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Leitura Rápida: Com time coeso na linha ofensiva e defensiva, quarterback ex-Washington inicia trajetória em Mineápolis que pode lhe render a primeira vitória na pós-temporada

Depois de ficar a um jogo de ser o primeiro time da história da NFL a disputar o Super Bowl em casa, o Minnesota Vikings tenta esquecer o atropelo realizado pelo Philadelphia Eagles na decisão da Conferência Nacional (NFC). Para 2018, a equipe foca no principal objetivo da temporada que tem o kickoff em setembro: conquistar o Super Bowl LIII. Responsável pela contratação mais badalada do mercado (o quarterback Kirk Cousins) e mantendo diversas peças de uma linha defensiva considerada top de ranking em vários quesitos, a equipe de Mineápolis chega com bastante pompa para 2018.

Atuais campeões da NFC North com campanha 13-3 na temporada regular, feito que não conseguiam desde 1998, quando alcançaram a incrível marca de 15-1, os Vikings terão como principal adversário na divisão o Green Bay Packers. A rivalidade com a franquia liderada por Aaron Rodgers tem sido algo tão forte nos últimos anos que o título da divisão não sai das mãos de uma das duas franquias desde 2011.

É por isso que as duas equipes lideram as parciais para o título de divisão segundo as casas de apostas de Las Vegas. Mas o retorno questionável do quarterback de 34 anos, que quebrou a clavícula na Semana 6 da NFL de 2017, faz o time agora comandado por Kirk Cousins ter leve favoritismo. O bicampeonato do Minnesota na NFC North, que ainda conta com o Detroit Lions e o Chicago Bears, paga R$ 2,35 para cada real investido de acordo com o site especializado Oddsshark.com, contra R$ 2,40 de Rodgers e companhia.




Vencer a NFC North significa que os Vikings deverão ultrapassar a barreira do duplo dígito de vitórias na temporada regular. Pelo menos se levarmos em consideração os últimos quatro anos, já que o campeão da divisão venceu ao menos dez jogos. Esta expectativa segue valendo para 2018, já que o Vikings de 2018 é cotado em R$ 1,80 pelo Oddsshark.com para ter um ano acima de 10 vitórias.

Pontos fortes

Principal quarterback disponível durante a free agency, Kirk Cousins é a grande aposta de Minnesota Vikings para mudar a equipe de patamar na NFL. Apesar de Case Keenum ter sido um dos responsáveis pelo “Milagre de Mineápolis”, batendo o New Orleans Saints com o cronometro zerado após dar passe para touchdown de Stefon Diggs, a franquia de Mineápolis não segurou o camisa 7 e abriu os cofres para trazer o então jogador de Washington. Em três anos com o Vikings, o camisa 8 ganhará 84 milhões de dólares – tudo garantido, num contrato sem precedentes.

Apesar do alto investimento, Cousins promete fazer valer cada centavo de seu salário. Se repetir os números com sua antiga franquia, já que passou das três mil jardas e lançou para 25 TDs nas três últimas temporadas, a gastância valerá a pena. Isso porque apenas três quarterbacks do Vikings tiveram tal média em 57 anos de história da franquia: Warren Moon (1995), Daunte Culpepper (2004) e Brett Favre (2009).

Para ajudar Cousins nesta nesta adaptação, o time trouxe uma peça fundamental no desenvolvimento de Nick Foles e Carson Wentz. O ex-técnico de quarterbacks dos Eagles, John DeFilippo, será responsável pela coordenação da unidade ofensiva de Minnesota;

Além do novo quarterback, a unidade tem como destaques os running backs Latavius Murray e Dalvin Cook (este recuperado de lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo), os wide receivers Stefon Diggs e Adam Thielen, que juntos combinaram para 155 recepções, 2.125 jardas e 12 touchdowns em 2017, e o tight end Kyle Rudolph. A proteção a Cousins ganha peso com o left tackle Riley Reiff, outro free agent adquirido pela franquia.

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Já a defesa, que liderou a liga em pontos (15.8) e jardas (275.9) cedidas até a eliminação para os Eagles, ganhou mais reforços. Se era qualificada com Danielle Hunter, Everson Griffen e Linval Joseph, ela teve um upgrade com o defensive tackle Sheldon Richardson. Isso sem contar nas permanências do safety Harrison Smith e do cornerback Xavier Rhodes na secundária.

Pontos fracos

Após perder poucas peças devido a lesões durante a temporada passada, o Minnesota Vikings confia em um plantel de jogadores saudáveis para fazer frente aos rivais da competitiva Conferência Nacional. Mas, se isso não acontecer, principalmente no que se diz respeito a parte da linha ofensiva que protegerá Kirk Cousins, a franquia terá muitas dificuldades.

Com um calendário complicado, o Minnesota Vikings será testado durante todo o ano. Além dos jogos de divisão contra o Packers, de um Aaron Rodgers que lutará para recuperar a velha forma o quanto antes, os Vikings terão jogos fora de casa contra o New England Patriots e Seattle Seahawks, e um New Orleans Saints engasgado pela derrota nos playoffs.

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Mas o momento chave da equipe – para o bem ou para o mal – ocorre logo nas primeiras cinco semanas. Isso porque Cousins e companhia terão pela frente o seguinte: Green Bay Packers, Los Angeles Rams e Philadelphia Eagles. Se passar invicto, o que é possível, Minnesota terá dado um importante passo rumo a pós-temporada.




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