Pro Football: NFL, Brasil, College Football e Futebol Americano http://profootball.com.br Futebol Americano com cobertura das temporadas da NFL e do College Football – Notícias, Opinião, Classificação, Tabela, Análises, Power Ranking e muito mais! Tue, 17 Oct 2017 22:03:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.2 ProClub: 20 nomes no waiver do fantasy para te ajudar na Semana 7 http://profootball.com.br/fantasy/proclub-20-nomes-no-waiver-do-fantasy-para-te-ajudar-na-semana-7/ http://profootball.com.br/fantasy/proclub-20-nomes-no-waiver-do-fantasy-para-te-ajudar-na-semana-7/#respond Tue, 17 Oct 2017 22:03:02 +0000 http://profootball.com.br/?p=13511

A partir da semana que vem, teremos waivers às segundas e o “mercado de ações” de Fantasy, com quem valorizou e quem desvalorizou às terças.

Com isso, sigamos aos nomes que podem ajudar seu time no Fantasy Football  – na Semana 7 e restante da temporada. Caso alguma novidade surja, me procure no Twitter em @MiceliFF que certamente estarei por lá tecendo alguns comentários.

Chris Ivory, RB, Jacksonville Jaguars

Depois de 98 das suas 130 jardas apenas no primeiro quarto, Leonard Fournette deixou a partida contra o Los Angeles Rams com um problema no tornozelo 1. Ainda não se sabe a gravidade da lesão – e é justamente por isso que temos que ficar à frente das notícias: hora de garantir Chris Ivory.

Sabemos que o Jacksonville Jaguars está usando a estratégia “jogo terrestre forte, passes curtos e defesa sólida” para evitar que Blake Bortles cometa os erros que estamos tão acostumados a ver. Doug Marrone deve insistir em estabelecer um forte jogo terrestre, e se o calouro vindo de LSU estiver de alguma forma limitado, é Ivory o herdeiro do volume. Se você conta com Fournette no seu elenco, é uma adição muito mais importante.

Dion Lewis, RB, New England Patriots

O sonho de Mike Gillislee na pré-temporada está virando um pesadelo – para lá de conhecido, diga-se de passagem. Naturalmente, não sabemos o que esperar do backfield do New England Patriots, mas depois da vitória contra o New York Jets, sabemos que o camisa 33  ultrapassou Gillislee em snaps nesta Semana: 29 contra 13. Olhar apenas para o número de carregadas pode nos fazer acreditar que nada mudou, mas há um crescimento na utilização de Lewis nas últimas duas semanas e uma queda de participação de Gillislee. Na Semana 5, Gillislee participou de 32,4% dos snaps ofensivos, caindo para 19,1% no último domingo; Lewis, por sua vez, foi de 24,3% para 42,6% 2.

Para nosso desespero total e absoluto, nem Lewis nem Gillislee tiveram alvos no jogo aéreo – estes ficaram todos para James White, que teve os mesmos 29 snaps de Dion Lewis. Como sempre, o backfield de Bill Belichick segue uma incógnita, mas vale a adição de Lewis tendo em vista o aumento da sua utilização no jogo terrestre.

Orleans Darwka, RB, New York Giants

Orleans Darkwa conseguiu anotar mais jardas (117) em cima da defesa do Denver Broncos do que Melvin Gordon, Ezekiel Elliott, LeSean McCoy e Marshawn Lynch… somados (95) 3. Líder em toques e snaps, Darkwa parece ser a solução do backfield do New York Giants, especialmente com as dificuldades em estabelecer um ritmo de Paul Perkins.

Hora de jogar a moeda também entre os running backs reservas do Dallas Cowboys. Alfred Morris Darren McFadden devem ser resgatados dos waivers nesta semana após as notícias sobre a suspensão de Ezekiel Elliott. Agora, qual deles? Bom, seguimos no escuro e no ramos das apostas. Há quem acredite que será Darren McFadden, por ser mais versátil e o favorito de Jerry Jones 4 – ao passo que há quem diga que Alfred Morris será o titular de cara pela maior utilização na temporada. A bem da  verdade, acredito em um verdadeiro comitê – Morris não se destaca no jogo aéreo, McFadden pode fazer esse trabalho melhor. Não dá  para esperar uma presença (e uma produção) tão dominante quanto a de Ezekiel Elliott, mas vale adicionar os back ups.

Menções de running backs para Alex Collins, do Baltimore Ravens; Chris Thompson, do Washington Redskins, caso alguém tenha desistido dele durante a semana de byeMarlon Mack do Indianapolis Colts e Matt Forte do New York Jets, voltando de lesão. Ah, claro, Adrian Peterson, do Arizona Cardinals, se alguém pulou do barco antes da hora.

Nelson Agholor, WR, Philadelphia Eagles

Peço desculpas por falar em semanas consecutivas sobre o camisa 13 de Philadelphia, mas precisamos apontar frequentemente como ele está em sincronia com Carson Wentz. Agholor esteve em 77,4% dos snaps, teve 7 targets e 4 recepções para 55 jardas em um touchdown. Ele tem sido bastante ativado num ataque que tem se mostrado para lá de eficiente, então vale adicioná-lo.

Marvin Jones, WR, Detroit Lions

Com 96 jardas e um touchdown, Marvin Jones voltou a aparecer para o Fantasy Football. Ele tem casa na maioria das ligas (54% na Yahoo e 61% na ESPN), mas há uma chance de que a sua liga seja uma das que cortaram o ex-Cincinnati Bengal. Apesar da bye na Semana 7, vale a pena estocar o veterano que mostrou sinais de voltar à forma da primeira metade de 2016.

Os outros nomes de recebedores são figurinhas repetidas de artigos anteriores. Marqise Lee, do Jacksonville Jaguars segue como uma opção sólida caso ainda seja free agent na sua liga, assim como John BrownJaron Brown do Arizona Cardinals. Quem não mencionado foi Marvin Hall, do Atlanta Falcons. Com Mohamad Sanu fora, Hall teve 40 jardas e um touchdown. Ainda é uma adição para ligar com muitos times, mas é bom ficar de olho.

A busca por um tight end

Já mencionado aqui, Austin Seferian-Jenkins segue como uma opção ótima – 11 targets, 8 recepções para 46 jardas e um touchdown. Difícil encontrar um volume tão bom para o tight end em 2017. Da mesma forma, George Kittle, do San Francisco 49ers, segue sendo ativado. Os números não foram impressionantes, mas o jogador ficou a uma jarda de anotar um touchdown, mostrando sua utilização. Com C.J. Beathard under center, as coisas são mais promissoras.

