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Sem conquistar a AFC West desde 2009 e longe dos playoffs há quatro temporadas, Los Angeles tem a faca e o queijo na mão para encerrar estas sequências negativas em 2018. O time é bom e tem um potencial como há tempos não se via. Ademais, todos os outros rivais de divisão estão passando por algum tipo de reformulação: Broncos e Chiefs estrearão novos quarterbacks, enquanto os Raiders terão um novo head coach. A hora é agora para os Chargers, resta saber se eles não cometerão os mesmos erros que aniquilaram as ambições da franquia nos últimos anos.

Como foi a última temporada do Los Angeles Chargers?

Los Angeles viveu um 2017 no mínimo estranho. Em primeiro lugar, a equipe iniciou a temporada perdendo quatro vezes seguidas. Assim como em outras ocasiões, foram derrotas apertadas por uma posse de bola e de partir o coração dos fãs, causadas, em sua maioria, pelos próprios vacilos dos Chargers.

Por falar em fãs, vale fazer um parênteses e dizer que eles praticamente não existiram. A franquia não conseguiu cativar o público em seu primeiro ano pós-mudança para Los Angeles. Como resultado, o StubHub, casa temporária do time, esteve sempre vazio ou tomado pelos torcedores adversários, chegando ao ponto de ser uma situação vergonhosa para os Chargers e a própria NFL.

A partir do 0-4, contudo, começou uma reviravolta impressionante. Los Angeles venceu nove dos seus últimos 12 jogos e quase concretizou uma arrancada histórica aos playoffs. De fato, isso só não aconteceu devido à uma derrota chave diante dos Chiefs na semana 15, a qual tirou a possibilidade da franquia brigar pelo título divisional. Mesmo sem a vaga no mata-mata, a sequência de resultados positivos e boas atuações deixaram uma ótima impressão e encheram o time de expectativas para a temporada 2018.

Como foi a free agency do Los Angeles Chargers?

Chegaram: C Mike Pouncey (Dolphins); K Caleb Sturgis (Eagles); TE Virgil Green (Broncos); S Jaylen Watkins (Eagles); QB Geno Smith (Giants); TE Antonio Gates (reassinou)

Saíram: RB Kenneth Farrow; LB Mike Moore; K Nick Rose; DE Jerry Attaochu; S Tre Boston; WR Isaiah Burse; QB Kellen Clemens; TE Asante Cleveland; DT Kaleb Eulls; T Chris Hairston; DE Chris McCain; TE Sean McGrath; T Michael Ola; RB Branden Oliver; DT Tenny Palepol; C Matt Slauson; LB Korey Toomer; G Kenny Wiggins; RB Andre Williams

Foi uma free agency bastante discreta por parte dos Chargers, tanto em termos de chegadas quanto de saídas. A principal aquisição sem dúvida foi Mike Pouncey: o center três vezes eleito ao Pro Bowl chega para imediatamente assumir a titularidade, trazendo uma injeção de atleticismo e força nos bloqueios para o jogo terrestre. Pouncey já não é mais tão dominante como noício de carreira, mas ainda é um offensive lineman efetivo e representa um inquestionável upgrade na posição.

A segunda contratação mais relevante foi Caleb Sturgis. Los Angeles sofreu demais com seus kickers em 2018, inclusive perdendo jogos por conta de field goals desperdiçados, e precisa estabilizar de uma vez por todas a posição. O emprego estava sendo disputado com Roberto Aguayo, porém o chutador escolhido na segunda rodada de 2016 perdeu a competição. Sturgis foi bastante consistente com os Eagles até se machucar e ser substituído por Jake Elliott.

De resto, destaque para Geno Smith, que chega para ser reserva de Philip Rivers, e Virgil Green. O tight end nem de longe será tão produtivo no ataque aéreo como o lesionado Hunter Henry , porém tem valor como bloqueador e pode ajudar no estabelecimento do jogo terrestre.

