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Longe da disputa dos, Buffalo Bills, New York Jets, Cincinnati Bengals estão cotadas para poucas vitórias nas casas de apostas de futebol americano, mas o Miami Dolphins aparece em uma situação ainda pior, dando um lucro alto caso consiga alcançar apenas sete vitórias nesta temporada da NFL.

A confiança do público em Miami não está muito alta. Pelo menos isso é o que indica as cotações para o número de vitórias da franquia. A opção que aparece na frente no momento é de que a equipe terá no máximo seis triunfos ao longo da temporada regular. Caso de fato pare por aí, garante R$ 1,76 para cada real, segundo estatísticas do Oddsshark.com.

O detalhe importante é que o começo da campanha não é tão difícil. Nos três primeiros jogos, os Dolphins encaram Tennessee Titans, New York Jets e Oakland Raiders. Do trio, o que aparece com mais chances de brigar pelo título é o primeiro, mas ainda assim o duelo ocorre no em casa, no Hard Rock Stadium. Caso passe zerado ou com no máximo um triunfo por essa sequência, os Dolphins terão dificuldades para ultrapassar as seis vitórias, principalmente porque seu quarto compromisso é fora de casa contra o forte New England Patriots. Umício 1-4 seria para lá de complicado.

A outra opção de investimento é com o Miami tendo sete ou mais resultados positivos, o que garante R$ 2,00 para R$ 1,00, de acordo com dados do Oddsshark.com. Para quem achar que os Dolphins conseguem ganhar pelo menos seus dois jogos em casa do começo da temporada esta é uma excelente oportunidade, pois as cifras vão cair consideravelmente depois.

Pontos fortes

Depois de uma campanha fraca e a saída de algumas peças, o Miami Dolphins tenta se apegar a dois reforços. O grande destaque é Danny Amendola, que vem do New England Patriots após dois Super Bowls nos cinco anos que esteve por lá. Na carreira, são 111 jogos de temporada regular, tendo recebido 4109 jardas e anotado 19 touchdowns. Na edição passada, seu principal desempenho foi nos, quando terminou como o maior recebedor e avançou 348 jardas.

Quem também pode fazer a equipe subir de produção é Frank Gore, que embora tenha uma idade avançada ainda tem muito o que contribuir em campo e principalmente no vestiário. Dos que permanecem, o safety Reshad Jones é o grande nome.

Outra boa notícia é a volta de Ryan Tannehill. O quarterback ficou de fora de toda a temporada 2017 e sua ausência foi um dos principais motivos para o fraco desempenho da franquia. Não dá para afirmar que o jogador terá o mesmo rendimento de antes da lesão, mas pior que Jay Cutler ele não será. Em 2016, teve 19, 2995 jardas passadas e 67,1% de acerto

Por fim, os selecionados no Draft  foram Minkah Fitzpatrick, Mike Gesicki e Jerome Baker. Líder da defesa de Alabama, Minkah pode ajudar demais o setor – ainda mais pela já boa presença de Jones. Gesecki pode suplementar a saída de Jarvis Landry – mesmo sendo tight end, ele joga bastante no slot (semelhante a Evan Engram, dos Giants, portanto).

Pontos fracos

As perdas de dois de seus destaques é a situação mais crítica do Miami Dolphins. Isso porque a equipe já era mediana, sem estas peças torna-se uma incógnita sobre capacidade de substituição.

O menos sentido, a princípio, é Jarvis Landry. O wide terminou 1017 com 987 jardas avançadas e foi melhor jogador da equipe para a posição, mas a chegada de Amendola e de Gesecki devem suprir seu desfalque.

Já a perda de Ndamukong Suh é significativa. Por mais que o jogador não tenha ido tão bem nos últimos anos, tendo sido selecionado apenas para um Pro Browl em três temporadas, ele é um dos defensive mais talentosos da liga. Em 2017, ele atuou nos 16 jogos e terminou com 4,5 sacks, dois fumbles, dois passes desviados e 47 tackles combinados. Para o seu lugar chegou Akeem Spence, que não é do mesmo nível.

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Para completar,  Miami ainda tem que provar que consegue ter um ataque mais produtivo nesta temporada. Na última terminou com apenas 281 pontos, na frente apenas de Indianapolis Colts, Cleveland Browns, Chicago Bears e New York Giants, que foram os dois últimos colocados das Conferências. Considerando que Adam Gase, o head coach, é um “guru ofensivo”, é esperado que o time faça (bem) mais do que isso.

Últimas temporadas

O Miami Dolphins só conseguiu avançar aos uma vez nos últimos nove anos. Esta foi a única ocasião que a equipe teve mais vitórias do que derrotas neste período. No entanto, a franquia não termina com menos do que seis triunfos desde 2007.

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