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Acredito ser desnecessário reviver o lance miraculoso que colocou o Minnesota Vikings na final de conferência da NFC. O torcedor do New Orleans Saints se lembrará para sempre do touchdown de Stefon Diggs, que entrou para a história não só da franquia, mas da pós-temporada.

Posto isso, fica a dúvida: e agora, New Orleans Saints? O que podemos esperar do futuro após uma temporada mágica, marcada pelo surgimento de uma defesa jovem e um jogo terrestre para lá de eficiente?

Bom, o futuro próximo pode ser ainda bastante animador, mas depende exclusivamente de um primeiro passo: manter Drew Brees no New Orleans Saints.



Com Brees, o resto pode se desenvolver com mais calma

Por mais que eu acredite que o camisa 9 ficará como signal caller da franquia até o final da sua carreira, é possível que ele vista outra camisa em 2018. Dizer o quão provável é essa hipótese seria apenas inventar palpites, mas é um cenário possível. O produto de Purdue já expressou sua vontade de permanecer na Louisiana, mas é aquela boa e velha história: não dá para contar com os ovos dentro da galinha.

Vamos operar na hipótese quase certeira de que Drew Brees permanecerá em New Orleans. Ele permanecer é justamente o primeiro passo para que a equipe se mantenha competitiva. Com o signal caller, as armas ofensivas e defensivas terão uma estabilidade na capacidade do camisa 9 em tomar as rédeas da equipe, e poderão se desenvolver com mais paciência. As jovens peças poderão cometer um erro ali, outro aqui; Drew Brees estará lá para devolver o eixo à equipe e fazer com que o time se mantenha nas partidas.

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Pode parecer bobagem, mas faz diferença. Ter espaço de manobra para se recuperar de um erro ajuda bastante no amadurecimento de um jogador; saber que um tropeço pode ser recuperado, que não foi tudo pelos ares.

Considerando a idade da unidade defensiva do New Orleans Saints, aproveitar Drew Brees ainda em alto nível é uma benção para que, quando chegar a hora do signal caller se aposentar, eles estejam maduros e capazes de assumir as rédeas da equipe de vez.



“colts"

Ainda mais talento

O que pode ter passado despercebido por muita gente é que o New Orleans Saints sofreu demais com lesões ao longo da temporada. Antes de enfrentar o Minnesota Vikings, nomes como os offensive linemen Zach Strief e Andrus Peat, Coby Fleener,  os defensores Delvin Breaux, Alex Okafor, John Hughes, A.J. Klein, Alex Anzalone, David Parry, Kenny Vaccaro, Hau’oli Kikaha estavam todos na injured reserved, sem mencionar o defensive tackle Nick Fairley, fora desde antes da temporada começar.

Pasme, essas não são todas as lesões. O que quero dizer é que o elenco do New Orleans Saints, especialmente do lado defensivo da bola, tem mais espaço ainda para crescer. Lógico, lesões fazem parte do esporte, mas diversos titulares foram perdidos ao longo da temporada, e, bem ou mal, isso prejudica drasticamente a profundidade de elenco de uma determinada unidade.

O time se manterá competitivo

Depois do Draft fantástico em 2017 e o cartão de visitas do que um elenco jovem e talentoso aliado a um quarterback hall of famer podem fazer, o New Orleans Saints pode ter perdido para os Vikings, mas ainda é uma das equipes mais empolgantes para 2018.

Com mais um ano de amadurecimento para os jovens talentos, mais um ano para trazer armas no Draft e mais um ano de Drew Brees, os campeões do Super Bowl XLIV tem tudo para tentarem se tornar os campeões do Super Bowl LIII.

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