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Leitura Rápida: Com sólido ataque, franquia da Louisiana ganha crédito nas casas de apostas após ver defesa crescer de produção em 2017


Depois de acabar com a seca de três temporadas sem ir aos playoffs e ficar por uma jogada do título da Conferência Nacional, o New Orleans Saints chega com bastante entusiasmo para a temporada que começará em setembro.

Liderados pelo quarterback Drew Brees, o running back Alvin Kamara, considerado o melhor calouro ofensivo do ano, e uma defesa que tem crescido de produção apesar do apagão no de Stefon Diggs, que deu a vitória ao Minnesota Vikings na final da NFC, a franquia da Louisiana é tida como uma das favoritas na NFC South. Além de Kamara, vale lembrar, os Saints tiveram também o calo

uro defensivo do ano em Marshon Lattimore (cornerback).

O título de divisão no ano passado foi um alívio aos torcedores da equipe de New Orleans, que havia terminado por três temporadas consecutivas com a fraca campanha de 7-9. Após 11-5 na temporada regular, sendo 11 vitórias nos últimos 14 jogos, a equipe voltou a vencer a divisão e retornar aos playoffs, quando superou no wild card o rival Carolina Panthers – terceira vitória contra os Panthers no ano.

Com a franquia comandada por Cam Newton e outra chefiada por Matt Ryan na mesma divisão, os Saints precisarão repetir a incrível marca do ano passado para ter chances em 2018. Mas se depender das casas de apostas de Las Vegas, o time dirigido por Sean Payton está no páreo para conseguir o bicampeonato divisional, já que a cotação de R$ 2,80 para cada real investido segundo o Oddsshark.com lidera a equipe entre todas as franquias da NFC South (Atlanta Falcons, Carolina Panthers e Tampa Bay Buccaneers).

As mesmas casas de apostas colocam o número de 9,5 como ponto de partida para as vitórias da franquia na temporada. A cotação mais confiável é para um ano acima de 9.5 vitórias, com R$ 1,80 de acordo com o Oddsshark.com. Isso só será possível se os Saints melhorarem seu desempenho na primeira parte da temporada em relação aos últimos quatro anos, já que a equipe vem de 1-3, 0-3, 0-3 e 0-2.

Quatro dos primeiros cinco são adversários que não devem fazer barulho em 2018 (Tampa Bay Buccaneers, Cleveland Browns, New York Giants e Washington), fato que deixa o time com a obrigação de vencer. Isso porque a sequência da NFL deve ser dura para Drew Brees e companhia, já que terão o Minnesota Vikings (Semana 8), Los Angeles Rams (Semana 9), Philadelphia Eagles (Semana 11) e Pittsburgh Steelers (Semana 16), além de dois confrontos na últimas três rodadas contra Panthers (Semana 15 e 17), que podem definir o rumo da equipe na divisão.

Pontos fortes

Apesar dos 39 anos nas “costas”, Drew Brees continua provando a cada temporada que “panela velha é que faz comida boa”. Após lançar para 4.334 jardas e 23 touchdowns e atingindo a maior porcentagem em passes completados (73%) de toda NFL em 2017, o quarterback segue mais afiado do que nunca. Indo para sua 14ª temporada no comando frente da franquia de New Orleans, o futuro Hall da Fama teve o contrato renovado recentemente. Serão mais dois anos de Drew Brees no estado da Louisiana, em acordo de 50 milhões de dólares, sendo 27 milhões garantidos.

Com o camisa 9 pronto para liderar a unidade ofensiva, os Saints confiam em mais uma temporada espetacular de Alvin Kamara para levar a franquia aos playoffs. Com o seu parceiro de corridas Mark Ingram suspenso dos primeiros quatro jogos da temporada por violar a política de substâncias controladas da liga (doping), o segundanista terá a responsabilidade ao lado do wide Michael Thomas – após a saída de Willie Snead – de ser o principal alvo do quarterback. Ele vem de um 2017 com 14 touchdowns na temporada regular e mais dois na pós-temporada. A média de jardas (6.1) por corrida do produto da Universidade do Tennessee foi a maior entre todos da posição da NFL com ao menos 120 tentativas. Para se ter ideia, isso foi mais do que Joe Flacco, um quarterback, teve de jardas por passe.

Outro fator que faz o New Orleans Saints brigar pelo título da NFC South e ser um candidato ao título da Conferência Nacional é a evolução da unidade defensiva. Considerada uma dor de cabeça da equipe dirigida por Sean Payton no passado, a defesa teve sua produção tonificada na temporada passada.

De 31º em eficiência entre todos os times da liga em 2016, a 8º no geral em 2017, o setor tem tudo para manter o alto nível. Com Cameron Jordan, Alex Okafor, Marshon Lattimore (Calouro Defensivo do Ano), Trey Hendrickson e as aquisições do cornerback campeão pelo Philadelphia Eagles, Patrick Robinson, do linebacker Demario Davis e do safety Kurt Coleman, os Black and Gold terão um ano que promete.

Pontos fracos

Ao mesmo tempo que a extensão de contrato de Drew Brees trouxe alívio à franquia, a falta de um backup é a principal preocupação da torcida do Saints. Imagine só se o camisa 9 se machucar. Quem irá entrar? O primeiro da lista é Taysom Hill, que nunca teve um snap na temporada regular. Há ainda Tom Savage, que em sete jogos com o Houston Texans em 2017 teve números pífios, e J.T. Barrett, que sequer foi draftado.

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Outra situação que gera desconforto na equipe e que pode derrubá-la na temporada é a frequência de jogadores na enfermaria no histórico recente. Isso porque a franquia não anda como uma energia nada boa quando o assunto é prevenção de lesões. Benjamin Watson retorna ao Saints para preencher a posição de tight end, que nunca teve um “dono” desde a saída de Jimmy Graham.

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Já o wide Cameron Meredith, contratado junto ao Chicago Bears, vem de lesões seguidas no ACL e MCL. A lista se estende a Andrus Peat, que quebrou a fíbula durante o wild card com o Carolina Panthers, Alex Okafor, recuperado de lesão no tendão de Aquiles, e até o calouro Marcus Davenport, com lesão no dedo.

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Davenport, aliás, é a grande esperança para melhorar os números do time em pressão ao quarterback adversário. Cameron Jordan por anos jogou sozinho e é difícil ir longe na pós-temporada sem um pass rush acima da média. O grande problema é que Davenport é bem cru em técnica – embora seja um fenômeno atlético. Os Saints acreditaram nele e Marcus precisa mostrar produção o quanto antes para compensar o alto investimento no Draft, quando New Orleans subiu para cima em troca.




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