam suas temporadas decepcionantes. Marcus Mariota e Derek Carr, candidatos a MVP antes da temporada começar, seguem muito irregulares. As dificuldades de ambos nesta última semana serão esmiuçadas sob o microscópio.

Além disso, mais uma ótima atuação de Jimmy Garoppolo, Cam Newton em sua melhor performance no ano, e o calouro Trubisky mostrando a que veio. Isso sem contar Philip Rivers e Ben Roethlisberger, dois veteranos que vêm muito bem nesse final de temporada. Ah, e dois que estão entre os melhores da semana que não dá nem pra acreditar. Vocês verão.

Vamos em frente.

Sob o microscópio: Marcus Mariota e Derek Carr

Vamos começar esta seção hoje com uma confissão: Marcus Mariota foi, antes da temporada começar, minha aposta para o prêmio de MVP. Errei feio. Em 2017, Mariota não vem cumprindo as expectativas, em uma temporada muito irregular, recheada de erros.

O jogo deste último domingo, contra o Arizona Cardinals, mostrou de maneira bem clara os problemas de Mariota em 2017. Na derrota por 12 a 7, o ataque do Tennessee Titans não conseguiu, em praticamente nenhum momento, avançar com qualquer ritmo. O quarterback terminou o jogo com 16 passes completos em 31 tentativas, para 159 jardas e 2 interceptações, sem nenhum touchdown.

Ao analisarmos o desempenho de Mariota, alguns fatores chamam a atenção. O quarterback parece muito indeciso no pocket, “gastando” movimento de pernas desnecessariamente. Com esse movimento excessivo, a eficácia dos passes de Mariota depende, quase que exclusivamente, do braço do quarterback. Nesse momento, o arco de movimento amplo do braço de Mariota torna-se um problema. Assim, vemos passes frequentemente flutuando, particularmente em lançamentos intermediários pelo meio do campo, que dependem de velocidade. Aliás, as duas interceptações de Mariota no jogo de domingo aconteceram em lançamentos desse tipo. Nas duas, os problemas de acurácia se juntaram à outra questão predominante nos problemas do quarterback em 2017: as decisões.

Desde sua chegada na NFL, Marcus Mariota se notabilizou pela inteligência na gerência do ataque. Boas leituras da defesa, decisões rápidas e precisas, além de ótima precisão nos lançamentos curtos, particularmente para os lados do campo. Algo está diferente em 2017. Em comparação com suas temporadas anteriores na NFL, Mariota está com um rating quase 20 pontos mais baixo (76), além de um ANY/A (média de jardas por tentativa de passe, ajustada por sacks e interceptações) muito baixo, de 5,25 (entre os piores da liga).



Quando analisamos o desempenho de Marcus Mariota, é fundamental levar em conta uma questão. O sistema ofensivo dos Titans, focado no jogo terrestre de força, a partir de formações fechadas, não favorece as melhores características de Mariota. Um sistema de ritmo, com múltiplos recebedores e passes curtos, se encaixaria muito melhor para o quarterback. Ainda assim, o sistema é o mesmo das duas temporadas anteriores de Mariota na NFL.

Fato é que, quaisquer que sejam os motivos, Marcus Mariota vem em uma temporada muito abaixo do esperado. Assim como o quarterback que ocupa a segunda metade do nosso microscópio.

Derek Carr já foi o foco da nossa coluna nesta temporada. Depois daquele que foi o seu melhor jogo de 2017, contra os Chiefs em Oakland, descrevemos como Carr foi capaz de mudar o desfecho da partida com a capacidade de aguentar a pressão no pocket até ter a oportunidade de acertar passes intermediários e longos com extrema precisão.

Pra onde foi esse quarterback?

No jogo de domingo, mais uma vez contra os Chiefs, no Arrowhead Stadium, Derek Carr foi o oposto do que tinha sido na semana ?. Com um plano de jogo baseado em passes rápidos e curtos, Carr pareceu absolutamente desconfortável dentro do pocket, mesmo em situações de ausência de pressão. Quando tentou passes mais longos, o quarterback dos Raiders teve grandes problemas de acurácia, não acertando os recebedores mesmo quando estes conseguiram abrir espaços na cobertura.

Derek Carr é um quarterback com grande talento no braço. Assim, boa parte da sua qualidade depende do movimento e força no braço direito. Ainda assim, como todo quarterback, seu desempenho sofre influência do trabalho de pernas dentro do pocket. Como já dissemos, contra os Chiefs Carr esteve “inquieto” no pocket, o que contribuiu para erros importantes.

