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A partir de hoje, teremos prévias para os quatro jogos do Divisional Round – a semana mais importante do futebol americano profissional a cada temporada. São quatro jogos com os oito times restantes na temporada e as duas equipes que folgaram em cada conferência juntam-se à festa. Com quatro potenciais jogões, não tem como ficar melhor do que isso.

De toda forma, sabemos que nem todos vocês vão ler esses textos – shame on you! Para quem quer algo mais rápido, preparei este texto com as principais narrativas de cada uma das “semifinais” de Conferência. Não tem erro: leia rapidamente aqui e assista com mais tempero no sábado e domingo.

Para quem quer uma cobertura ainda mais densa, lembrando, nossa recomendação de sempre é o ProClub – estamos preparando conteúdo premium toda semana para quem quer ir além no amor pela NFL.  Um exemplo de artigo exclusivo são das picks da semana para quem aposta nos jogos.

Sem mais delongas, bora?

Falcons at Eagles, sábado 19h

Principal narrativa: A ausência de Carson Wentz. Machucado na partida contra o Los Angeles Rams na reta final da temporada, Wentz era candidato ao prêmio de MVP da temporada. Sem ele, os Eagles contam com Nick Foles e são zebras por três pontos em Las Vegas – mesmo jogando em casa.



Narrativa secundária: O Atlanta Falcons busca seguir seu caminho de redenção na temporada 2017. Quase um ano depois do colapso no Super Bowl LI, os Falcons não têm o mesmo ataque sexy da temporada passada – contudo, são um time mais experiente e equilibrado (sobretudo na defesa).

Olho em: Julio Jones, wide dos Falcons. Jones tem média de 104 jardas recebidas nos sete jogos de pós-temporada em que esteve – e já teve mais de 180 em dois, juntando-se às lendas Jerry Rice e Fred Biletnikoff.

Titans at Patriots, sábado 23h

Principal narrativa: Tudo normal em New England? Na semana passada, um artigo da ESPN americana relatou que, supostamente, haveria uma briga entre Tom Brady/Robert Kraft e Bill Belichick – indicando até a possibilidade de que Belichick não volte a treinar o time na próxima temporada. A primeira partida depois dessa bomba jogada pela imprensa americana é um termômetro, queira ou não.

Narrativa secundária: Titans tentam cometer o crime. Claro, o resultado do jogo importa – não só as notícias extracampo. Os Titans são zebras por 14 pontos nas bolsas de apostas e somente três times na Era Super Bowl venceram partidas de pós-temporada nessas situações. Jets no Super Bowl III, Patriots no Super Bowl XXXVI e os Jaguars contra Denver nos playoffs de 1996.

Olho em: Derrick Henry, running back dos Titans. Se os Titans tiverem uma chance é através dele. Henry correu para 156 jardas na semana passada contra os Chiefs e enfrentará uma defesa bem fraca contra a corrida – segunda pior em jardas cedidas por corrida e pior em jardas corridas/tentativa antes do primeiro contato.

Jaguars at Steelers, domingo 16h

Principal narrativa: Qual Big Ben vai aparecer? Ben Roethlisberger já disse que não acredita que o jogo de domingo será seu último no Heinz Field – para quem não se recorda, ele ameaçou aposentadoria na última intertemporada. Falando em Heinz Field, os Steelers enfrentaram os Jaguars na Semana 5 – e foram cinco interceptações de Roethlisberger, duas retornadas para .



Narrativa secundária: O ataque de Jacksonville vai ajudar em alguma coisa? A defesa a gente sabe que é muito boa – segunda da NFL em menos pontos cedidos por partida, sacks e jardas. Seja como for, os Jaguars não podem se dar ao luxo de contar com aquela atuação defensiva de outubro – a regressão estatística à média deve acontecer e dificilmente Ben terá duas pick sixes, né?

Olho em: Antonio Brown, wide dos Steelers. Depois de perder os dois jogos finais da temporada regular com lesão na panturrilha, ele voltou aos treinos e deve jogar contra Jacksonville. Contra os Jaguars na Semana 5, aparte de um jogo horrível de Roethlisberger, Brown teve 157 jardas recebidas – maior marca cedida por Jacksonville para um recebedor nesta temporada.

Saints at Vikings, domingo 19h

Principal narrativa: Minnesota tem uma das melhores defesas da NFL em vários quesitos – terceira descida, redmenos big plays e outras situações importantes de jogo. Contra um forte ataque terrestre e Drew Brees, será um desafio incrível para essa unidade.

Narrativa secundária: Os Vikings seguem tentando fazer o que nenhum time jamais conseguiu: jogar o Super Bowl em casa. O mais perto que um time chegou foi o San Francisco 49ers de 1984 – mas não jogou em casa, jogou no estádio de Stanford (que fica perto, mas não era sede do time).

Olho em: Case Keenum, quarterback do Minnesota Vikings. Primeira partida de pós-temporada de Keenum como titular, ele será o 18º quarterback diferente que Minnesota escala num jogo de pós-temporada (nenhum time tem mais). Nas últimas seis aparições, aliás, foram seis quarterbacks diferentes.

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