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Nota do editor: Voltamos com mais uma encarnação desta coluna. Ela já teve muitas versões em The Concussion/ProFootball e, atendendo a pedidos, voltaremos com tudo o que você precisa saber sobre a NFL. O nome, que já foi usado antes, é um trocadilho com o que o quarterback deve fazer imediatamente após o snap (a primeira leitura da jogada, normalmente o recebedor principal designado) e pelo fato de que esperamos que esta seja sua primeira leitura a cada nova semana da NFL. A ideia aqui é escrever rios de palavras e publicar na terça-feira de manhã. Nesta semana, excepcionalmente, ela sai à noite na quarta – mas nas próximas semanas, espere esta coluna mais cedo, ok?

E xiste um termo, em inglês, sobre a segunda-feira posterior à Semana 1 da Temporada Regular da NFL: Overreaction Monday. Em bom português, seria algo como “A Segunda-Feira do Exagero”. Natural que aconteça, já que:

a) Estamos há seis meses sem NFL e qualquer coisa que acontece na Semana 1 parece que é para sempre
b) A Semana 1 proporciona mais jogos na TV do que o costume – dado que temos dois jogos na segunda para compensar a ausência de Monday Night Football na Semana 17.

Somando o primeiro quesito da saudade com a avalanche de jogos do segundo quesito, não poderia haver outra coisa senão o exagero. Normal: somos todos torcedores. Esporte, acima de tudo, é entretenimento e paixão; Natural que isso aconteça. De um lado, um time que venceu “bem” na Semana 1 tem torcedores se empolgando. Do outro, temos o caos absoluto e o pessimismo reinando. “Como meu time jogou assim depois de sete meses se preparando?!”.

Acontece que os resultados da Semana 1 não serão, automaticamente, tatuados na história da NFL. Eles são indícios do que pode acontecer ao longo da temporada. Nem ao céu, nem ao inferno: fato é que, da mesma forma que desempenhos de pré-temporada, a forma física de alguns atletas ainda não chegou ao nível adequado. Ademais, as novas peças ainda estão se entrosando em seus novos times. Dois bons exemplos são Brandin Cooks em New England e Terrelle Pryor em Washington.


N ada melhor do que o exemplo histórico para mostrar como o terreno pós-semana 1 não foi completamente nivelado e ainda não temos a força real dos times para o bem e para o mal. O primeiro jogo que comentei na TV foi Kansas City Chiefs e Tennessee Titans – semana 1 de 2014, a qual também foi a estreia de Cairo Santos. Naquele jogo, Cairo errou um field goal fácil. Normal, calouro. Hoje, é um dos dez melhores kickers da NFL.

Ainda naquele jogo, os Titans venceram e, na medida do possível, convenceram. Você se lembra quem era o quarterback de Tennessee naquele ano? Jake Locker. Hoje ele sequer está na NFL. No final do ano, aquela foi uma das duas vitórias dos Titans, que terminaram com a pior campanha da liga junto do Tampa Bay Buccaneers.

Ainda em 2014, os Patriots visitaram Miami e perderam para os Dolphins por 13 pontos. No final do ano, foram campeões. Eu poderia até ir mais longe com exemplos de 2014: os Cowboys, por exemplo, perderam para os 49ers que ainda tinham Jim Harbaugh no comando e haviam chegado na final da NFC meses anos. Dallas terminou o ano com 12-4 e San Francisco não foi para os playoffs, com Harbaugh sendo demitido ao final do ano. Da mesma forma, os 49ers venceram os Vikings na Semana 1 de 2015 – um Monday Night, jogo que comentei também. Na ocasião, eu avisei umas duzentas vezes para ninguém se empolgar. No fim das contas, San Francisco mais uma temporada melancólica no que seria a tendência pós-Harbaugh.

