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Há alguns anos, seria impensável para mim noticiar algo do gênero. Não só os Browns evitaram “forçar” uma situação na qual draftassem um quarterback como, além, disso, conseguiram uma eventual barganha na segunda rodada com DeShone Kizer na escolha número 52.

Como amplamente falamos e escrevemos aqui em ProFootball, Kizer é possivelmente o grande diamante cru desta classe. A ética de trabalho está lá, as intangíveis estão lá – mas há problemas, como leituras, consistência, trabalho de pernas e mecânica de passe. Todos esses problemas são a parte a ser lapidada do diamante Kizer.

Poderia parecer que ele foi para a pior situação possível: um time que costuma apressar quarterbacks e colocá-los em campo antes que eles tenham capacidade de desenvolver um bom nível de jogo. Foi assim com Tim Couch em 1999 e desde então com quase 30 quarterbacks titulares.

Ao que tudo indica, as coisas realmente mudaram no Dawg Pound. Sashi Brown, general manager de Cleveland, já avisou que Kizer não será jogado aos leões antes de estar pronto. “É, acho que de maneira ideal temos que dar a DeShone algum tempo”, disse Sashi numa entrevista para uma rádio local. “Nós gostamos de Cody [Kessler], nós gostamos de Brock [Osweiler, o cosplay de poste, e só vocês, viu] e gostamos de Kevin [Hogan]. Vamos ver no que isso dá. Mas ele não tem que sentir essa pressa [de ser titular na Semana 1].

Embora tenha feito um sólido draft no ano passado e neste também, os Browns ainda estão a alguns jogos, jogadores e semanas de serem um desafiante na AFC North e na Conferência Americana como um todo. De toda forma, o caminho já está sendo traçado de maneira – finalmente – correta, lógica e racional.

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