Sobre as saídas, o safety Tre Boston talvez fizesse falta não fosse a seleção de Derwin James no Draft. Com uma reposição à altura, entretanto, o impacto da sua ausência será mitigado. Já Antonio Gates não iria ser uma baixa considerável não fosse pelo fato de Hunter Henry ter rompido os ligamentos do joelho em maio. Como o pior aconteceu, os Chargers reassinaram com o futuro membro do Hall da Fama aos 48 do segundo tempo, prorrogando a lendária parceira entre Rivers e Gates por mais um ano.

Como foi o Draft do Los Angeles Chargers?

Rodada 1, escolha 17: Derwin James, S, Florida State

Rodada 2, escolha 48: Uchenna Nwosu, LB, USC

Rodada 3, escolha 84: Justin Jones, DT, NC State

Rodada 4, escolha 119: Kyzir White, S, West Virginia

Rodada 5, escolha 155: Scott Quessenberry, C, UCLA

Rodada 6, escolha 191: Dylan Cantrell, WR, Texas Tech

Rodada 7, escolha 251: Justin Jackson, RB, Northwestern

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A franquia conseguiu um dos maiores steals de todo o recrutamento ao selecionar James com a 17ª pick geral. Cotado para sair até mesmo dentro do top 10, o versátil e atlético safety, o qual é visto como um possível “novo Kam Chancellor”, tem potencial para ser uma estrela e um diferencial entre os profissionais. James é um hard hitter que pode ficar no box punindo os running backs adversários, assim como também tem talento para atuar mais recuado patrulhando o fundo do campo. Além disso, conta com intangíveis como liderança e ética de trabalho. Obviamente ele precisará de ajustes para jogar na NFL e talvez comece na reserva, mas é inacreditável que tantos times o tenham esnobado.

Na sequência, três escolhas que acrescentam ainda mais profundidade à defesa de Los Angeles. Nwosu traz juventude e velocidade à posição de linebacker, podendo participar da rotação de pass rushers com Melvin Ingram e Joey Bosa. Jones, por sua vez, entrará no revezamento da linha defensiva e tentará melhorar a pífia defesa terrestre dos Chargers. Já Kyzir precisará suar muito para ir a campo com um grupo tão rico de .

O ataque só foi endereçado a partir da quinta rodada. Quessenberry trará profundidade à linha ofensiva e, quem sabe, possa ser desenvolvido em um futuro titular. Cantrell e Jackson, por outro lado, são meros nomes para compor elenco e brigar por um espaço na equipe de especialistas.

Análise da Tabela do Los Angeles Chargers

Casa: Chiefs, 49ers, Raiders, Titans, Broncos, Cardinals, Bengals e Ravens

Fora: Bills, Rams, Browns, Seahwaks, Raiders, Steelers, Chiefs e Broncos

Los Angeles abrirá a temporada recebendo sua maior pedra no sapato dos últimos anos: Kansas City. Ao todo, a franquia soma oito derrotas seguidas contra os Chiefs – isso mesmo, oito. É a chance perfeita de acabar com a freguesia e mostrar que eles são sim os favoritos ao título da AFC West.

Na sequência, porém, a tabela foi bastante amigável. Visitar Bills e Browns nas semanas 2 e 6 é um bom negócio, haja vista ambos não serem dois bichos papões da liga – tudo bem, Buffalo foi ao mata-mata em 2017, mas o quão assustador é um time que provavelmente terá A.J. McCarron under? 49ers e Raiders, em casa, nas semanas 4 e 5 também são confrontos ganháveis. O adversário mais complicado no primeiro terço do ano sem dúvida será os Rams – o “Los Angeles Bowl” ocorrerá na semana 3, fora de casa.

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O restante do calendário promete ser mais complicado, mas também nada fora do comum. Pittsburgh, fora de casa, é com certeza o duelo mais espinhoso. Por outro lado, o terço final do campeonato reserva partidas contra Cardinals e Bengals, duas equipes teoricamente não tão poderosas, na Califórnia.

O maior destaque negativo vai para o confronto contra os Titans. Por quê? Porque os Chargers “mandarão” o jogo diante de Tennessee em Londres. O grande problema em si não é nem a perda de mando de campo, afinal a falta de fãs em L.A. faz a equipe quase sempre jogar “fora de casa”. A questão é a viagem de 8.750 km e os oito fusos horários de diferença. Chega a beirar o absurdo a NFL obrigar um time da Califórnia a jogar na Europa.