Austin Hooper, do Atlanta Falcons, teve um jogo explosivo na abertura da temporada, mas um volume muito baixo para justificar sua escalação. Com 7 recepções em 9 targets, tight end  do Atlanta Falcons merece sua atenção no waiver wire desta semana. Por fim, Tyler Kroft, mencionado também semana passada, será o titular do Cincinnati Bengals, tendo em vista que Tyler Eifert está fora da temporada. A produção deve ser dependente de touchdowns, mas vale ficar de olho.

Para quem precisa de quarterback…

Josh McCown tem estado tão bem no New York Jets que eu (parcialmente) perdi o medo de escalá-lo. Para a Semana 7, contra o Miami Dolphins, McCown pode ser um bom substituto ou opção de stream – Deshaun Watson e Matt Stafford estarão de bye.

Dúvidas? Me procure no Twitter em @MiceliFF que farei de tudo para ajudá-lo na árdua caminhada até o título do Fantasy!


“PROCLUB"

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Podcast, Ep 44: DeSHOW Watson fazendo a NFL comer poeira e a decepção com os Raiders http://profootball.com.br/podcast-footballcast/podcast-ep-44-deshow-watson-fazendo-a-nfl-comer-poeira-e-a-decepcao-com-os-raiders/ http://profootball.com.br/podcast-footballcast/podcast-ep-44-deshow-watson-fazendo-a-nfl-comer-poeira-e-a-decepcao-com-os-raiders/#respond Tue, 17 Oct 2017 21:32:16 +0000 http://profootball.com.br/?p=13518

Passada mais uma semana e, infelizmente, Aaron Rodgers quebrou a clavícula e deve estar fora da temporada. Mas nem só de notícias tristes a vida é feita: Deshaun Watson vem quebrando todas as expectativas com a tradução de seus talentos do college para a NFL e está fazendo vários times comer poeira.



“podcast"

Além disso, falamos sobre a decepção dos Raiders nesta temporada e ainda um recap da Semana 6.

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ProClub: Previsões com ousadura extrema para a Semana 6 http://profootball.com.br/proclub/proclub-previsoes-com-ousadura-extrema-para-a-semana-5/ http://profootball.com.br/proclub/proclub-previsoes-com-ousadura-extrema-para-a-semana-5/#respond Sun, 15 Oct 2017 12:32:15 +0000 http://profootball.com.br/?p=13457 Este conteúdo é exclusivo para sócios Touchdown e Field Goal do ProClub, o clube de benefícios do ProFootball. Além de conteúdo extra além do que já publicamos normalmente, o sócio ProClub tem inúmeros benefícios. Alguns exemplos:

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Boletim Médico: Semana 6 http://profootball.com.br/noticias/boletim-medico-semana-6/ http://profootball.com.br/noticias/boletim-medico-semana-6/#respond Sat, 14 Oct 2017 00:01:10 +0000 http://profootball.com.br/?p=13493

J.J. Watt, DE – Houston Texans: Watt fraturou o platô tibial do joelho esquerdo e está fora da temporada.

Whitney Mercilus, LB – Houston Texans: Mercilus rompeu o músculo peitoral na partida contra os Chiefs e também será desfalque nos Texans até o final da temporada.

Odell Beckham Jr., WR – New York Giants: Beckham quebrou o tornozelo, passou por cirurgia e não joga mais em 2017, assim como Brandon Marshall. Dwayne Harris, outro recebedor dos Giants, também ficará do molho por bastante tempo, só que por conta de uma fratura no pé.

Sterling Shepard, WR – New York Giants: Shepard sofreu uma torção no tornozelo diante dos Chargers. O tempo de recuperação não é tão longo, porém o wide receiver ficará fora do próximo duelo diante dos Broncos – ele perdeu sessões de treinamento durante a semana.

Marcus Mariota, QB – Tennessee Titans: Mariota treinou de maneira limitada na quinta-feira e segue fazendo progresso. Mesmo assim, sua participação ou não no Monday Night Football deve ser decidida às vésperas do confronto.

Sam Bradford, QB – Minnesota Vikings: O quarterback vem sendo poupado dos treinos e não jogará na semana 6.

Charles Clay, TE – Buffalo Bills: O tight end passou por uma artroscopia no joelho e deverá ficar algumas semanas fora de combate. Imensa perda para os Bills.

Bilal Powell, RB – New York Jets: Powell está lidando com um problema na panturrilha. Ele perdeu dias de treinamento durante a semana e dificilmente entrará em campo no domingo.

Terrance West, RB – Baltimore Ravens: West vive uma situação similar a de Powell: lesão na panturrilha, treinos perdidos e status duvidoso para o próximo jogo.

DeVante Parker, WR – Miami Dolphins: Parker foi mais um wide receiver que machucou o tornozelo na rodada passada. Ele também vem sendo poupado dos treinamentos e seu status é altamente questionável.

Haloti Ngata, DT – Detroit Lions: Ngata passou por uma cirurgia no bíceps e precisará de quatro meses de recuperação. O defensive tackle não volta mais em 2017.

Travis Kelce, TE – Kansas City Chiefs: Kelce sofreu uma concussão diante dos Chiefs e, embora tenha apresentado evolução, por enquanto ainda está no protocolo da liga. Seu status é questionável, mas fontes indicam que ele joga no domingo.

Chris Conley, WR – Kansas City Chiefs: O recebedor rompeu o tendão de Aquiles e está fora do restante da temporada.

