Faltam apenas oito dias para o início do novo ano fiscal da NFL e, até lá, os times precisam se movimentar para estarem dentro do teto salarial. Com isso, estamos vendo uma porção de cortes e reestruturações de contrato para limpar um pouco da folha de pagamentos.
Reestruturar contratos e abrir espaço na folha salarial para se adequar ao teto já é difícil o suficiente, especialmente porque significa que o problema vai ser ainda pior no futuro – imagine então se você quiser se reforçar na free agency e precisar de mais espaço ainda para os novos contratados. Separamos 3 equipes que estão suando com relação ao teto de 2022 e explicamos onde eles podem abrir um pouco de dinheiro.
A título de nota, não incluímos o Green Bay Packers por dois motivos: já abordamos o caso específico do time aqui e a estrutura da renovação de contrato de Aaron Rodgers não está clara, então não haveria como fazer uma análise precisa.
New Orleans Saints
Quanto precisam limpar: 42,3 milhões de dólares
Ano passado, precisou de um malabarismo incrível de New Orleans pra se adequar ao teto salarial – jogadores importantes foram cortados, outros saíram na free agency e a profundidade do elenco foi bastante afetada, além de algumas reestruturações de contrato. Nesse ano, o panorama permanece difícil e novamente os Saints vão ter de sangrar um pouco – isso porque já reestruturaram os contratos de Michael Thomas e Ryam Ramczyk.
O corte de Bradley Roby sozinho abriria cerca de 9,5 milhões na folha salarial. Reestruturar os contratos de Cameron Jordan e Marshon Lattimore dariam quase 30 milhões a mais de espaço na folha salarial do time. Pra fechar a conta, o time poderia transformar o bônus de elenco de Taysom Hill em bônus de assinatura e dividir pelos anos seguintes, oficialmente estando abaixo do teto salarial – mas complicando os anos seguintes e isso sem renovar com nenhum free agent ou assinar com alguém.