Além de questões de mecânica e precisão, outro problema apareceu no jogo de domingo: decisões ruins. Nas poucas situações em que Carr não lançou a bola rapidamente, para sua primeira leitura, o quarterback pareceu perdido diante da defesa dos Chiefs. Em dois momentos, recebedores estavam claramente livres, mas o quarterback simplesmente decidiu lançar a bola em outra direção. Durante todo o jogo, vimos um jogador que parecia sem confiança alguma, muito diferente do Derek Carr que vimos em temporadas anteriores (ou mesmo em alguns jogos nesta temporada).

No jogo deste domingo em Kansas City, Carr acertou 24 de 41 passes, com um touchdown e duas interceptações. Vale ressaltar que boa parte das jardas, além do touchdown, lançados por Carr vieram depois do jogo já estar 26 a 0 para os Chiefs, quando a defesa do time da casa passou a jogar mais recuada, com objetivo de deixar o tempo de jogo passar mais rapidamente.

Na temporada, Derek Carr é o décimo-sexto melhor quarterback em termos de ANY/A, com 6,33 (pelo menos melhor que de Mariota). Esse numero traz uma questão preocupante para o torcedor dos Raiders. Considerando os números da carreira de Derek Carr, 2017 não parece um ano tão fora do padrão. A temporada 2016 é que foi, até o momento, o ponto fora da curva, acima dos demais anos do quarterback na NFL. Carr ainda é jovem, e tem muito talento para mudar essa percepção, mas vamos ficar de olho.

Quando analisamos os desempenhos de Marcus Mariota e Derek Carr na temporada 2017 da NFL, dois fatores em comum chamam a atenção (além das performances abaixo do esperado). Primeiramente, os dois quarterbacks estão atuando em sistemas que parecem inadequados para suas características. Aliás, talvez os dois jogadores se beneficiassem de uma troca direta. Mariota jogando no ataque de ritmo dos Raiders e Carr atuando no ataque de passes longos e menos frequentes dos Titans. Mas isso é só uma fantasia.

O outro fator que é real é o fato de que os dois quarterbacks não tiveram uma intertemporada ideal para preparação para 2017. Tanto Mariota quanto Carr sofreram contusões no final da temporada 2016 que vêm trazendo consequências até agora. Em vez dos jovens quarterbacks terem passado toda a intertemporada se aperfeiçoando e treinando, tiveram que focar em reabilitação física. Aliás, já nesta semana, o técnico dos Titans, Mike Mularkey, afirmou em entrevista que Marcus Mariota ainda sofre as consequências diretas da lesão no tornozelo que sofreu em 2016, além da contusão muscular na coxa que o tirou de uma partida já na temporada atual.



Estes fatores aí em cima servem para dar esperança de que Marcus Mariota e Derek Carr possam retomar o rumo promissor de suas carreiras. Nesse momento, contudo, não dá pra não ficar com um pé atrás.

De olho nos calouros

Já há algumas semanas temos visto Mitchell Trubisky progredir jogo a jogo. Diante dos Bengals, na vitória dos Bears por 33 a 7, Trubisky completou 25 de 32 passes (78%), com um touchdown e 278 jardas. Com boa movimentação no pocket e boa precisão, a progressão de Trubisky traz a promessa de um bom futuro para sua equipe.

DeShone Kizer teve seu melhor jogo na NFL neste último domingo. Mostrando boa precisão nos passes intermediários, Kizer achou seu “novo” alvo Josh Gordon, o que abriu melhor o ataque. Contra os Packers, o quarterback lançou para três touchdowns (melhor marca na sua carreira), e esteve muito perto de levar os Browns à primeira vitória no ano. Na hora decisiva, no entanto, Kizer cometeu um erro grave, tentando lançar um passe totalmente fora de posição e pressionado, que culminou em uma interceptação, em plena prorrogação. Mais uma derrota pra conta de Kizer e dos Browns.

Nathan Peterman voltou a ter oportunidade como titular em Buffalo, por conta da contusão de Tyrod Taylor. No jogo de Peterman deste final de semana, é difícil fazer qualquer avaliação. Com a nevasca que caiu no domingo em Buffalo, só dá pra dizer que a atuação de Peterman não foi tão ruim quanto a última. O que também não quer dizer muita coisa.