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TV: Transmissões Semana 6 da NFL na ESPN http://profootball.com.br/noticias/tv-transmissoes-semana-6-da-nfl-na-espn/ http://profootball.com.br/noticias/tv-transmissoes-semana-6-da-nfl-na-espn/#respond Fri, 13 Oct 2017 23:58:25 +0000 http://profootball.com.br/?p=13485

Transmissões na TV | Semana 6

Quinta, 12 de outubro

Philadelphia Eagles at Carolina Panthers| 21:30h, ESPN

Domingo, 15 de outubro

Green Bay Packers at Minnesota Vikings | 15h, ESPN

New England Patriots at New York Jets | 15h, ESPN +

Tampa Bay Buccaneers at Arizona Cardinals | 18:00h, ESPN Extra

Pittsburgh Steelers at Kansas City Chiefs | 18:25h, ESPN

New York Giants at Denver Broncos | 22h, ESPN

Segunda, 16 de outubro

Indianapolis Colts at Tennessee Titans | 22h, ESPN

Equipes em bye week: Buffalo Bills, Cincinnati Bengals, Dallas Cowboys e Seattle Seahawks

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“No line, no problem”: como os Packers permanecem como uma potência no ataque mesmo sem linha ofensiva http://profootball.com.br/nfl/no-line-no-problem-como-os-packers-se-mantem-uma-potencia-ofensiva-mesmo-sem-linha-ofensiva/ http://profootball.com.br/nfl/no-line-no-problem-como-os-packers-se-mantem-uma-potencia-ofensiva-mesmo-sem-linha-ofensiva/#respond Fri, 13 Oct 2017 23:54:11 +0000 http://profootball.com.br/?p=13481

Ao longo de toda esta primeira parte da temporada 2017, muito tem sido dito sobre a performance ruim das linhas ofensivas, e de que maneira isto afeta a produção ofensiva como um todo. Equipes como o New York Giants e o Seattle Seahawks são bons exemplos deste fenômeno.

O Green Bay Packers, ao menos em teoria, não se incluiria neste grupo. A equipe tem uma linha ofensiva de qualidade, já há alguns anos entre as melhores da NFL. Neste ano, entretanto, as contusões têm trazido problemas. Nas primeiras cinco semanas da temporada, a suposta linha titular não jogou junta em nenhum momento. Ainda assim, o que vemos é um time que mantém boa produção ofensiva.

Hoje o Pro Football traz uma análise sobre a maneira com que os Packers conseguiram rapidamente se adaptar aos problemas da linha ofensiva, permanecendo como um dos melhores ataques da liga. Como veremos, no papel, os planos podem parecer geniais, mas, na prática, quem faz a diferença é o fora de série.

Tem buraco na linha

Como falamos acima, a linha ofensiva dos Packers vem sendo uma das melhores da liga nos últimos anos. Para 2017, a unidade já começava com uma dúvida: o guard T.J. Lang, entre os melhores da liga, foi para o Detroit Lions, sendo substituído em Green Bay pelo veterano Jahri Evans. Mas o problema maior ainda estava por vir.

Desde a semana 1 da temporada 2017, os tackles titulares David Bakhtiari e Bryan Bulaga vêm perdendo jogos por contusões. Bulaga voltou no último domingo contra Dallas, mas o left tackle Bakhtiari segue de fora com problemas musculares. Mas não acaba aí. Os TRÊS reservas imediatos da posição sofreram contusões sérias, estando na lista de contundidos e, provavelmente, fora da temporada. Ainda que nenhum dos três (Don Barclay, Jason Spriggs e Kyle Murphy) esteja no nível dos titulares, seriam opções melhores do que a utilização de guards improvisados como tackles, que é o que os Packers têm utilizado.

Apesar disso, os resultados ofensivos da equipe seguem bons. Com 4 vitórias e 1 derrota, a equipe segue com bom desempenho ofensivo, estando entre os 10 melhores ataques da liga com relação a produção de jardas e pontos. Destaque para a produção nas terceiras descidas e na red zone, o que contribui para uma performance com relação à pontuação ainda melhor do que o ganho médio de jardas sugeriria. A seguir vamos ver como a equipe consegue isto mesmo com os problemas envolvendo os bloqueios.

Adaptação

Ao lidar com problemas relacionados à linha ofensiva, duas estratégias são logo consideradas. Mais tradicionalmente, as equipes se utilizam de formações fechadas, com tight ends e running backs posicionados para fazer bloqueios, sem correr rotas, ou ainda, antes de começar suas rotas, fazendo “chips” (bloqueios parciais para auxiliar os tackles). Esta estratégia obviamente facilita o trabalho da linha ofensiva, mas também limita as opções que o quarterback tem, já que menos recebedores elegíveis correm rotas.

No caso dos Packers, a opção de adaptação do sistema ofensivo foi outra. Em vez de fechar as formações e proteger a linha, a decisão foi por abrir mais opções. Com formações do tipo spread, com três ou quatro opções de recebedores, muitas vezes correndo rotas curtas, o quarterback pode se livrar da bola rapidamente. Devido ao “espalhamento” lateral dos recebedores, frequentemente os mesmos se encontram em cobertura individual, tendo a chance de, ao escapar da tentativa inicial de tackle, ganhar jardas após a recepção.

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Com recebedores experientes e de estilos diferentes, a estratégia tende a funcionar ainda melhor. Com o ágil Randall Cobb no slot, o corpulento Davante Adams e o versátil Jordy Nelson nas extremidades, além dos tight ends Martellus Bennett e Lance Kendricks, a equipe tem um arsenal de opções para achar os buracos na defesa.

Claro que esta estratégia tem limitações. É difícil manter o ritmo e a consistência apenas com ganhos pequenos de jardas. Sem as chamadas “big plays”, torna-se mandatório, para chegar à end zone, que a equipe consiga campanhas de mais de 10 jogadas, o que nem sempre é fácil. Outra questão importante é a resposta das defesas. Diante desta postura ofensiva, as defesas acabam optando por pressionar o quarterback com quatro jogadores, deixando a cobertura mais justa. Assim, em teoria, é mais difícil que os recebedores escapem dos defensores, limitando o avanço e a viabilidade do plano. Contudo, os Packers têm um fator que costuma desequilibrar estas questões. É o que vem a seguir.



“greenbay"

A pedra fundamental

Às vezes não dá pra fugir muito daquilo que é óbvio. No caso do Green Bay Packers, o óbvio em questão é que, se a equipe consegue se adaptar às condições adversas, é porque conta com um quarterback fora de série. Aaron Rodgers segue como o cérebro e o coração do ataque dos Packers.

Utilizando sua inteligência e conhecimento do jogo, Rodgers consegue, ainda antes do snap, modificar os esquemas de proteção, facilitando a vida da linha ofensiva. Após o snap, o quarterback toma decisões rapidamente, executando passes precisos com seu release quase imediato, aumentando a janela de manobra dos recebedores. Finalmente, mesmo com as restrições impostas pelos problemas da linha ofensiva, Aaron Rodgers é capaz de estender a jogada ao máximo, escapando da pressão mantendo os olhos direcionados para a frente do campo, buscando passes em profundidade ou mesmo ganhos de jardas correndo com a bola.

Claro que, mesmo para Rodgers, essa adaptação faz diferença. Seus números em 2017 comprovam a já citada dificuldade em conseguir big plays. O quarterback dos Packers apresenta números de jardas por passe, tanto “crus” quanto ajustados considerando sacks e interceptações, mais baixos do que a média da sua carreira. Além disso, a cada vez maior resposta adaptativa das defesas vai colocar pressão em um ataque limitado aos pequenos ganhos de jardas.

Desta maneira, fica a impressão de que a equipe do Green Bay Packers precisará expandir seu estilo ofensivo para conseguir se manter bem na temporada. Dois fatores sugerem que a equipe conseguirá fazer isto. O primeiro é a aparente evolução do jogo corrido. No último domingo, contra os Cowboys, o calouro Aaron Jones mostrou explosão e rapidez, ganhando 125 jardas em 19 corridas. Com o jogo corrido eficaz, é claro que o caminho fica mais aberto para o quarterback utilizar o play action, facilitando ganhos maiores de jardas. Finalmente, a perspectiva é que, no jogo da semana 6, contra o Minnesota Vikings, os tackles titulares voltem a jogar juntos. Com David Bakhtiari e Bryan Bulaga em campo, os Packers podem expandir seu sistema ofensivo, incluindo jogadas de desenvolvimento mais prolongado no pocket. Talvez então comecemos a ver um desempenho ainda melhor do ataque da equipe. Sempre sob o comando do fora de série Aaron Rodgers.

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ProClub: O All In de Reese deu errado – Pensando nos próximos passos para o New York Giants http://profootball.com.br/proclub/proclub-o-all-in-de-reese-deu-errado-pensando-nos-proximos-passos-para-o-new-york-giants/ http://profootball.com.br/proclub/proclub-o-all-in-de-reese-deu-errado-pensando-nos-proximos-passos-para-o-new-york-giants/#respond Fri, 13 Oct 2017 23:48:44 +0000 http://profootball.com.br/?p=13430

O que era para ser uma temporada brigando por playoffs e título de divisão em New York rapidamente se transformou em um pesadelo sem fim. Junto com Browns e 49ers, os Giants fazem parte do nada honroso grupo de equipes que ainda não venceram em 2017.

As explicações para o fracasso são variadas. Em primeiro lugar, temos a incompetência da franquia em resolver algumas questões crônicas. Por exemplo, não é de hoje que os Giants têm problemas na linha ofensiva e no jogo terrestre, mas mesmo assim quase nada foi feito durante a intertemporada visando buscar soluções. Em segundo, podemos citar o ambiente conturbado nos bastidores. Muito se especulava sobre a possibilidade do head coach Ben McAdoo ter perdido o controle do vestiário. Bem, isso foi de certa maneira confirmado após o episódio envolvendo Dominique Rodgers-Cromartie. Para quem não sabe, o cornerback foi suspenso nesta semana porque discutiu com o treinador, pegou suas coisas e simplesmente abandonou as instalações da franquia1.

Por último, vale destacar também o inacreditável azar de New York. Não é toda hora que vemos um time perder seus quatro melhores wide receivers por lesão na mesma partida. Foi o que aconteceu diante dos Chargers: Odell Beckham Jr., Brandon Marshall e Dwayne Harris não jogam mais na temporada. Já Sterling Shepard pode ficar alguns jogos de molho devido à uma contusão no tornozelo.

Enfim, com tantos problemas e nenhuma vitória, é seguro assumir que a vaca dos Giants está devidamente deitada e a equipe não brigará por muita coisa em 2017. Deste modo, pode já ter chegado o momento de pensar em 2018, até porque nunca é cedo demais para começar a se planejar, sobretudo se você tiver que tomar grandes decisões – como é o caso de New York.

Começar tudo do zero é uma opção viável?

Essa é a maior questão a ser analisada e respondida. Em teoria, os Giants podem aproveitar o atual fiasco e uma possível escolha top 5 no próximo Draft para fazer um reboot total na franquia. Não seria nada absurdo, dado os vários anos de inércia e decepções desde a sua última conquista do Super Bowl, em 2011. Contudo, isto implicaria em assumir que a janela com Eli Manning está definitivamente fechada.

O problema é que New York é um time que se preparou para vencer hoje. Os contratos longos e valiosos oferecidos em 2016 para Damon Harris, Olivier Vernon, Jason Pierre-Paul e Janoris Jenkins, por exemplo, são uma prova disso. Os Giants pagaram muito dinheiro por atletas desse calibre tentando dar uma arrancada rumo ao Super Bowl. Abandonar o projeto agora traria bastante prejuízo, a menos que a equipe conseguisse trocá-los. Ou seja, seguir o mesmo caminho de Browns ou Jets, por ora, parece estar fora de cogitação.

A alternativa, então, seria uma reformulação moderada. Embora seja uma das franquias mais pacientes da liga com seus profissionais, do contrário Jerry Reese não seria general manager na NFL até hoje, é bem possível que haja uma limpeza em East Rutherford ao final da temporada. O próprio Reese está na corda bamba, assim como McAdoo. O head coach já vinha sendo bombardeado de críticas pela imprensa e pelos torcedores antes mesmo do incidente com Rodgers-Cromartie. Agora, com as suspeitas de que ele perdeu o controle do grupo se confirmando, sua situação pode ter ficado insustentável.

Resumindo, é provável que o elenco dos Giants não passe por transformações bruscas para 2018, principalmente entre seus melhores atletas. Por outro lado, devemos ter mudanças na comissão técnica e front office. O único que parece estar com o emprego mais ou menos seguro é o coordenador defensivo Steve Spagnuolo, embora a defesa também esteja decepcionando e atuando bem abaixo do nível apresentado em 2016.

Escolher ou não escolher o substituto de Manning na primeira rodada?

Este sem dúvida será um dos assuntos mais discutidos daqui até abril do ano que vem. Os Giants estão destinados a draftar dentro do top 10, talvez até mesmo no top 5, então ficarão em uma ótima posição para selecionar algum dos melhores quarterbacks da classe. A questão é se eles terão vontade de seguir esse caminho.

Manning evidentemente vive os momentos finais da carreira e já passou da hora de pensar no seu sucessor. Davis Webb foi escolhido na terceira rodada do último recrutamento com essa missão, mas só Deus sabe se ele se desenvolverá em um jogador de NFL – Webb era considerado muito “cru” e com um teto de talento baixo.

