Quando o Denver Broncos selecionou Noah Fant na vigésima escolha do Draft de 2019, o torcedor da franquia do Colorado vibrou, afinal, o time enfrentou problemas na posição desde a saída de Peyton Manning; sim, desde a saída do quarterback. Enquanto ele esteve por lá, fez jogadores limitados como Julius Thomas, Owen Daniels e Virgil Green terem boas produções. De lá para cá, foram diversas tentativas no Draft com nomes como Jeff Heuerman, Jake Butt e Troy Fumagalli, entre outros que não deixaram de ser figurantes.
Fant prometia bastante por trazer um elemento em falta nos Broncos na posição: capacidade de esticar o campo no meio e ser um criador de confrontos favoráveis ao ataque. Sua velocidade é quase a de um wide receiver – seu tempo de 4,50 segundos no Combine evidencia isso – e o trabalho nas rotas é bem desenvolvido para um jogador universitário. Como Denver tinha Joe Flacco como titular no começo da temporada, a expectativa de bom desempenho era grande. O quarterback, que chegava do Baltimore Ravens, tinha grande histórico de utilização dos tight ends.