Troféu “Parece Madden no nível amador” – melhor da semana

Blake Bortles

Quem?? Pois é. Blake Bortles. Em um jogo difícil, muito disputado contra o “cascudo” Seattle Seahawks, Blake Bortles teve uma das melhores atuações de sua carreira. Decisivo, preciso nos passes longos nas extremidades do campo. Bortles consistentemente levou os Jaguars a avançar.

O quarterback terminou o jogo com 268 jardas e dois touchdowns. Com Bortles mostrando evolução, os Jaguars se tornam uma equipe muito perigosa na pós-temporada.

Menções honrosas: Ben Roethlisberger – Pittsburgh Steelers / Jay Cutler – Miami Dolphins

Troféu “TEEEEBOOWWW!!!!” – pior da semana

Marcus Mariota

Já falei bastante de Mariota por aqui. Ele foi muito mal mesmo.

Menções “desonrosas”: Derek Carr – Oakland Raiders / Andy Dalton– Cincinnati Bengals.

Olhando para a semana 15

Chegadas e partidas. É o primeiro olhar sobre a semana 15. Como ficarão os Eagles sem Carson Wentz? É certo que o time já garantiu o título da NFC East, mas nesta semana, contra os Giants, a equipe terá a chance de começar a se adaptar a ter Nick Foles como quarterback.

Por outro lado, teremos o aguardado retorno de Aaron Rodgers aos Packers. Em um grande jogo contra o Carolina Panthers, o grande quarterback tentará levar sua equipe a uma improvável classificação aos playoffs.

Outros grandes duelos desta semana colocarão frente a frente Patriots e Steelers, na disputa para ser o cabeça de chave número 1 nos playoffs da AFC, e ainda Chargers e Chiefs, em partida que pode contribuir para a definição do campeão da AFC West.

Grandes jogos. Semana que vem tem mais por aqui.

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Podcast, Ep 59: Dissecando Patriots vs Steelers e os demais jogos da Semana 15 http://profootball.com.br/podcast-footballcast/podcast-ep-59-dissecando-patriots-vs-steelers-e-os-demais-jogos-da-semana-15/ http://profootball.com.br/podcast-footballcast/podcast-ep-59-dissecando-patriots-vs-steelers-e-os-demais-jogos-da-semana-15/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:17:05 +0000 http://profootball.com.br/?p=14449

Chegamos ao ponto no qual, para muitos times, não tem volta: faltam três jogos e a matemática está jogando a favor ou contra. Para Cowboys, Raiders e Packers, contra. Para Patriots, Steelers, Vikings e tantos outros, a favor.

Para Rams/Seahawks, Chargers/Chiefs, o destino nas mãos. Poucas semanas podem ter repercussão tão forte na temporada quanto esta.

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Podcast, Sócios: Últimos ajustes antes dos playoffs do Fantasy http://profootball.com.br/fantasy/podcast-socios-ultimos-ajustes-antes-dos-playoffs-do-fantasy/ http://profootball.com.br/fantasy/podcast-socios-ultimos-ajustes-antes-dos-playoffs-do-fantasy/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:09:35 +0000 http://profootball.com.br/?p=14446 Este conteúdo é exclusivo para sócios Touchdown e Field Goal do ProClub, o clube de benefícios do ProFootball. Além de conteúdo extra além do que já publicamos normalmente, o sócio ProClub tem inúmeros benefícios. Alguns exemplos:

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Sorteio ProClub: Novembro/2017 | Jersey Drew Brees, Manual do Futebol Americano e Camisetas http://profootball.com.br/proclub/sorteio-proclub-novembro2017-jersey-drew-brees-manual-do-futebol-americano-e-camisetas/ http://profootball.com.br/proclub/sorteio-proclub-novembro2017-jersey-drew-brees-manual-do-futebol-americano-e-camisetas/#respond Wed, 13 Dec 2017 22:19:15 +0000 http://profootball.com.br/?p=14430

Como nesta altura do campeonato você já deve saber, o ProFootball tem desde o ano passado um clube de benefícios. O objetivo aqui é claro: manter o site a mil por hora, ter metas de novos conteúdos e ao mesmo tempo estabelecer uma relação íntima e de confiança com nossos leitores.

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Uma Nova Esperança: Confirmada, volta de Aaron Rodgers torna-se melhor narrativa ao final da temporada http://profootball.com.br/nfl/uma-nova-esperanca-confirmada-volta-de-aaron-rodgers-torna-se-melhor-narrativa-ao-final-da-temporada/ http://profootball.com.br/nfl/uma-nova-esperanca-confirmada-volta-de-aaron-rodgers-torna-se-melhor-narrativa-ao-final-da-temporada/#respond Wed, 13 Dec 2017 17:05:52 +0000 http://profootball.com.br/?p=14420

O adversário, mais forte do que muitos pensavam. O palco, o mesmo que todos almejavam em fevereiro. Uma semana depois de um confronto de tirar o fôlego contra o Dallas Cowboys, Aaron Rodgers buscava marcar pontos contra uma forte unidade defensiva do Minnesota Vikings. Pressionado mesmo tendo a linha ofensiva completa pela primeira vez na temporada, Rodgers saiu do pocket para passar a bola. Atingido por Anthony Barr, Rodgers caiu de mau jeito com seu peso, o de Barr e mais a velocidade imposta pelo impacto. A clavícula esquerda já tinha virado pedaços anos atrás. Agora, era a vez da direita.




Rodgers fora do jogo. Rodgers fora da temporada. Packers fora dos playoffs. Na medida em que os minutos foram passando, a apreensão para todos que acompanhavam a partida foi crescendo nesse ritmo. Enquanto Brett Hundley pouco fazia ante Xavier Rhodes, Harrison Smith e companhia, a confirmação da clavícula quebrada acendeu o temor de que só poderíamos ver Aaron Rodgers nos campos… Em 2018.

Era mais uma vítima de uma temporada maculada por lesões. Antes mesmo dela começar, Ryan Tannehill, sozinho, machucou o joelho. Durante, Rodgers, Deshaun Watson, Carson Wentz e tantos outros acabaram deixando suas franquias órfãs de esperança.

Mas, numa reviravolta que remonta à prequela de 2013, a clavícula (direita) foi operada e Aaron seguiu rumo a (tentar jogar na) Semana 15. Muitas coisas precisavam acontecer para que a volta se confirmasse. Boa parte delas, fora de seu alcance. Por exemplo, uma campanha positiva quando Rodgers pudesse ser liberado pelos médicos – coisa que aconteceu, no sacrifício e suor, na vitória da prorrogação contra o Tampa Bay Buccaneers e contra o Cleveland Browns. Outra coisa fora do alcance de Aaron era… Bem, a biologia, medicina ou seja lá como queira chamar. A lesão não ficaria curada como num passe de mágica e se não tivesse condições de voltar aos campos, os médicos de Green Bay não arriscariam o principal ativo da franquia.

Foi uma estrada longa daquele dia até este, mas estou feliz em dizer que os médicos me liberaram para voltar. Obrigado por todo amor, apoio, orações e pensamentos positivos nas últimas oito semanas. E um agradecimento enorme ao Dr. McKenzie e sua incrível equipe – Aaron Rodgers em seu instagram

Liberaram. Agora, em meio ao mar de lesionados que a temporada 2016, perdemos Carson Wentz e ganhamos Aaron Rodgers de novo. Ante o panorama que a temporada nos proporcionou, a volta dele torna-se a melhor narrativa para este fim de ano.

“greenbay"

Até porque, tem tudo o que um bom filme poderia proporcionar: final feliz improvável e imprevisível, oponentes fortes (Panthers/Vikings), um herói combalido e voltando do exílio, probabilidades diminutas e peças que precisam se encaixar em batalhas de terceiros – a famosa “combinação” de resultados.

O “Run The Table II: A Missão” parece um tanto quanto improvável – mas, ao final das contas, o sabor da história vem muito mais por conta do enredo do que de por conclusão.

Mais NFL: 
Quais combinações de resultados os Cowboys e os Packers precisam para chegarem aos playoffs?
Podcast, Ep 58: Não há um favoritaço claro na temporada 2017 da NFL
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Protagonistas de um dos melhores jogos da temporada 2017 e do melhor jogo da última pós-temporada – descontado o Super Bowl LI – Dallas Cowboys e Green Bay Packers tiveram anos aquém do desejado. Outrora favoritos para vencerem suas respectivas divisões, veem este como um sonho distante: o Philadelphia Eagles já garantiu matematicamente a NFC East e o Minnesota Vikings tem as mãos na taça da NFC North.