O cenário ideal pensando em médio e longo prazo seria draftar um signal caller de grande potencial e deixá-lo no banco aprendendo com Eli por um ou dois anos. Neste caso, a franquia abriria mão de alguém para ajudá-la imediatamente, mas em compensação estaria se preparando para o futuro. Por outro lado, New York pode também optar por arriscar tudo em uma última tentativa antes da janela com Manning se fechar de vez. Deste modo, pegaria um atleta para suprir uma necessidade imediata, como um offensive lineman de elite ou um running back playmaker como Saquon Barkley.

Seja como for, muita água ainda vai rolar debaixo da ponte até o dia do Draft. Vários quarterbacks universitários subirão e despencarão nos boards, então fazer projeções de nomes agora é uma missão ingrata e quase inútil. O ponto é que faz sentido imaginar os Giants escolhendo um signal caller na primeira rodada, algo que não ocorre desde 2004. Tudo depende do planejamento utilizado.

O que fazer com o restante de 2017?

Dizer que o ano dos Giants acabou é apenas uma força de expressão. O time ainda terá que entrar em campo mais 11 vezes, logo é preciso ter algum objetivo até a temporada realmente chegar ao fim.

Em nossa opinião, New York deveria enxergar o restante das partidas como um laboratório para traçar sua estratégia mirando o futuro. Quem sabe não seria uma boa testar Ereck Flowers em outras posições da linha ofensiva? Ele não deu certo como left tackle, porém talvez renda melhor como right tackle ou mesmo como guard. Webb poderia entrar um pouco em alguns jogos para termos alguma ideia de como ele se sai atuando contra as defesas da NFL. Wayne Gallman, running back calouro que vem ganhando espaço nas últimas semanas, pode ser ainda mais envolvido no plano de jogo.

Enfim, existem inúmeras maneiras de realizar observações. Até o próprio Eli pode ser alvo delas, para a franquia saber se ele ainda tem lenha para queimar na NFL. A partir disso, os Giants terão uma boa ideia de quem vale a pena manter no time, além de descobrir quais jogadores estão comprometidos com a franquia. Depois, tiradas as devidas conclusões, terão mais embasamento ainda para formular a estratégia de 2018. Hoje, esta parece ser a única forma de fazer alguma coisa útil e não desperdiçar a temporada tanto assim.

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“RODAPE"

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ProClub: Com a temporada já ameaçada, Raiders não podem nem pensar em derrota contra os Chargers http://profootball.com.br/proclub/proclub-com-a-temporada-ja-ameacada-raiders-nao-podem-nem-pensar-em-derrota-contra-os-chargers/ http://profootball.com.br/proclub/proclub-com-a-temporada-ja-ameacada-raiders-nao-podem-nem-pensar-em-derrota-contra-os-chargers/#respond Fri, 13 Oct 2017 23:44:54 +0000 http://profootball.com.br/?p=13479

Após iniciar o ano com duas vitórias consistentes sobre Titans e Jets, a temporada do Oakland Raiders entrou em uma espiral descendente. Tudo começou com o colapso ofensivo diante de Washington, na semana 3. Depois, mais uma atuação fraca do ataque contra Denver e a lesão nas costas sofrida por Derek Carr, a qual poderia fazê-lo perder de duas a seis semanas. Por fim, outra derrota, a terceira seguida, sofrida para os Ravens – um time que vinha derrapando em 2017.




Desta maneira, hoje Oakland possui uma campanha com duas vitórias e três derrotas – para efeito de comparação, a franquia estava 4-1 nesse momento da temporada passada -, voltando a ostentar um record abaixo dos 50% de aproveitamento após mais de um ano.

Pensando em playoffs, a situação dos Raiders é bem mais delicada do que talvez pareça à primeira vista, não sendo exagero dizer que a partida contra os Chargers é de vida ou morte para as ambições da franquia. Um novo tropeço diminuirá ainda mais as já não muito favoráveis probabilidades de classificação ao mata-mata. A boa notícia, entretanto, é que Carr deve estar de volta. O quarterback vem apresentando uma recuperação relâmpago, está treinando e tem ótimas chances de entrar em campo no domingo, mesmo sem estar 100% fisicamente.

O que uma eventual derrota para Los Angeles significará?

Em primeiro lugar, significará que Oakland será ultrapassado pelos Chargers e cairá para a última colocação da AFC West com um terço da temporada já tendo sido disputada. Este é um buraco gigante de sair, sobretudo para um time que pertence a melhor e mais disputada divisão da NFL. Se os Raiders fizessem parte da AFC South, onde o líder soma 3-2 e existem três equipes atualmente 2-3, uma campanha 2-4 seria ruim, mas não fatal. Porém, em uma divisão com Chiefs (5-0) e Broncos (3-1) a situação é muito mais complicada. Se Kansas City abrir quatro vitórias de vantagem, a franquia californiana provavelmente dará adeus a qualquer chance plausível de título divisional.

“colts"

Ademais, Oakland cairá para 0-2 dentro da AFC West, perdendo um jogo “em casa” contra teoricamente o time menos ameaçador da divisão. “Em casa” ganhou aspas porque a partida pode sair do Oakland–Alameda County Coliseum e ir para outro lugar devido aos incêndios que assolam a Califórnia1. Seja como for, o mando de campo será dos Raiders, mesmo que eles joguem em Marte.

Para piorar, a Conferência Americana está muito mais equilibrada do que todo mundo imaginava, o que dificulta bastante a conquista de uma das vagas nos playoffs via Wild Card. Com exceção dos Chiefs, ninguém ainda conseguiu vencer quatro partidas. Por outro lado, temos sete equipes com três triunfos (Bills, Jets, Patriots, Steelers Ravens, Jaguars e Broncos). Olhando o copo meio cheio, isso é bom porque ninguém disparou e todo mundo continua com chances. Olhando o copo meio vazio, isso significa que a luta pelos lugares na repescagem será uma briga de foice.

Segundo a ESPN norte-americana, a matemática joga contra Oakland

De acordo com uma análise feita pela ESPN dos Estados Unidos, os Raiders possuem hoje apenas 12,3% de chance de chegar à pós-temporada2. Tal projeção é baseada no chamado Football Power Index e leva em conta critérios objetivos e subjetivos como, por exemplo, a campanha dos oponentes de divisão, a (possível) ausência de Derek Carr e outros fatores. Para falar a verdade, não fica tão claro assim como o site chegou a este número, mas se compararmos com os resultados de outras franquias a metodologia parece pelo menos ter lógica.

