5 momentos marcantes da temporada dos Seahawks

Selecionamos cinco momentos essenciais na caminhada de Seattle rumo ao Super Bowl. Situações especiais que marcaram o coração do torcedor.

Pode-se controlar a ansiedade revivendo as boas memórias? Por vezes, sim – por outras, posso aumentá-la involuntariamente. O torcedor do Seattle Seahawks não aguenta mais olhar o relógio até domingo, com a expectativa de ver seu time levantar a taça pela segunda vez na história.

Vamos então, acelerar o coração do torcedor. Relembraremos, aqui, cinco momentos marcantes da trajetória de Seattle até o Super Bowl. Situações especiais que fizeram importante parte nessa trajetória da franquia de volta ao grande palco do futebol americano – para ver os 5 momentos dos Patriots, clique aqui.

Chegada de Sam Darnold 

O primeiro ato marcante da temporada de Seattle aconteceu antes mesmo da bola rolar. A chegada de Darnold – questionada há alguns meses – foi o diferencial para a franquia chegar ao Super Bowl. Sam chegou precisando provar que sua jornada com o Minnesota Vikings não foi meramente uma “ilusão de um ano” e havia muita pressão sobre sua capacidade de performar nos grandes momentos.

Quase um ano depois, a aposta se pagou. Darnold foi um quarterback eficiente ao longo de todo o ano e cresceu nos playoffs, sendo essencial para a classificação ao grande palco. As especulações de que poderia ser um “seis por meia dúzia” ao ser um substituto de Geno Smith não poderia estar mais erradas.

A humilhação de Minnesota 

No retorno de Sam Darnold ao local que reviveu sua carreira, mas que também o preteriu por um jovem, o astro do jogo não foi o quarterback. A sua partida, inclusive, foi bem ruim. O destaque de Seattle foi uma atuação lendária de sua defesa, demonstrando quão facilmente ela poderia dominar seus adversários.

Minnesota não marcou um ponto sequer, Max Brosmer – substituindo um lesionado J. J. McCarthy – foi interceptado quatro vezes, sendo uma pick-6, e Aaron Jones ainda sofreu um fumble. Uma verdadeira humilhação que resultou no 26 x 0. Uma verdadeira odisseia defensiva que nos fez olhar para esse grupo com grande receio.

O ano de Jaxon Smith-Njigba

Aqui não se trata de um momento em si, mas de um acontecimento que redefiniu o ano da equipe. A ascensão do wide receiver foi fundamental para a performance de Sam Darnold e para consequente eficiência ofensiva de Seattle. Smith-Njigba tinha uma missão complexa de ser o receber primário da equipe após a saída de D. K. Metcalf.

Os números melhores viriam, mas a atenção redobrada das defesas também. Não foi nem de perto suficiente para anulá-lo ao longo do ano. Magistral corredor de rotas e dono de sincronia ímpar com o quarterback, ele postulou grandes atuações nos momentos mais importantes da temporada. Não à toa, é favorito ao prêmio de Jogador Ofensivo do Ano.

A virada improvável 

Semana 16, Thursday Night Football. O segundo ato dos duelos contra o Los Angeles Rams definiria, provavelmente o seed #1 da Conferência Nacional. Restando menos de 10 minutos para o fim do jogo, com Seattle perdendo por 16 pontos, Darnold é interceptado e o revés parecia sacramentado. Pouco mais de um minuto depois, Rashid Shaheed retornou um punt de 50 jardas para touchdown e inicia uma retomada que seria decidida na prorrogação – com direito a uma conversão de dois pontos bizarra de Zach Charbonnet.

Puka Nacua passou das 200 jardas, mas não foi o suficiente. Os Rams até marcaram o touchdown primeiro na prorrogação, todavia, Darnold rumou seu ataque até a end zone e finalizou o jogo com uma conversão de dois pontos. Um jogo que se tornaria essencial para o terceiro esse ato desse clássico, já que definiu a folga e o mando de campo na pós-temporada.

Seahawks x Rams, 3: O destino final 

O terceiro ato do clássico mais importante da NFL em 2025 não poderia ser mais especial. Final de Conferência, Lumen Field, com jogo definido na última posse. Dessa vez, porém, a defesa de Seattle não conseguiu manifestar sua presença e era necessário que Darnold elevasse seu nível de jogo na hora crucial da temporada da franquia.

Haveria nele sangue suficiente para isso? Sim. Darnold lidou com a pressão e fez seu time sair vitorioso. Do outro lado, Matthew Stafford também fez uma partida primorosa, porém, não foi o suficiente. O último ato desse clássico nos entregou tudo que merecíamos, especialmente com uma bela performance dos dois quarterbacks. Um penúltimo passo para deixar Seattle à beira da glória.

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