Sem Ezekiel Elliott e Aaron Rodgers por boa parte da temporada, Cowboys e Packers encontram-se com campanha positiva – mas numa Conferência Nacional tão disputada, a “nota de corte” do Wild Card (repescagem para os que não venceram suas divisões) parece alta demais: 10 vitórias, 6 derrotas e, mesmo assim, oração e pensamento positivo serão necessários. Rodgers volta nesta semana contra o Carolina Panthers, adversário direto na briga por pós-temporada. Zeke volta de suspensão na Semana 16, contra o Seattle Seahawks – faltando uma  partida contra um Philadelphia Eagles já classificado e sem Carson Wentz.

Dito isso: quais milagres esses times precisam para chegarem à pós-temporada e manterem acesas as chamas de esperança pelo título do Super Bowl LII? Se você torce para um dos dois, acenda a vela e venha conosco.

“dallascowboys"

Dallas Cowboys: Vencer tudo e zicar a NFC South e North

Para início de conversa, Dak Prescott terá que emular Aaron Rodgers e seu “Run The Table”: o Dallas Cowboys não tem chance de classificação se não vencer todos os jogos – respectivamente, at Raiders, vs Seahawks (com Zeke) e at Eagles (com Zeke). Não é dos calendários mais difíceis – o jogo-chave parece ser a partida em casa contra o Seattle Seahawks.

Mas espere: não é tão fácil. Além de vencer os três jogos que faltam, os Cowboys precisam torcer contra seus adversários. É necessário que Packers e Lions percam pelo menos um jogo – e eles se enfrentam na Semana 17, então é bom torcer por derrota antes disso – e que Panthers OU Falcons percam dois dos três jogos que faltam. O problema aqui reside em mais confronto direto: Packers e Panthers já se enfrentam nesta semana.

Quem zicar: Panthers, Falcons, Packers, Lions (mas não todos ao mesmo tempo, porque eles têm confrontos entre si)

“greenbay"

Green Bay Packers: Run The Table II – A Missão

A situação dos Packers é ligeiramente mais fácil, dado que em vez de esperar a estrela voltar na Semana 16 – Zeke – ela já volta neste domingo. Aaron Rodgers foi liberado pelos médicos para jogar a partida da Semana 15 contra o Carolina Panthers. Para que os Packers tenham chance de playoff, o time tem que vencer essa e as outras duas partidas do ano – contra Vikings, em casa, na Semana 16 e fora de casa contra os Lions na Semana 17.

Leia também: Uma Nova Esperança: Confirmada, volta de Aaron Rodgers torna-se melhor narrativa ao final da temporada

Além do “Run The Table”, Rodgers e os cheeseheads precisam que os Seahawks percam pelo menos uma das próximas três partidas – respectivamente, contra Rams, Cowboys e Cardinals. Mas não só: Os Saints precisam vencer os Falcons no confronto que ainda resta entre eles. Atlanta tem vantagem no desempate – confronto direto – contra o Green Bay Packers. Ante esse cenário, os Packers controlariam o próprio destino na Semana 17 contra o Detroit Lions – e o jogo entre Atlanta Falcons e Carolina Panthers viraria “vida ou morte”, fortíssimo candidato a ser o Sunday Night Football da Semana 17.

Quem zicar: Panthers no confronto direto, Falcons, Seahawks. 

O que a matemática diz?

Maior site de “analytics”, o Football Outsiders semanalmente posta as chances matemáticas de pós-temporada. Lá, o Dallas Cowboys aparece com vida mais complicada que o Green Bay Packers: tem apenas 3,4% de chance de chegar à pós-temporada. Green Bay, por sua vez, aparece com 4,3%.

A versão estatística da ESPN, o FiveThirtyEight, coloca o Green Bay Packers com 6% de chance de pós-temporada – na sequência, o Dallas Cowboys aparece com 4%. Por fim, o New York Times coloca Dallas com 6% de chance e o Green Bay Packers com 9%.

Seja como for, é praticamente inviável que ambos cheguem juntos à pós-temporada – até porque Green Bay tem vantagem no desempate/confronto direto. Mas são duas narrativas interessantes para acompanharmos na reta final da temporada.

Mais NFL: 
Podcast, Ep 58: Não há um favoritaço claro na temporada 2017 da NFL
Eagles: Fim da linha ou ainda há esperança sem Carson Wentz?
Packers vivos: Vitória sofrida na prorrogação abre caminho para volta de Aaron Rodgers

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