O que chama a atenção é o fato de Los Angeles ter 3,9% de chances de playoff. Deste modo, se Oakland perder e for ultrapassado pelos Chargers, suas chances de mata-mata tendem a ser menores do que isso.

Enfim, probabilidades e porcentagens estão longe de ser uma verdade absoluta. Basta lembrarmos do caso do Fluminense em 2009, que em um determinado momento do campeonato tinha 99% de chance de ser rebaixado e mesmo assim conseguiu permanecer na série A. Entretanto, estes números servem como uma espécie de guia para avaliarmos o quão difícil é a vida dos times.

E o calendário também não tende a ajudar

Mais do que qualquer porcentagem, o que realmente deve ser motivo de preocupação para os torcedores dos Raiders é o difícil calendário da equipe daqui até o final do ano. A partir da semana 7, serão quatro confrontos em casa, cinco fora e um em campo neutro – o duelo no México diante de New England na semana 11.

Oakland terá pedreiras pela frente como Chiefs (duas vezes), Broncos, Bills, Cowboys, Patriots e Eagles, além de fechar o ano atuando nas dependências dos Chargers. Os únicos adversários não tão ameaçadores são Dolphins e Giants – Miami vem jogando muito mal e New York está passando por um apocalipse particular. Ou seja, depender de uma sequência de vitórias no restante da temporada para dar uma arrancada ruma aos playoffs não é exatamente uma boa opção.

Resumindo, a combinação entre disputa forte na divisão e conferência, chances matemáticas ruins e calendário difícil faz a partida contra os Chargers ser de vida ou morte. Oakland, um time antes considerado candidato ao Super Bowl, precisará sobretudo colocar seu ataque de volta nos trilhos para vencer no domingo e não ficar prematuramente pelo caminho na temporada. Como dissemos antes, a situação é mais delicada do que parece e a água já está batendo no pescoço dos Raiders.

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Guia da Semana: Jogo de vida ou morte para os Raiders e a estreia de Peterson nos Cardinals http://profootball.com.br/guia-da-rodada-nfl/guia-da-semana-jogo-de-vida-ou-morte-para-os-raiders-e-a-estreia-de-peterson-nos-cardinals/ http://profootball.com.br/guia-da-rodada-nfl/guia-da-semana-jogo-de-vida-ou-morte-para-os-raiders-e-a-estreia-de-peterson-nos-cardinals/#respond Fri, 13 Oct 2017 23:34:40 +0000 http://profootball.com.br/?p=13452

Se existe uma certeza sobre a temporada 2017 é que ela está sendo deliciosamente divertida de acompanhar. Muitas surpresas, ótimo nível técnico de várias partidas, duelos decididos na prorrogação ou nos últimos segundos etc. Enfim, tudo o que a gente gosta e espera da NFL.

A grande missão da semana 6 será manter o alto nível apresentado até agora, embora no papel não tenhamos nenhum super confronto à primeira vista – mesmo as partidas de horário nobre no domingo e segunda-feira, por exemplo, perderam grande parte do seu apelo por conta de diversas circunstâncias que falaremos abaixo.

Mais sobre a Semana anterior da NFL: 
Top 15, pós Semana 5: Panthers em escalada após ataque engrenar
Primeira Leitura: O Apocalipse do New York Giants
Resultados, Semana 5: Packers novamente batem os Cowboys em Dallas com atuação de gala de Rodgers
Classificação da NFL, Semana 5: Seahawks assumem liderança da NFC West

Entretanto, isso não quer dizer que não existem jogos interessantes e dignos de destaque, sobretudo durante a tarde de domingo. Aliás, não custa relembrar que a partir desse final de semana as partidas começam uma hora mais tarde devido ao horário de verão aqui no Brasil, ou seja, o primeiro horário passou das 14h para as 15h, o segundo das 17:30 para as 18:30 e o terceiro das 21:30 para 22:30.

Transmissões na TV | Semana 6

Quinta, 12 de outubro

Philadelphia Eagles at Carolina Panthers| 21:30h, ESPN

Domingo, 15 de outubro

Green Bay Packers at Minnesota Vikings | 15h, ESPN

New England Patriots at New York Jets | 15h, ESPN +

Tampa Bay Buccaneers at Arizona Cardinals | 18:00h, ESPN Extra

Pittsburgh Steelers at Kansas City Chiefs | 18:25h, ESPN

New York Giants at Denver Broncos | 22h, ESPN

Segunda, 16 de outubro

Indianapolis Colts at Tennessee Titans | 22h, ESPN

Equipes em bye week: Buffalo Bills, Cincinnati Bengals, Dallas Cowboys e Seattle Seahawks

Oakland joga para se manter na briga pelos playoffs

Dizer que os Raiders jogam pela vida no domingo é um pouco dramático demais? Talvez, mas nem por isso é mentira. Oakland vem de três derrotas consecutivas e de maneira alguma pode se dar ao luxo de perder uma quarta vez, principalmente atuando em casa contra uma das piores equipes da conferência.

A boa notícia é que são gigantes as chances de Derek Carr retornar para o confronto com Los Angeles. Antes cotado para ficar fora de combate de duas a seis semanas, o quarterback vem tendo uma recuperação relâmpago após sofrer uma lesão nas costas diante de Denver. Sorte dos Raiders, pois E. J. Manuel não é capaz de fazer o ataque funcionar e foi-se o tempo em que Marshawn Lynch conseguia carregar um time inteiro nas costas. Tudo bem, os matchups contra as defesas de Broncos e Ravens não são nada favoráveis para nenhum running back, mas Lynch já não vinha fazendo nada de excepcional antes disso.

Os Chargers, por sua vez, têm como única missão plantar o caos e a desgraça no mundo. O time ainda está muito longe de ser considerado um contender aos playoffs, embora tenha vencido seu primeiro jogo do ano na semana 5. Eles chegam na partida sem muita pressão: o que vier é lucro, nem que seja a satisfação de potencialmente acabar com a temporada de um rival divisional.

Que Deus ajude os Giants

Além de encontrar o porão no fundo do poço, New York também descobriu que se cavar mais um pouco consegue chegar ao subsolo. Não bastasse começar 0-5 pela segunda vez em cinco anos, a equipe perdeu seus quatro principais wide receivers por lesão na partida diante dos Chargers. Odell Beckham Jr., Brandon Marshall e Dwayne Harris estão fora da temporada, enquanto Sterling Shepard poderá ficar algumas partidas de molho com uma contusão no tornozelo. O corpo de wide receivers será completado por Roger Lewis, Travis Rudolph e Tavarres King.

