Uma senha sera enviada para seu e-mail

Sempre que o nome de Darrell Bevell for mencionado, o que virá à mente do fã de NFL não será o trabalho de desenvolvimento que fez com Russell Wilson em 2012 ou os bons anos com Marshawn Lynch. Bevell sempre será lembrado pelo desempenho ruim do ataque nos últimos anos – fora Wilson, claro – e aquela chamada ao final do Super Bowl XLIX.

Claro: Pete Carroll sempre fará questão de dizer que a chamada era de sua responsabilidade e que ele foi quem escolheu passar a bola. Mas, fato é que o ataque de Seattle precisava de novas ideias. Mesmo com Russell Wilson liderando a NFL em passes para touchdowns em último quarto, o que fica é que ele liderou o ataque em touchdowns e jardas terrestres. E isso simplesmente não pode acontecer para um time que quer ser competitivo.

“seattle"

O ataque de Seattle, não de hoje, foi inconsistente até não poder mais. Wilson, jogada sim, jogada também, tinha que se virar no pocket para não ser engolido. Três anos após liderar a liga em jardas terrestres – 2014, ano que chegaram ao Super Bowl – o time caiu para 23º no quesito. Das 1629 jardas corridas, 586 vieram do quarterback. Como resultado, a defesa adversária podia ser ainda mais agressiva no pass rush e Wilson pagava a conta.

A saída de Bevell, portanto, era quase que esperada. Não é de hoje que você roda a internet e se depara com torcedores dos Seahawks pedindo sua cabeça. A não ida para a pós-temporada faz com que alguém pague a conta. Depois de Wilson pagar por 17 semanas, Bevell viu sua vez chegar.

Na Era Pete Caroll, Darrell foi o segundo coordenador ofensivo. Jeremy Bates foi demitido após a temporada 2010 e Bevell estava com o time desde então. No lado defensivo, vários já passaram pelo time – com destaque para Dan Quinn e Gus Bradley. Resta saber quem assume no lugar agora.

Comentários? Feedback? Siga-me no twitter em @CurtiAntony ou no facebook – e ainda, nosso site em @profootballbr e curta-nos no Facebook.

Textos Exclusivos do ProClub, Assine!
Jon Gruden: o brilho da prata ou a ausência de luz do preto?
11 times que podem escolher um cedo no próximo Draft
Ron Rivera, Jerry Richardson e a relação patrão/empregado na NFL
Não existe explicação plausível para os Bengals renovarem com Marvin Lewis