Por mais que tenha lutado após a demissão de Dan Quinn, o Atlanta Falcons não teve forças para buscar uma corrida pelos playoffs. Com a derrota para o Los Angeles Chargers no estouro do relógio, a franquia da Georgia oficialmente deu adeus a qualquer chance de pós-temporada. Agora, a meta é arrumar a casa para os novo general manager e treinador que chegarão para 2021. Talento a equipe tem, mas já são três anos sem passar da fase regular.
Quais eram as expectativas do torcedor para 2020: com um time com bom nível de talento, a adição de peças defensivas no Draft, a expectativa era que a equipe competisse fortemente pelo menos por uma vaga de wild card. Jogando dentro de uma divisão dura, com adversários como New Orleans Saints e Tampa Bay Buccaneers, o torcedor acreditava que oscilações aconteceriam, mas que a franquia fosse competitiva até o fim.
Quais eram as nossas expectativas para 2020: era similar a do torcedor, principalmente pela quantidade de bons jogadores do elenco. Afinal, poucas equipes podem se dar ao luxo de começar uma temporada tendo nomes como Matt Ryan, Julio Jones, Calvin Ridley, Todd Gurley, Grady Jarrett e Deion Jones. Eram muitas peças de alto nível para que não se pensasse pelo menos em estar em campo em janeiro.
O que aconteceu: o começo de temporada foi lastimável. Após perder do Seattle Seahawks na semana 1 – num resultado normal – os Falcons tiveram por duas vezes vitórias nas mãos: contra Dallas Cowboys e Chicago Bears a equipe entrou no último quarto vencendo por duas posses e saiu derrotada. Os reveses seguintes, contra Green Bay Packers e Carolina Panthers fizeram com que a diretoria demitisse o general manager Thomas Dimitroff e o head coach Dan Quinn.
O então coordenador defensivo Raheem Morris foi promovido a treinador principal de forma interina e sinais de reação apareceram. Nas quatro semanas que sucederam à demissão, o time conseguiu 3 vitórias, inclusive uma surpreendente sobre o Minnesota Vikings. A defesa, que vinha tomando uma média de 33 pontos por partida, deu um salto de produção e reduziu esse número a 22. Porém, após a semana de folga, duas derrotas para o New Orleans Saints praticamente colocaram uma pá de cal nas chances dos Falcons, algo que viria acontecer na derrota já citada para os Chargers.