Claro, há exemplos contrários: às vezes o que acontece na Semana 1 de fato é o que se desenvolve ao longo do ano. Um bom exemplo é nosso mega “EMPOLGOU” com o Jacksonville Jaguars na temporada passada. Os Jaguars tiveram dificuldade de correr com a bola contra os Packers já na Semana 1 de 2016 – isso aconteceu o ano todo. Ainda na Semana 1 do ano passado. os Raiders meteram 35 pontos na primeira partida e Jack del Rio chamou uma conversão de dois pontos para virar o jogo em vez de tentar a prorrogação. Esse play calling agressivo acompanhou Oakland por toda a temporada.

Da mesma forma, a linha ofensiva de Carolina sofreu – mais uma vez – contra os Broncos e essa foi a tendência ao longo de toda a temporada. Mas, em contrapartida, os Falcons perderam para o Tampa Bay Buccaneers e marcaram apenas 24 pontos. Se, após a Semana 1 de 2016, você me dissesse que o time teria a maior média de pontos marcados na temporada inteira, dificilmente eu concordaria sem hesitar.

Entendem onde quero chegar? Um resultado da Semana 1 dificilmente é definitivo. Muitas vezes os treinadores estudam meses antes dessa primeira semana – pensando apenas em ter um start bom de temporada. Eles podem dedicar horas e horas para formular o plano de jogo perfeito – tal como Andy Reid fez contra os Patriots. Mas (ainda) não temos a certeza de que as coisas realmente serão como aconteceu no domingo. Para o bem e para o mal.

A Semana 2, sim, é um sinal mais forte – embora tenha havido algumas oportunidades na qual um time 0-2 chegou ao título, como o New England Patriots de 2001. Fato é que a temporada acabou de começar. Para mim, para você e para os jogadores também.

Aliás, o grande ponto é que isso não vale apenas para a NFL. Vale para a economia, para sua vida pessoal e até mesmo para sua vida romântica. As coisas não são resolvidas em 24 horas e dane-se o resto dos segundos no relógio.


10 Estatísticas da Semana:

  1. Contra a forte defesa do Seattle Seahawks, Aaron Rodgers passou para mais de 300 jardas e foi o 50º jogo que ele consegue isso na carreira.
  2. Antonio Brown viu a bola chegar em sua direção em 11 oportunidades contra os Browns. 11 recepções. É a quarta vez que isso acontece na carreira dele.
  3. Calais Campbell, que o Eduardo Miceli corretamente elegeu como melhor jogador defensivo da Semana 1, teve atuação fantástica contra os Texans. Foram 4 sacks – agora, o recorde da franquia.
  4. O ataque dos Giants pifou completamente, isso todo mundo percebeu. Foi a primeira partida do time sem touchdown desde a Semana 6 de 2014 – também derrota divisional, contra o Philadelphia Eagles.
  5. Com liminar na justiça comum, Ezekiel Elliott entrou em campo no domingo passado e marcou seu oitavo jogo com pelo menos 100 jardas corridas. Ele e LeSean McCoy são os que mais tiveram jogos assim nos dois últimos anos.
  6. De acordo com o ESPN Stats and Info, Russell Wilson foi pressionado em 44% dos snaps na partida de domingo contra o Seattle Seahawks. Que linha ofensiva horrível.
  7. Giorgio Tavecchio, substituto de Sebastian Janikowski na Semana 1 (fora por lesão nas costas), foi o primeiro kicker na história da NFL a marcar dois field goals de pelo menos 50 jardas. Incrível.
  8. 127 das 306 jardas passadas por Jared Goff foram através de play action. Sean McVay, durante toda a pré-temporada, indicou que esse seria o plano de jogo dos Rams para ajudar seu jovem quarterback. Foi o que aconteceu contra a (péssima) defesa dos Colts.
  9. O Philadelphia Eagles venceu (finalmente!) Washington e isso colocou fim a um tabu que durava cinco partidas. Era o tabu mais longo na rivalidade desde 1981-1984.
  10. Joe Haden, trocado dos Browns para os Steelers, venceu uma abertura de temporada pela primeira vez na vida. Não por acaso, pediu a bola do jogo.

Um pouco de college football

N o próximo final de semana, eu estarei mais focado na NFL no que diz respeito a transmissões. Isso não quer dizer que eu vou tocar o louco para o college football, claro. Até porque, numa Semana 3 cheia de confrontos bem mais ou menos, um deles merece destaque.

Lamar Jackson tomou uma grande piaba contra LSU na última bowl season. Sério, foi uma atuação pífia do líder de Louisville. Para quem não acompanha o College, Jackson já recebeu inúmeras comparações com Michael Vick e foi o grande vencedor do Heisman Trophy ano passado. O Heisman é MEIO QUE o MVP do college – com a diferença que fazer chover e ser pirotécnico é o mais importante.

Pois bem; Lamar está elegível para o próximo Draft, joga com cones na linha ofensiva e vem fazendo um bom trabalho aqui – até porque ele não tem defesa para ajudar também. Contra North Carolina na Semana 2, Jackson teve 525 jardas totais (correndo e passando) e seis touchdowns.

Agora o buraco é mais embaixo. No sábado, 21h (com transmissão da ESPN), Louisville pega Clemson – atual campeã nacional e bem acima nos rankings. Embora os Tigers de Clemson não tenham um quarterback que faz chover como os Cardinals de Louisville têm, a linha defensiva de Clemson é excelente – o miolo, com os defensive tackles, talvez é o melhor do país. Se estes conseguirem pressão e colapso no pocket, Jackson terá que se virar. Se Lamar continuar sendo pirotécnico, ele confirma o status de favorito ao Heisman neste ano e coloca Louisville – em caso de vitória ante Clemson – como potencial vencedora da conferência ACC. Por todos os lados, é um jogo que vale a pena você dar uma olhada.


Frase da Semana

“Chutaram nossos traseiros, crédito aos 49ers e ao técnico McVay”

Chuck Pagano, técnico do Indianapolis Colts que se esqueceu que McVay treina os Rams e foram eles que chutaram traseiros. Que fase.

Have a Day, Sam

E m algumas oportunidades, mencionei como Sam Bradford não foi o principal vilão do Minnesota Vikings e sua implosão de 5-0 para fora dos playoffs. Para começo de conversa, Bradford caiu de paraquedas em Minneapolis. Se você não lembra da história, eu refresco sua mente.

O Minnesota Vikings, com sua forte defesa, era franco-favorito para aprontar na NFC North e beliscar uma vaga nos playoffs. Em 2015, lembrando, o time ficou a uma Bruxa de Blair Walsh de vencer o Seattle Seahawks em casa. O problema é que o quarterback titular, Teddy Bridgewater, teve lesões sérias no joelho às vésperas da temporada começar. A saída para os Vikings foi buscar Bradford via troca.

Sam teve uma intertemporada um tanto quanto caótica em Philadelphia. Depois do time subir no Draft e escolher Carson Wentz com a segunda escolha geral, Bradford não atendeu telefonemas da comissão técnica, deu uma sumida básica e implodiu pontes com todo mundo do CT dos Eagles. A lesão de Bridgewater foi o que ele precisava para um recomeço.

Não que ele não tenha tido alguns. Outrora primeira escolha geral do Draft, Bradford nunca fez jus a ser o primeiro jogador escolhido no recrutamento. Lesões (e foram algumas) a parte, Sam sempre foi pintado como um quarterback mediano e olhe lá. Como a NFL é uma liga de quarterbacks, no primeiro sinal de implosão dos Vikings no ano passado, Sam foi apontado como o bode expiatório. Normal, ele é o líder do time. Mas quem assistiu aos jogos de Minnesota e acompanhou o boletim médico do time, percebeu que uma linha ofensiva que já não era genial, desmoronou ao longo do ano.

