Ao que tudo indica, uma novela se passará na intertemporada do Green Bay Packers. Se bem que talvez seja melhor chamar de spin-off – aquela série derivada da principal, mas que tem um personagem em comum como estrela. Afinal de contas, todos os burburinhos novamente giram em torno de Aaron Rodgers. Segundo o insider Adam Schefter, a franquia estaria disposta a renovar com seu quarterback e também com o recebedor Davante Adams, num ousado all-in nos moldes que o New Orleans Saints usou nas últimas temporadas de Drew Brees.
Pensando nisso, separamos 5 movimentos necessários para que a franquia de Green Bay possa arriscar e tentar buscar mais um troféu ainda com Rodgers atrás do center em 2022.
Reestruturar novamente o contrato de Rodgers
Se o objetivo é ter o camisa 12 novamente comandando o ataque, o melhor a fazer é reestruturar o contrato do quarterback, jogando parte deste dinheiro para frente e salvando quase US$ 13 milhões na folha salarial, cujo déficit estimado é de US$ 48 milhões em 2022. Caso isso aconteça, é bem provável que Green Bay tenha Rodgers na folha salarial mesmo em caso de eventual saída futura, exatamente como no modelo adotado pelos Saints com Brees: na próxima temporada ele ainda pesará US$ 11,5 milhões nas contas de New Orleans.
Contrato amigável com Davante Adams
Com Rodgers ficando, é mais fácil convencer seu wide receiver predileto de tentar mais um contrato. Uma opção interessante é fazer um contrato com bastante dinheiro garantido de 2023 em diante, fazendo com que o recebedor tenha pequeno impacto na folha de 2022, mas que mesmo assim se sinta prestigiado. Dessa forma, a equipe pode absorver o impacto e contar com o aumento do cap para as temporadas seguintes para ter seu principal recebedor de volta, mesmo com a atribulada situação financeira.