O que esperar do ataque do Los Angeles Chargers em 2018?

Prováveis titulares: Philip Rivers, Melvin Gordon, Derek Watt, Keenan Allen, Tyrell Williams, Virgil Green, Russell Okung, Dan Feeney, Mike Pouncey, Michael Schofield, Joe Barksdale

Em primeiro lugar, a expectativa é que seja um ataque com um viés muito mais aéreo do que terrestre. Foi o que deu certo e possibilitou a reviravolta de 2017, então não tem porque mudar. E não somos nós que estamos dizendo isso, são as estatísticas.

Segundo levantamento do site de análises Sharp Football, Los Angeles correu em 60% das primeiras descidas durante as semanas 1 e 8, quarta maior marca da liga. O índice de sucesso dessas jogadas (26%), porém, foi o terceiro pior da NFL, resultando em 2,9 jardas por tentativa de corrida e um record 3-5. Entre as semanas 9 e 16, por outro lado, a franquia passou a lançar a bola em 54% das vezes, o que trouxe um índice de sucesso de 57%, 7,6 jardas por tentativa de passe e um record 6-2.

Quando os Chargers deixaram de depender de Melvin Gordon e passaram a envolver mais Keenan Allen, Hunter Henry etc. no plano de jogo, o ataque engrenou e as vitórias apareceram. A explicação é simples: Philip Rivers não é bom em terceiras descidas longas. Ainda de acordo com o Sharp Football, ele é apenas o 16º em lançamentos realizados nessas circunstâncias. Já em passes feitos no first down, Rivers liderou a liga com um passer de 115.

Enfim, o head coach Anthony Lynn precisa abandonar o conservadorismo e chamar jogadas de passe na primeira descida, pois corridasúteis de uma, duas jardas significarão, provavelmente, terceiras descidas longas e dificuldades para seu quarterback. Gordon, aliás, embora seja uma máquina de touchdowns, deixa a desejar quando o assunto são avanços longos, tanto que até hoje possui uma média inferior a quatro jardas por carregada, um número bastante mediano. Melvin não é, por exemplo, um Todd Gurley, ou seja, alguém para carregar o ataque nas costas. Ele é mais um complemento, a cereja do bolo. Rivers ainda é a principal peça de toda a engrenagem ofensiva dos Chargers.

Pensando nas opções para o jogo aéreo, o signal caller está melhor servido do que a maioria dos outros quarterbacks da NFL. Sim, a lesão de Henry é uma baixa importante porque ele é um monstro nas 20 jardas finais do campo – 10 touchdowns recebidos na red nas últimas duas temporadas, melhor marca do time –, contudo pelo menos Antonio Gates retornou. Perto dos 40 anos de idade, o veterano certamente terá uma participação limitada no ataque, então não espere milagres, mas ter um alvo como ele é sempre uma notícia boa. Los Angeles foi esperto em trazê-lo de volta.

Todavia, é no quesito wide receivers que a franquia se destaca. Encabeçando o grupo temos Keenan Allen, que, depois de sofrer com muitas lesões, atuou pela primeira vez na carreira em 16 partidas na temporada passada, transformando-se no melhor recebedor da AFC não chamado Antonio Brown. Allen, por sinal, será um dos homens de confiança de Rivers na red, até porque ele já havia sido alvo de 24 lançamentos nas 20 jardas finais do campo em 2017, maior marca da NFL entre wide receivers.

Na sequência, vem o segundanista Mike Williams, o qual foi bastante discreto em seu ano de calouro muito por conta de uma lesão nas costas. Agora mais experiente e totalmente saudável, a expectativa é que ele seja uma parte maior do ataque. Por último, Tyrell Williams e Travis Benjamin completam o corpo de recebedores como as principais armas em profundidade. Isso sem contar os running backs Gordon e Austin Ekeler, que também podem contribuir no jogo aéreo.

