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Sempre que escrevo que tal jogador renovou ou assinou por “x anos e y milhões”, sinto que estou prestando um desserviço em termos de informação. A autocrítica faz todo sentido porque essa informação é enganosa. Claro: são os termos do contrato e geralmente são os primeiros a serem conhecidos da imprensa e, por conseguinte, do grande público. Mas não são os números verdadeiros do contrato. O caso de Mike Glennon –…