Chegada de Flacco deve gerar corte de Keenum e por que ele parar nos Giants

Yup. Não é tão bizarro assim pensar isso.

O mercado de quarterbacks para a próxima free agency, a ser iniciada no meio do próximo mês, é um tanto quanto fraco. Fora Nick Foles – nome que, de certa forma, é incógnita longe de Doug Pederson e da magia de Cinderella nos Eagles – não há tantas opções e nenhum nome de mais impacto como Kirk Cousins foi no ano passado.

Isso pode mudar com a troca que aconteceu hoje.

O Denver Broncos trocou por Joe Flacco e agora o ex-Raven tem tudo para ser o titular na próxima temporada. Contratualmente, a exemplo do que acontece nos Eagles com Foles/Wentz, o teto salarial não aguenta dois quarterbacks. Assim sendo, conforme o ProFootball Talk antecipou, Keenum vira um nome interessante no mercado.

O melhor cenário para os Broncos é trocar Keenum. Isso resultaria em apenas 3 milhões de dólares de impacto na folha salarial em vez dos 10 milhões que o Spotrac reporta como peso em caso de corte. Três potenciais cenários se apresentam como destinos para essa troca: Miami Dolphins, Jacksonville Jaguars e o Washington Redskins.

Já há informações que os Dolphins devem seguir em frente quanto a Ryan Tannehill. Outrora escolha de primeira rodada, nunca fez jus ao investimento e já perdeu muito tempo por lesão. Washington ainda tem dúvidas sobre a volta de Alex Smith, que teve uma lesão grave ao final da temporada passada – assim, com o elenco redondo e então líder da NFC East antes da lesão de Alex, precisa de uma saída o quanto antes. Por fim, o titular dos Jaguars na semana 17 da temporada passada se chama Blake Bortles e essa frase é o bastante para justificar qualquer outro quarterback no time.

De toda forma, como Mike Florio bem lembrou no artigo do PFT, os Giants não podem ser descartados. Eli Manning há uns bons dois anos não é mais o quarterback que encheu os olhos em dois Super Bowls ou na sólida temporada de 2011. É mais do que claro que os Giants não devem contar mais com Eli para o médio e longo prazo. Primeiro pela idade e, sobretudo, pelo nível de jogo apresentado.



Keenum pode ser opção pela ligação dele com a atual comissão técnica de Nova York. O melhor ano (2017) da carreira do futuro ex-Bronco foi com o atual head coach dos Giants, Pat Shurmur, sendo-lhe coordenador ofensivo em Minnesota. Keenum tem a movimentação necessária no pocket para suplementar quaisquer mazelas que a linha ofensiva de Nova York dá a Eli Manning e que este não consegue fugir.

É um tiro longo, mas possível.

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