Como desgraça pouca é bobagem, Dominique Rodgers-Cromartie foi suspenso pelo time na quarta-feira depois de discutir com o head coach Ben McAdoo, pegar suas coisas e ir embora.

É nesta lamentável situação que os Giants viajarão até o Colorado no Sunday Night Football – detalhe: os Broncos ainda virão descansados da bye week. Denver com a melhor defesa terrestre da liga e a melhor em média de jardas totais cedidas por partida (260,8). Já vimos muitas loucuras acontecendo na NFL em 2017, então não dá para duvidar de nada, mas a expectativa é que o confronto seja um banho de sangue.

Packers e Vikings: outro excelente confronto na NFC North

Parece que toda vez escrevemos aqui em nosso guia da rodada sobre um duelo interessante na NFC North. O que podemos fazer se a divisão está muito boa? O confronto de destaque desta semana será entre Green Bay e Minnesota.

Os Vikings fizeram uma burrada imensa ao apressar o retorno de Sam Bradford e escalá-lo contra os Bears. Além de jogar muito mal, o quarterback ainda agravou seu problema no joelho. Deste modo, é provável que Case Keenum permaneça comandando as ações por um tempo. Obviamente não é o ideal, mas a franquia está conseguindo sobreviver, graças também o apoio de sua ótima defesa. Ademais, vale dizer que Jerick McKinnon parece ser o substituto natural de Dalvin Cook. Ele é muito mais dinâmico que Latavius Murray e foi bem mais produtivo diante de Chicago (146 jardas totais e um touchdown). As carregadas devem continuar sendo divididas, porém McKinnon pode ganhar mais espaço com o passar dos jogos.

Já Green Bay luta para abrir vantagem no topo da divisão. Liderando com o record 4-1 (Vikings e Lions estão 3-2), os Packers são discutivelmente a melhor equipe da Conferência Nacional neste primeiro terço de temporada. A atuação épica de Aaron Rodgers contra Dallas mesmo sem seu left tackle titular, seu principal running back e com seu wide receiver número #1 limitado foi um lembrete do que os cabeças de queijo são capazes de fazer. Uma curiosidade: Green Bay visitará pela segunda vez o U.S. Bank Stadium, casa do próximo Super Bowl. Ano passado, o time perdeu por 17 a 14.

Estreia de Adrian Peterson em Arizona

Muito mais pelo nome de Peterson do que por qualquer outra coisa, uma das grandes histórias da semana será a estreia do running back pelos Cardinals. Arizona precisa desesperadamente encontrar uma solução para a ausência de David Johnson, então decidiu apostar suas fichas trazendo o veterano, o qual parece ter pouca (ou nenhuma) gasolina no tanque. Peterson já chega com o status de titular e ocupando o lugar de Chris Johnson, que inclusive foi cortado. Ele não carregará a bola 25 vezes por jogo como nos tempos de Vikings, mas certamente terá o maior número de toques no backfield menos produtivo da liga (média de 51,8 jardas terrestres por partida).

Contudo, a estreia do running back não deve ser fácil, pois os Cardinals não possuem uma linha ofensiva das mais confiáveis. Além disso, Tampa Bay é a oitava melhor equipe da NFL parando o jogo corrido, com média de 87,2 jardas terrestres permitidas por jogo.

Ambos os times estão decepcionando até aqui, somam apenas duas vitórias na temporada e precisam muito da vitória se quiserem se manter na briga pelo título de divisão.

Destaques Relâmpagos

Detroit Lions @ New Orleans Saints: Lions e Saints correm por fora, mas são dois candidatos a beliscar uma vaga nos playoffs. New Orleans vem em ascensão depois de abrir a temporada com duas derrotas, a defesa melhorou (ou pelo menos deixou de ser tão ruim) e o time teve sua folga na semana passada. Já Detroit perdeu em casa para os Panthers em um jogo duríssimo e caiu para segundo na AFC North. Para quem gosta de duelo de quarterbacks, Drew Brees vs. Matthew Stafford será a melhor pedida da rodada, embora o signal caller dos Lions não esteja 100% saudável por conta de problemas no tornozelo e no músculo posterior da coxa.

New England Patriots @ New York Jets: O grande destaque aqui é o fato de New England ser o terceiro colocado na AFC East e os Jets o segundo – New York leva vantagem nos critérios de desempate. Ainda assim, os Patriots são amplos favoritos, sobretudo após a defesa dar sinal de vida diante de Tampa Bay no Thursday Night Football. A melhor chance de vitória dos Jets, donos de uma sequência de três triunfos consecutivos, é tirar vantagem da linha ofensiva adversária e pressionar Tom Brady tanto quanto for possível. Em cinco partidas, Brady já foi sackado 16 vezes – ano passado foram 15 sacks em 12 jogos.

Los Angeles Rams @ Jacksonville Jaguars: Rams e Jaguars seria uma das piores partidas da rodada há um ou dois anos. Hoje, será uma das mais interessantes. Obrigado NFL e seu mecanismos para deixar a liga sempre o mais equilibrada e imprevisível possível.

Em suma, é o confronto entre o segundo ataque que mais coloca pontos no placar (30,4 por jogo) e a terceira melhor defesa evitando que isso aconteça (média de 16,6). Jared God verá sua divindade ser testada tendo que lançar bolas na direção Jalen Ramsey e A. J. Bouye, discutivelmente a melhor dupla de cornerbacks da atualidade. Já Todd Gurley não terá vida fácil correndo contra o front seven de Jacksonville. Do outro lado, todas as atenções estarão voltadas para Leonard Fournette, que teve uma atuação de 181 jardas terrestres diante de Pittsburgh. A expectativa é de um excelente jogo.

