Parafraseando os Titãs, hoje vamos falar sobre a melhor classe de quarterbacks da história da última semana: em 2018 essa era a expectativa de muitos no Draft. Com muitos prospectos badalados, a expectativa é que saíssem do recrutamento nomes que dominassem a liga. Foram 5 selecionados na primeira rodada, algo que não tinha acontecido ainda no século. Contudo, o destino dos quarterbacks acabou sendo bem diferente. Sem mais delongas, vamos contar o que aconteceu e onde estão cada um deles.
Baker Mayfield
Escolha: 1°, selecionado pelo Cleveland Browns
Uma montanha-russa…mas que agora virou carrossel: essa é uma boa definição para a carreira de Baker Mayfield. Logo em seu primeiro ano empolgou, tirando o time de uma fila enorme de reveses. No ano seguinte, andou para trás, mas voltou a jogar bem com Kevin Stefanski em 2020, inclusive vencendo um jogo nos playoffs. Contundo, em 2021 suas limitações foram escancaradas e Cleveland resolveu jogar a toalha. Foi para o Carolina Panthers, não fez nada e no mesmo ano jogou pelo Los Angeles Rams, tendo sólida participação.
Em 2023, deve ser o titular do Tampa Bay Buccaneers, time que é sério candidato ao top-10 do próximo Draft.
Sam Darnold
Escolha: 4°, selecionado pelo New York Jets
Se Baker Mayfield teve um ou outro anos empolgantes, Sam Darnold foi tipo golfinho: de vez em quando aparecia, fazia uma graça, mas logo sumia. Foram 3 temporadas bem fracas pelos Jets, onde o jogador chegou a dizer que “viu fantasmas” num jogo contra o New England Patriots. Trocado para o Carolina Panthers em 2021, teve uma boa sequência inicial, mas logo despencou, virando reserva. Agora está no San Francisco 49ers, onde deve ser o terceiro QB.
Josh Allen
Escolha: 7°, selecionado pelo Buffalo Bills
O que este que vos escreve falou mal de Josh Allen naquele Draft não está no gibi. Considerado cru, Allen tinha as ferramentas técnicas, mas eu não apostava no salto e errei. É bem verdade que os Bills tiveram bastante paciência e um ótimo plano para o desenvolver. Nas duas primeiras temporada, Allen foi irregular, mas em 2020 ele explodiu, anotando pelo menos 35 touchdowns passados em todos os anos e se tornando um jogador top-3 da posição na liga.
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Josh Rosen
Escolha: 10°, selecionado pelo Arizona Cardinals
Dois times “tankando”: esse foram as primeiras experiências de Josh Rosen. Selecionado pelos Cardinals, jogou num dos piores times dos últimos anos, mas também não deu nenhum sinal que poderia ser um bom jogador na liga. Kliff Kingsbury chegou e o chutou para o Miami Dolphins, o substituindo por Kyler Murray. Em Miami, o time era tenebroso e o que restava de confiança em Rosen se esvaiu. De lá para cá, ele nunca mais começou um jogo, rodou por diversos practices squads e hoje está sem time.
Lamar Jackson
Escolha: 32°, selecionado pelo Baltimore Ravens
A última escolha da primeira rodada teve começo oscilante, após substituir Joe Flacco no meio da temporada. Já em 2019, ele explodiu se tornando MVP da temporada de forma unânime. 2020 mostrou uma queda, mas ainda assim Jackson jogou muito bem, mas não conseguiu levar o time até a final da AFC. Os dois últimos anos foram atribulados, com lesões e o camisa 8 num embate contratual com a franquia, chegando a receber a franchise tag. Contudo, agora ele recebeu o maior contrato da liga, um novo coordenador ofensivo (Todd Monken) e recebedores – Zay Flowers e Odell Beckham Jr -: é hora de retomar a curva pra cima.
It was a clinic every week during @lj_era8's 2019 MVP campaign. pic.twitter.com/8Egi1EITNz
— NFL (@NFL) July 2, 2022
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