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Enquanto o New York Jets já confirmou que vai absorver qualquer multa dos seus jogadores relacionada aos protestos durante o hino dos Estados Unidos antes das partidas, o Miami Dolphins anunciou nesta semana um caminho totalmente inverso. O perfil oficial da Associated Press divulgou ontem (19) pelo Twitter que a equipe vai fazer linha dura com quem se ajoelhar em forma de protesto.

Com a nova diretriz da diretoria dos Dolphins, a equipe vai punir os seus jogadores com suspensões de até quatro jogos e/ou multas. A reação da notícia foi extremamente negativa por parte dos torcedores da equipe, e a maioria deles xingaram o time no Twitter oficial deles.


Em comunicado, a equipe disse que vai tomar todas as medidas cabíveis para disciplinar seus jogadores, e que isso pode levar até quatro jogos de suspensão. Stephen Ross, dono da equipe, disse que não vai tolerar nenhuma indisciplina por parte dos atletas dos Dolphins. Na nova política de conduta durante o hino, a NFL punirá a equipe caso haja algum protesto durante a execução.

Após a notícia, a NFLPA (Associação dos Jogadores) divulgou um comunicado em conjunto com a NFL sobre a situação do hino: “A NFL e a NFLPA, com a recente onda de discussões sobre o assunto, estão trabalhando para chegar a uma resolução sobre o problema do hino. Para seguir esse diálogo construtivo, nós, da NFLPA, já colocamos a nossa queixa para a NFL em relação a nova conduta do hino. Nenhuma nova regra em relação ao hino será reforçada durante as próximas semanas”.

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Kenny Stills, que se ajoelhou durante o hino por toda última temporada, segue no elenco dos Dolphins. O recebedor é um dos jogadores mais ativos da liga quando o assunto é igualdade racial, e provavelmente não seguirá a nova conduta da NFL.

Com a pré-temporada perto doício (inicia em agosto), será interessante ver como as outras equipes vão abordar esse assunto. Jets e Dolphins já escolheram seus caminhos — e ambos são totalmente distintos.

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