Nas trincheiras, a previsão é de uma linha ofensiva mais encorpada com Pouncey e a estreia do right segundanista Forrest Lamp – em 2017, ele rompeu o ligamento do joelho durante a intertemporada e perdeu todo seu ano de calouro. De resto, a unidade terá de volta o left Russell Okung, o left Dan Feeney e o right Joe Barksdale – deste, quem mais preocupa pela falta de produtividade é Barksdale.

Não é exatamente a linha ofensiva mais temida do mundo, mas é uma unidade capaz, sobretudo na proteção para o passe. Não por acaso, Rivers foi o quarterback menos sackado da liga na temporada passada, indo ao chão apenas 18 vezes. A questão é se ela fará um trabalho melhor abrindo perimetrais para a corrida.

O que esperar da defesa do Los Angeles Chargers em 2018?

Prováveis titulares: Joey Bosa, Brandon Mebane, Darius Philon, Melvin Ingram, Jatavis Brown, Denzel Perryman, Kyle Emanuel, Casey Heyward, Trevor Williams, Jahleel Addae, Rayshawn Jenkins

Sem querer empolgar, mas já empolgando: o céu é o limite para a defesa de Los Angeles. Com exceção talvez de Jacksonville, não há um exemplo maior de juventude e qualidade do que o grupo dos Chargers.

A bateria antiaérea conta apenas com os defensive ends Joey Bosa e Melvin Ingram. Ambos combinaram para 23 sacks e são especialmente valiosos porque possibilitam que a equipe pressione o quarterback sem precisar mandar blizes toda hora. Hoje, você não encontrará uma dupla de pass rushers melhor e mais completa do que os dois em toda a NFL. Ademais, será interessante ver como a escolha de segunda rodada Uchenna Nwosu se encaixará nesta defesa, potencialmente sendo uma terceira opção de qualidade para derrubar os signal callers adversários – por ora, ele deve ficar mais em campo em formações alternativas ou jogadas óbvias de passe.

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Não bastasse isso, Los Angeles também tem uma profundidade de talento ridiculamente alta na posição de cornerback. São três atletas muito bons: Casey Hayward, Desmond King e Trevor Williams. Na verdade seriam quatro, mas Jason Verrett rompeu o tendão de Aquiles noício do Training Camp e mais uma vez ficará um longo tempo afastado dos gramados. Ele não jogará em 2018 e, possivelmente, está com os dias contados nos Chargers.

Hayward é um shutdown clássico, daqueles que seguem os melhores recebedores adversários por todo o lado. Após duas temporadas espetaculares em LA, por exemplo cedendo um rating de 58,6 ano passado, ele caminha para se tornar uma das maiores contratações de Free Agency da história. King, por sua vez, foi uma escolha de 5ª rodada em 2017 que se transformou instantaneamente em um ótimo slot. Trevor Williams, um calouro não-draftado em 2016, completará o trio titular.

A posição de safety é bem menos recheada de talento, porém não chega a ser frágil. Já falamos sobre Derwin James antes, então não vamos ser repetitivos. Ele iniciou os primeiros treinamentos da intertemporada atuando como strong, logo a tendência é ele ocupar este lugar no campo, mesmo que comece a temporada regular no banco de reservas. O calouro disputará posição com Adrian Phillips. Já o subestimado Jahleel Addae será o free. Rayshawn Jenkins completa a unidade como quarta opção. Salvo uma sucessão de lesões, é um conjunto que pode tranquilamente dar conta do recado.

Entretanto, se tudo vai às mil maravilhas na defesa aérea, não podemos dizer o mesmo no combate aos ataques terrestres. Este foi com sobras o ponto fraco dos Chargers em 2017. O time foi o segundo pior da NFL parando o jogo corrido, permitindo 131,1 jardas pelo chão em média por partida. Pouco adianta uma defesa contra o passe fenomenal se os oponentes passam por cima de você correndo com a bola.