O jogo terrestre ajudou menos ainda. Os Vikings terminaram a temporada de 2016 como o time que pior correu com a bola: 3,2 jardas por carregada. Se corressem nas três seguidas toda vez, em média, seria punt em toda campanha. Como resultado óbvio, Bradford foi forçado a passar a bola mais do que deveria e contra defesas que sabiam que isso iria acontecer. Tendo cones como linha ofensiva, não poderia dar em outra.

Com a linha reformulada e um excelente jovem talento em Dalvin Cook, Bradford foi capaz de atear jogo contra a frágil (será? ainda é Semana 1, hehe) defesa dos Saints. Um dos principais pontos foi que Sam fez o que não costumava – até porque não tinha tempo no pocket para tanto. Ele passou em profundidade. 8-9 para 219 jardas e um touchdown em passes que viajaram pelo menos 15 jardas. A última vez que um quarterback dos Vikings fez isso? Brett Favre em 2009.

Não sabemos se o sucesso que Sam teve na Semana 1 vai se perdurar. A defesa de New Orleans não costuma ser barômetro para isso. Mas fato é que, no que ele pode fazer, fez muito bem. Outro exemplo: Bradford completou 9 passes de 10 tentados quando os Saints mandaram blitz – ou seja, cinco ou mais defensores indo para cima do quarterback.


Foto da Semana: Primeiro jogo no qual Dak Prescott não tem sombra de Tony Romo e é o rei, total e absoluto, do AT&T Stadium.

Trevor Siemian liderou como um quarterback deve fazer

Mais do que um simples passador, o quarterback tem que ir além. Foi o que aconteceu no Denver Broncos. Trevor Siemian, que teve inúmeros problemas na temporada passada quando enfrentava pressão no pocket – não que a linha ajudasse, mas… – mostrou-se um líder competente na última segunda-feira contra o Los Angeles Chargers no Monday Night Football.

Não é de hoje que os companheiros de equipe de Siemian falam sobre seu senso de liderança e como ele tem controle (no sentido positivo da expressão) do vestiário. Alguns se arriscam a fazer comparações – nesse sentido e tão somente nesse, claro – a Peyton Manning.

Um dos grandes trunfos de Siemian em relação a Paxton Lynch, como extensivamente falei neste texto, é o aspecto mental do jogo. Contra um pass rush nada amigável como o de Los Angeles – Joey Bosa e Melvin Ingram – Trevor se mostrou seguro ao longo de toda a partida. Claro: ter CJ Anderson de volta ajuda bastante. Mas méritos dele também.

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No ano passado, os adversários conseguiram constantemente pressionar Siemian com apenas quatro homens  – o resultado foi um festival de passes incompletos. Não assusta saber que os Chargers fizeram exatamente isso (mas com resultado diverso). Los Angeles mandou blitz apenas sete vezes nos primeiros 32 recuos de passe de Trevor. Ele foi bem. E, quando os Chargers resolveram ousar com blitz, Siemian castigou.

Ainda, o quarterback dos Broncos foi eficiente na red zone: 4 passes completos de cinco tentados – com dois touchdowns para Bennie Fowler. Nas 20 jardas finais do campo, onde o quarterback tem que ser mais eficiente do que cometer erros, Trevor ainda correu e dibrou Joey Bosa num belo touchdown terrestre. Era o jogo que ele precisava para sedimentar sedimentar a titularidade de vez.

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Primeira para 10: Dez coisas que acho após a Semana 1

1) A linha ofensiva do Seattle Seahawks é a pior da NFL. Isso não é exagero após a Semana 1. Ela é realmente muito fraca – e perdeu um dos Tackles titulares, George Fant, para lesão no joelho que lhe tirou da temporada.

2) A AFC West promete ser disputada até o fim neste ano. Como já esperávamos, na verdade. Apenas os Chargers perderam nesta semana e foi contra um time da própria divisão – os Broncos. Ah, e não foi sem suar: Los Angeles ficou a um field goal de Younghoe Koo de empatar a partida e termos prorrogação.