Pittsburgh Steelers @ Kansas City Chiefs: Mais preocupante do que as cinco interceptações lançadas por Big Ben diante dos Jaguars foi a sua reação após a partida, dizendo “talvez eu não tenha mais o que é preciso”. O declínio técnico e mesmo psicológico do quarterback vem sendo assustador nesta temporada. Roethlisberger tentará dar a volta por cima visitando o melhor time da NFL em 2017, o que com certeza não é uma notícia das mais animadoras para Pittsburgh. Ele atualmente possui um rating de 75,8, pior marca desde 2006, quando terminou o ano com um total de 75,4

Indianapolis Colts @ Tennessee Titans: Muito se esperava de Tennessee antes da temporada começar, mas até agora a equipe não entregou quase nada. O massacre diante dos Texans e a derrota para Miami só aumentaram as dúvidas – Mariota não atuou contra os Dolphins, então vale fazer esta ressalva. Nem mesmo o aclamado ataque terrestre de 2016 vem funcionando. Indianapolis, por sua vez, vem sobrevivendo com Jacoby Brissett. É verdade que os Colts são os último na AFC South, mas estão empatados com Titans e Texans e apenas uma vitória atrás dos Jaguars. É bem possível que a franquia ainda esteja na briga pelos playoffs quando Luck voltar de lesão.

Com uma lesão no posterior da coxa, Mariota é dúvida para o confronto e sua participação ou não só será anunciada no dia do jogo. Assim, podemos ter um duelo entre Brissett e Matt Cassel no Monday Night Football. Salve-se quem puder.

Boletim Médico

J.J. Watt, DE – Houston Texans: Watt fraturou o platô tibial do joelho esquerdo e está fora da temporada.

Whitney Mercilus, LB – Houston Texans: Mercilus rompeu o músculo peitoral na partida contra os Chiefs e também será desfalque nos Texans até o final da temporada.

Odell Beckham Jr., WR – New York Giants: Beckham quebrou o tornozelo, passou por cirurgia e não joga mais em 2017, assim como Brandon Marshall. Dwayne Harris, outro recebedor dos Giants, também ficará do molho por bastante tempo, só que por conta de uma fratura no pé.

Sterling Shepard, WR – New York Giants: Shepard sofreu uma torção no tornozelo diante dos Chargers. O tempo de recuperação não é tão longo, porém o wide receiver ficará fora do próximo duelo diante dos Broncos – ele perdeu sessões de treinamento durante a semana.

Marcus Mariota, QB – Tennessee Titans: Mariota treinou de maneira limitada na quinta-feira e segue fazendo progresso. Mesmo assim, sua participação ou não no Monday Night Football deve ser decidida às vésperas do confronto.

Sam Bradford, QB – Minnesota Vikings: O quarterback vem sendo poupado dos treinos e não jogará na semana 6.

Charles Clay, TE – Buffalo Bills: O tight end passou por uma artroscopia no joelho e deverá ficar algumas semanas fora de combate. Imensa perda para os Bills.

Bilal Powell, RB – New York Jets: Powell está lidando com um problema na panturrilha. Ele perdeu dias de treinamento durante a semana e dificilmente entrará em campo no domingo.

Terrance West, RB – Baltimore Ravens: West vive uma situação similar a de Powell: lesão na panturrilha, treinos perdidos e status duvidoso para o próximo jogo.

DeVante Parker, WR – Miami Dolphins: Parker foi mais um wide receiver que machucou o tornozelo na rodada passada. Ele também vem sendo poupado dos treinamentos e seu status é altamente questionável.

Haloti Ngata, DT – Detroit Lions: Ngata passou por uma cirurgia no bíceps e precisará de quatro meses de recuperação. O defensive tackle não volta mais em 2017.

Travis Kelce, TE – Kansas City Chiefs: Kelce sofreu uma concussão diante dos Chiefs e, embora tenha apresentado evolução, por enquanto ainda está no protocolo da liga. Seu status é questionável, mas fontes indicam que ele joga no domingo.

Chris Conley, WR – Kansas City Chiefs: O recebedor rompeu o tendão de Aquiles e está fora do restante da temporada.

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Alabama vs Clemson, Parte III – Será que teremos mais uma final repetida no College? http://profootball.com.br/cfb/alabama-vs-clemson-parte-iii-sera-que-teremos-mais-uma-final-repetida-no-college/ http://profootball.com.br/cfb/alabama-vs-clemson-parte-iii-sera-que-teremos-mais-uma-final-repetida-no-college/#respond Fri, 13 Oct 2017 18:07:08 +0000 http://profootball.com.br/?p=13470

Quanto mais a temporada vai se desenhando, mais eu tenho a impressão de que teremos novamente um embate entre Alabama e Clemson em janeiro – talvez o tira-teima, já que cada equipe tem uma vitória sobre a outra nas duas últimas finais nacionais. E não é difícil imaginar por quê: são dois times com ótimos técnicos e, justamente por isso, excelentes jogadores.

Na verdade, a impressão é de que existem Alabama e Clemson no topo e então todo o resto – no momento, praticamente ninguém parece ser páreo para nenhuma das duas equipes. A pergunta que fica é: isso é algo bom ou ruim pro college football?

Como torcedor de Stanford não relacionado diretamente a nenhuma das duas equipes (exceto por ser um pouquinho – bem pouquinho mesmo – hater de Bama), eu confesso que acho isso um pouco entediante, afinal de contas meu fator favorito relacionado ao college é o caos e a imprevisibilidade e, bem, imaginar um título nacional ser disputado pelas mesmas duas equipes pela terceira vez consecutiva me faz pensar mais em NBA do que em NCAA – e pra mim, que não gosto de NBA e sua polarização, isso não é nada bom…

Mais College? Confira aqui nosso podcast: Recap da Semana 6 | Oklahoma praticamente diz adeus aos playoffs

Por outro lado, como fã do college football como um todo, eu reconheço a importância histórica deste momento. Qualquer um que conheça um pouco da história deste esporte sabe que, assim em como todos os outros, dinastias vêm e vão, muitas vezes marcando toda uma era. Porém raramente dois programas de alto nível se encontram no topo simultaneamente – e é isso que está acontecendo no college com Alabama e Clemson.

Pode até ser previsível, um pouco entediante e bastante parecido com a monotonia da NBA (novamente, EU não gosto – mas respeito completamente), mas esse provável Nick Saban vs. Dabo Swinney III seria o mais novo capítulo de uma rivalidade tão grande quanto Lakers vs. Celtics (ou, recentemente, Cavaliers vs. Warriors) no basquete, Muhammad Ali vs. Joe Frazier no boxe, Yankees vs. Dodgers na World Series e Estados Unidos vs. União Soviética em praticamente todos os esportes olímpicos na segunda metade do século passado.

Mais para você entender o College Football:

Se isso realmente acontecer – e o cenário atual mostra que isso é cada vez mais provável -, será um jogo imperdível!


“PROCLUB"
 
 

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