O que eles fizeram para resolver o problema? Draftaram o defensive Justin Jones e o próprio Derwin James. Não parece muita coisa e realmente à primeira vista não é. Los Angeles provavelmente acredita que Denzel Perryman voltando de lesão será o suficiente para uma melhora significativa. Ele é o principal membro de um grupo de linebackers que não empolga, o qual inclui também nomes como Jatavis Brown, Kyle Emanuel e Hayes Pullard. A grande questão é que Perryman se machuca muito, então não dá para contar com ele atuando em todas as partidas da temporada.

No miolo da linha defensiva, os Charges dependem de veteranos como Corey Liuget e Brandon Mebane. O primeiro até está jogando bem, mas Mebane vem sendo uma imensa decepção depois de sair dos Seahawks em 2015. Talvez Jones traga vida nova ao corpo de defensive e deixe Mebane mais tempo fora de campo. Outro que também pode ganhar mais espaço no time é Darius Philon. Seja como for, Los Angeles precisa encontrar um jeito de parar os corredores adversários.

Nota de cada um dos grupos do time:

QB: 3/5 – RB: 3,5/5 – WR: 4,5/5 – TE: 2/5 – OL: 3/5

DT: 2,5/5 – DE: 5/5 – LB: 2/5 – CB: 4,5/5 – S: 3,5/5

A grande pergunta

Los Angeles enfim vai parar de dar tiros no próprio pé?

Os Chargers notabilizaram-se nos últimos anos por ser uma equipe capaz de perder jogos das maneiras mais criativas e inacreditáveis possíveis. Seja por um field goal desperdiçado, um erro mental, uma decisão ruim do técnico, um turnover bizarro etc., parece que algo sempre dá errado na hora decisiva – isso foi rotineiro sobretudo em 2016. E nem vamos entrar no mérito do azar com lesões, afinal uma epidemia de atletas machucados não costuma ser culpa da franquia.

Ano passado, por exemplo, Los Angeles só ficou de fora dos playoffs porque começou 0-4. Três dessas derrotas foram por três pontos ou menos, consequência direta da incompetência do saudoso kicker Younghoe Koo. Quer dizer então que um field goal desperdiçado na semana 1 pode fazer com que um time perca sua vaga nos playoffs? É claro que sim. É uma temporada de apenas 16 partidas, logo todo resultado é importante. Os Chargers precisam eliminar tais derrotas bobas se quiserem ir a algum lugar. Por exemplo, você não vê vacilos desse tipo com os Patriots, pelo menos não toda hora, por isso eles estão sempre no topo.

Cenário Ideal

Los Angeles volta de onde parou na temporada passada, ou seja, empilhando vitórias. O ataque aéreo continua em ótima forma, ajudado pela ascensão de Mike Williams. A linha ofensiva se torna mais consistente bloqueando para o jogo terrestre. Cada corrida de Melvin Gordon, agora, rende uma média de 4,5 ou cinco jardas. Do outro lado da bola, a defesa atinge todo o seu potencial e entra para o grupo das três melhores da NFL. Caleb Sturgis acerta mais field goals do que erra. A equipe é uma máquina em perfeito funcionamento, vence 13 partidas e briga para ter a melhor campanha da AFC.

Cenário Catastrófico

Sinceramente, a maior catástrofe que pode ocorrer com os Chargers é mais uma temporada dizimada por seguidas lesões de atletas importantes. Ou então eles não terem aprendido nada com as experiências traumáticas do passado e continuarem cometendo os mesmos erros de antes. Ainda assim, o talento geral do time asseguraria algumas vitórias. Neste cenário, sete ou oito triunfos, outro record medíocre e mais um ano longe dos playoffs seria o esperado.

Cenário Realista

Los Angeles possui a equipe mais talentosa da AFC West, o melhor quarterback e um calendário razoavelmente amigável. Ademais, todos os rivais de divisão estão passando por algum tipo de reformulação: Chiefs e Broncos terão novos signal callers, enquanto Oakland contará com um novo head coach. Os Chargers têm, no mínimo, a obrigação de brigar pelo título divisional. Não há desculpa. Se vão conseguir ganhar ou não é outra história, porém estão com a faca e o queijo na mão em 2018. Uma projeção de 10 ou 11 vitórias é bem realista.

Previsão

Campanha 11-5, 1º lugar da AFC West

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