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Leitura Rápida: Se os Cabeças de Queijo conseguirem manter o seu brilhante em campo, a expectativa é de mais um ótimo ano pelos lados de Wisconsin

O ano de 2017 começou bem promissor para o torcedor do Green Bay Packers: umício 4-1 com Aaron Rodgers jogando o fino da bola. O sonho de voltar ao Super Bowl foi para o espaço na semana 6, quando Anthony Barr, do rival Minnesota Vikings, aplicou um tackle que tirou o camisa 12 de boa parte da temporada com a clavícula quebrada. Por mais que os Cabeças de Queijo não quisessem admitir na época, no fundo já se sabia que aquele era o final dos sonhos de trazer o Vince Lombardi Trophy de volta para o Wisconsin. Sem A-Rod, o time venceu apenas três dos últimos 12 compromissos e, pela primeira vez desde 2008, ficou de fora dos playoffs.

Será que em 2018 o desfecho será diferente?

Se Aaron Rodgers conseguir ficar em campo, tudo é possível! Para quem não se lembra, o camisa 12 sofreu a mesma lesão, uma fratura de clavícula, na temporada 2013. No ano seguinte, A-Rod chegou com ‘sangue nos olhos’ e foi simplesmente avassalador: liderou os Packers a uma campanha de 12-4, chegou à final da NFC e faturou com muita justiça o seu segundo prêmio de MVP. Se isso voltar a se repetir, os Cabeças de Queijo podem sonhar bem alto.

Embora muito da campanha ruim de 2017 esteja ligada a ausência de Rodgers, o fato do time não conseguir produzir absolutamente nada sem o seu quarterback resultou em uma boa faxina faxina no comando técnico –  comandada pelo novo general manager Brian Gutekunst: o técnico Mike McCarthy segue no comando, mas com novos coordenadores – ofensivo e defensivo. A promessa é de um ‘chacoalhão’ nas estruturas pelos lados de Wisconsin.

“greenbay"

Se a defesa der o salto de qualidade que se espera e Aaron Rodgers permanecer saudável, os Packers são sérios candidatos ao título – e isso se reflete claramente nas cotações das casas de aposta. Afinal, como não confiar no melhor quarterback da atualidade? O Green Bay Packers aparece na segunda colocação, empatado com o campeão Philadelphia Eagles, na lista de favoritos ao Super Bowl: se A-Rod conquistar o seu segundo anel de campeão você recebe R$9 a cada real investido segundo o site especializado Oddsshark.com.

Os valores relativamente baixos impressionam, pois a caminhada não será nada fácil. Além de travar uma briga feroz com o Minnesota Vikings dentro da própria NFC North, com dois confrontos, os Packers encaram Los Angeles Rams, New England Patriots e Seattle Seahawks longe do Lambeau Field. Mesmo assim a estimativa de vitórias permanece bem alta: se Green Bay ganhar 11 partidas você recebe R$2,20 a cada real investido segundo o  Oddsshark.com.

Pontos fortes

Claro que o ponto mais forte dessa equipe está na posição de quarterback – não é exagero nenhum colocar Aaron Rodgers como o melhor de sua posição em atividade. Mesmo sem a presença do Jordy Nelson, cortado da equipe por problemas de separação nas rotas, a tendência é de mais um ano brilhante do camisa 12 sob a batuta do coordenador Joe Philbin – que volta para reeditar a prolífica parceria de 2007 a 2011. Philbin teve uma passagem horrenda como head coach dos Dolphins, mas vale lembrar que ele foi bem como coordenador.

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Bons alvos não vão faltar para A-Rod fazer a sua mágica: além do bom trio Davante Adams, Randall Cobb e Geronimo Allison e da contribuição do corpo de running backs recebendo passes, o camisa 12 recebeu dois ‘brinquedinhos’ bem interessantes para lançar a bola dentro da red: os tight ends Jimmy Graham e Mercedes Lewis.

Na defesa, a prioridade máxima da equipe na última intertemporada foi arrumar uma das piores secundárias da NFL. Não por acaso os Packers gastaram as duas primeiras escolhas do último Draft em cornerbacks – selecionando a dupla Jaire Alexander e Joshua Jackson. Os calouros devem fazer um bom trio com o veterano Tramon Williams – que volta a Green Bay após três anos longe.

Pontos fracos

Como ficou extremamente claro no ano passado, o destino dos Packers passa exclusivamente por manter a sua maior estrela saudável. Green Bay foi o terceiro pior time protegendo o em 2017  – foram 51 sacks cedidos no total – e isso precisa mudar com urgência se a meta é o Vince Lombardi em fevereiro.

Saudáveis, David Bakhtiari e Bryan Bulaga formam uma das melhores duplas te tackles da NFL, agora, precisam ficar em campo e não no departamento médico.  O problema está no interior da linha – especialmente na posição de guard: Justin McCray foi muito mal no ano passado e Lane Taylor é apenas mediano. Pelo menos o center Corey Linsley parece estar totalmente recuperado da lesão que prejudicou demais o seu rendimento em 2017.

Outro ponto de interrogação está na defesa – mais precisamente no pass-rush. Mesmo com a chegada do veterano Muhammad Wilkerson, será que Green Bay possui as peças que o novo coordenador Mike Pettine precisa para o seu híbrido de 3-4 e 4-3? Como apenas um outside foi selecionado no Draft, na última rodada, o time cruza os dedos e espera que Clay Matthews e Nick Perry segurem o rojão em mais uma temporada.

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