3) Eu não tenho maturidade com o nome Younghoe Koo. A 5ª série vive dentro de nós. E a pronúncia em coreano é essa mesma que você está pensando.

4) Ainda não é hora de pânico em Tennessee, mas o fraco desempenho terrestre contra o VENTO que é o corpo de linebackers dos Raiders… Bom, talvez seja hora de ligar o sinal amarelo.

5) Que bela gerência de cronômetro por parte de Oakland nessa partida. No último quarto, o time correu com a bola e dinamitou o relógio – os Titans sabiam disso e mesmo assim não conseguiram parar Marshawn Lynch e cia. Ah, e foi exatamente para essa função que os Raiders lhe tiraram da aposentadoria.

6) Dá para se preocupar com o ataque dos Giants, porque foi a coisa mais água com açúcar do mundo. Mas prefiro esperar Odell voltar e vermos o real estado das coisas. De toda forma, Ereck Flowers é horrível e NÃO HÁ jogo terrestre.

7) Ezekiel Elliott dificilmente cumpre a suspensão de seis jogos nesta temporada já que conseguiu o efeito suspensivo na justiça comum. Com ele e uma vitória contra Nova York na primeira semana, apaguemos tudo o que foi dito na pré-temporada quando considerávamos que Elliott ficaria fora de quase metade da temporada. Dallas já pode ser considerado favorito na NFC East de novo.

8) O front seven do Baltimore Ravens é lindo demais de se ver jogar. O time não tomou pontos contra o rival Cincinanti Bengals, forçou quatro interceptações em Andy Dalton, limitou Cincinnati a apenas 221 jardas… Foi um espetáculo. Arriscar ao endereçar apenas defesa no topo do draft é uma estratégia que pagou a conta na Semana 1.

9) Os Cardinals implodiram sem David Johnson após este sair no meio do terceiro quarto. Era nítido como o plano de jogo de Bruce Arians tinha Johnson como ponto focal. Kerwynn Williams entrou em seu lugar e não fez muita coisa – houve descidas curtas que David provavelmente teria convertido. Lembrando, Johnson fraturou o punho e ficará de fora de pelo menos dois meses.

10) O ataque dos Steelers demorou para engrenar contra o Cleveland Browns. No segundo tempo, Roethlisberger e cia fizeram o suficiente para vencer o jovem elenco de Cleveland. Mas não acredito ser hora para pânico – Le’Veon Bell esteve fora dos campos no mês passado durante sua mini-greve e está sem ritmo de jogo.

OFFTOPIC

Sempre que possível, escreverei sobre coisas que seja fora da caixa e fora da NFL como um todo. A pior coisa que existe ao ficar adulto é que você consegue um pouco mais de dinheiro para jogar videogame e…. Não tem tempo para tanto. É first world problem total, mas tá complicado!

O pouco tempo que tive para estar em contato com o assunto foi por meio de um excelente canal de YouTube chamado Ahoy. Stu Brown é o nome do mito supremo que produz o conteúdo do canal – ele edita, narra, cria as músicas, é incrível!

Como faz tudo sozinho, ele demora para postar – mas quando o faz, o resultado nunca desaponta. Stu fez um documentário sobre o Polybius, um jogo que supostamente provocou enjoos, mortes e caos no Oregon em 1981. É uma lenda urbana dos Arcades, momento no qual os videogames ainda tinham um preconceito gigante pelo resto da sociedade.

Não tem problema se você não é fluente em inglês, porque já fizeram legenda. O minidoc, de uma hora, é uma aula de jornalismo investigativo. Eu já assisti duas vezes e pretendo ver de novo hoje.

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Neste final de semana, comento Vikings/Steelers na ESPN Extra (14h) e 49ers/Seahawks na ESPN +. Até lá e, se você não me aguentar por tanto tempo, até a próxima semana!

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“RODAPE"