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O assunto do momento é como cada franquia vai aproveitar a free agency para encorpar o time. E, nos últimos dias, muitos fãs do Green Bay Packers vêm me perguntando o que a franquia pode fazer para não depender de Aaron Rodgers como outrora. A boa notícia é que o novo general manager da equipe demonstrou que pretende se mexer – ao contrário do que acontecia no regime anterior.

O Green Bay Packers já conta com um bom elenco – incluindo um dos melhores quarterbacks da NFL em monstro Aaron Rodgers. Prova disso é que a equipe chega entre as mais cotadas nas casas de apostas para chegar ao Super Bowl LIII. Ainda assim, novas opções são necessárias para que o quarterback tenha uma ajuda maior para buscar as vitórias.

Free Agency deve ser usada (finalmente)

Nos últimos anos, o Green Bay Packers ficou mais conhecido por focar no draft do que na free agency. A situação pode mudar devido a não-classificação para os nesta última temporada, o que deve trazer uma pressa na montagem do elenco, até porque a idade de Aaron Rodgers vai avançando e não dá para saber por quantas temporadas o quarterback ainda conseguirá conduzir a franquia em alto nível.

Essas negociações acabam sendo fundamentais para aumentar as chances de títulos da equipe e que faz com que você invista logo nos outrights, pois as cifras certamente ficarão menores em caso de boas contratações, pois aumentarão as suas possibilidades.

Por enquanto, existem excelentes opções no mercado e US$ 16,5 milhões para usar e ficar dentro do teto salarial – e o valor pode ser maior com eventuais cortes.

Claro: falar é mais fácil do que fazer. Não é como se os Packers tivessem toneladas de espaço no teto salarial. Para tê-lo, seria necessário renovar com Aaron em termos mais amigáveis para 2018 e talvez alguns cortes teriam que acontecer – o time cortou Jordy Nelson na tarde desta terça, aliás.

Explicando a conta: o time tem 16 milhões de espaço. Cortando Nelson e Randall Cobb (ainda pode rolar), mais 19 milhões aparecem – o que totaliza 35 milhões disponíveis. É um dinheiro bom para renovar com Rodgers e ainda sobrar verba para alguma peça. Talvez daí o motivo pelo qual Gutekunst, o general manager da equipe, mencionou “a peça certa para apertarmos o gatilho”.

Na tarde desta terça-feira, Adam Schefter disse no twitter que os Packers devem assinar com Jimmy Graham – que não vem de seus melhores anos, mas foi bem na red em Seattle. Além dele, pode ser que outros nomes desembarquem em Green Bay.

Entre os alvos, dois aparecem com grande destaque e cairiam como uma luva na equipe. No ataque, o recebedor John Brown, do Arizona Cardinals, seria uma alternativa excelente para os lançamentos de Rodgers. Já para a função de cornerback, Aaron Colvin, do Jacksonville Jaguars, é o nome da vez e também elevaria o patamar do Green Bay. Com a dupla Jalen Ramsey e A.J. Bouye sendo a melhor da NFL na posição, Colvin ficou sem espaço na Flórida e certamente estará em outro time para a próxima temporada.

Na frente em meio ao equilíbrio da Conferência Nacional

Sem essas duas peças ou nomes com um nível parecido, os Packers até aparecem na frente entre os favoritos para a próxima temporada – mas não chegam com os status de favorito na NFC do mesmo nível que os Patriots têm na AFC, por exemplo. A disputa na Conferência Nacional é ainda mais equilibrada, o que faz com que as cifras sejam nas bolsas. O título do Green Bay na temporada 2018 edição garante R$ 6,00 para cada real, de acordo com estatísticas do Oddsshark.com.

É o time mais cotado no momento, ao lado do atual campeão, Philadelphia Eagles, que rende o mesmo valor. Minnesota Vikings, dando R$ 8,50, e Dallas Cowboys, rendendo R$ 10,00 aparecem logo atrás na lista. Vale lembrar que. apesar da NFL ser uma disputa bem aberta, vale a pena fazer o investimento antecipado nos outrights. Afinal, conforme a franquia for avançando, você terá oportunidade para desistir da aplicação em troca de um retorno mais baixo. Além disso, se deixar para aplicar depois, certamente encontrará cifras menores, pois como dissemos é grande a chance de o time ir na free agency para tentar reforçar o grupo.

No bolo dos candidatos

Em se tratando dos Packers, a expectativa é sempre de luta no mínimo pela classificação para a pós-temporada, com ou sem contratações. No ano passado, a missão não foi possível – devido principalmente à lesão de Aaron Rodgers, que fez com que o quarterback ficasse de fora em partidas importantes. Ainda desfalcada, a franquia conseguiu sete vitórias em 16 jogos. Esta foi a primeira vez desde 2008 (primeiro ano de Rodgers como titular) que a equipe não alcançou os. E nas sete participações anteriores, em três alcançou a decisão da Conferência Nacional.

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Ao menos até aqui, o Green Bay Packers aparece como um forte concorrente ao título do Super Bowl. A franquia é a segunda mais cotada para a taça, dando R$ 10,00 para R$ 1,00. A conquista seria a quinta da história e se igualaria ao New England Patriots, que aparece na frente nas casas de apostas, oferecendo R$ 6,00, segundo dados do Oddsshark.com.

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