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UCF sofre do mesmo mal da última temporada 

Invicta e fora dos na temporada anterior, UCF está traçando o mesmo caminho até aqui. Com 5 vitórias e nenhuma derrota, a universidade é a #10 segundo o ranking da NCAA. Será que teremos mais um ano com a confirmação do domínio de UCF sobre seus adversários e nem assim ter uma chance de jogar nos? A chance de acontecer novamente isso é grande.

Para os torcedores de Central Florida, há uma esperança maior nessa temporada, visto que na semana 7 da temporada passada, UCF estava ranqueada em 22º, comparado a 10º esse ano, ou seja, nessa temporada, já está passos a frente em relação a temporada passada – no ano passado, UCF só entrou no top 10 depois de fazer a sua última partida contra Auburn. De qualquer forma, a NCAA precisa aumentar a quantidade de times indo para os playoffs para oito times de forma urgente.

Ahmmon Richards tem o fim de sua carreira

Ahmmon Richards, wide de Miami, era um dos melhores prospectos de sua posição entrando na pré-temporada. Em qualquer ranking de top 10 de recebedores durante a inter temporada, seu nome estaria na lista – inclusive para alguns seria prospecto de primeira rodada. Na primeira semana, Richards machucou seu joelho contra LSU e desde então não jogou mais nenhuma partida, embora todos imaginassem que ele voltaria em breve. Infelizmente, na conferência após a vitória contra Florida State, o Mark Richt anunciou o fim da carreira do jogador por conta de uma lesão no pescoço. Richards deve conseguir viver uma vida normal, porém não conseguirá mais jogar futebol americano.

A notícia pegou todos de surpresa, e só mostra a importância dos jogadores universitários de poder receber salários por conta da situação perigosa que o jogador se coloca jogada após jogada. Ninguém sabe quando será a última jogada, já que sempre se estará correndo o risco de acontecer uma lesão tão grave quanto a de Ryan Shazier. A NCAA tem um seguro de saúde que cobre os gastos médicos, mas isso é muito pouco pelo tanto de retorno financeiro que os jogadores proporcionam.

Recentemente, os Longhorns reformaram o vestiário e gastaram 7 milhões de dólares apenas nisso, ou seja: dinheiro para pagar os jogadores a NCAA tem sim; pelo visto, isso não será mudado tão cedo. E a exploração dos jogadores, que estão com a sua saúde em jogo, continuará.

Texas is… back? (e Mike Stoops demitido)

O jogo maluco do fim de semana foi Oklahoma @ Texas. Um jogo digno de Big 12, com dois times pontuando muito e as duas defesas deixando a desejar. No segundo tempo, Sam Ehlinger anotou nos três primeiros drives, abrindo uma sonora vantagem de 45 a 24 e quase matando o jogo. Digo quase, porque Oklahoma conseguiu remar toda a desvantagem e empatou a partida depois de 21 pontos seguidos com ótima atuação do seu Kyler Murray. Quando todos achavam que o momentum tinha virado, Ehlinger posicionou o seu kicker para fazer o da vitória.

A derrota é um duro golpe nas intenções de para Oklahoma, que foi atacada justamente na sua maior fraqueza, a defesa. Para tentar reverter essa situação, Oklahoma demitiu o coordenador defensivo Mike Stoops – que vinha sido justamente criticado – e promoveu o assistente de e treinador de defensive Ruffin McNeill para o restante da temporada. Pensando pelo lado dos prospectos para o, Collin Johnson, wide dos Texas, teve mais um jogo acima da média e se coloca como um dos grandes nomes de sua posição.

Auburn dando adeus aos?

Auburn enfrentou o time subestimado de Mississippi State no fim de semana e se deu mal. A forte linha defensiva de MSU que possui Jeffery Simmons e Montez Sweat – ambos com possibilidade alta de serem escolhidos na primeira rodada do próximo – dominou a fraquíssima linha ofensiva de Auburn e colocou Stidham em constante pressão no jogo. Stidham, por sinal, tem sido uma decepção completa na temporada e definitivamente não deu o passo necessário de evolução.

Sabemos da competitividade para se conseguir uma vaga nos. Por isso, duas derrotas já colocam o time no limite da situação para jogar em janeiro: desde que os começaram em 2015, nenhum time com três derrotas conseguiu se classificar. Para evitar a sua terceira derrota, os Tigers terão que vencer Georgia e Alabama em novembro. A margem de erro já acabou e é muito improvável que saiam vencedores de ambos os confrontos.

Jogo da semana – Briga pela SEC: Georgia at LSU

Jogo de vida ou morte para LSU caso queira continuar sonhando com o título da SEC. Uma derrota contra Georgia praticamente tira as chances de jogar o SEC Championship Game, visto que Alabama deve continuar a sua dominância e garantir uma vaga no jogo que vale o título da conferência. Vendo pelo outro lado, Georgia ainda possui uma gordura para queimar e uma possível derrota ainda não tira suas chances de título.

Jogadores para ficar de olho de LSU para o: Nick Brossette (running back), Breiden Fehoko (defensive end), Rashard Lawrence (defensive), Devin White (linebacker), Greedy Williams (cornerback).

Jogadores para ficar de olho de Georgia para o: Elijah Holyfield (running back), Terry Godwin (wide), Mecole Hardman (wide), Riley Ridley (wide), Isaac Nauta (tight end), Lamont Gaillard (guard), Kendall Baker (guard), Tyler Clark (defensive), Jonathan Ledbetter (defensive end), J.R. Reed (safety), DeAndre Baker (cornerback).

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Iowa State e West Virginia #6 – Upset alert ligado

West Virginia é o sexto time colocado no ranking, mas não me passa confiança, a começar pelo fraquíssimo calendário que enfrentou até então e isso deve continuar até o final da temporada. A vitória no fim de semana contra Kansas Jayhwaks foi mais sofrida que o esperado: Will Grier sofreu quatro e se o time adversário fosse um pouco mais competitivo, o caldo poderia ter engrossado para West Virginia.

Dito isso, Iowa State vem jogado bem apesar das três derrotas (Iowa, Oklahoma e TCU) e venceu Oklahoma State no fim de semana. O favoritismo é de West Virginia, embora uma zebra nessa partida não me surpreenderia pelo que os times têm apresentado até aqui.

Jogada da semana – do Brees que quebrou o recorde de jardas aéreas

O Monday Night Football foi praticamente uma homenagem ao Drew Brees, visto que os Redskins não vieram para o jogo e foram completamente dominados. Na entrevista após a partida, a repórter perguntou para o Drew Brees como era o nome da jogada que originou o que quebrou o recorde de jardas aéreas. A sua resposta deixou alguns torcedores impressionados com o tamanho do nome da jogada. Fiz uma análise sobre esse lance e destrinchei a chamada no vídeo tática dessa semana. Confira abaixo: