Power Ranking, AFC: Broncos absolutos na ponta

Começando neste ano em ProFootball, nosso PR será diferente: separamos os rankings por Conferência. Para quem não acompanhou a razão desta divisão entre conferências, a explicação está no primeiro texto da série. Faz muito mais sentido separarmos por Conferências, dado que a “chave” para os playoffs é separada e os times tem só 25% do calendário contra franquias da outra conferência. Vamos a esta semana após esta explicação-base que colocamos em toda semana sobre o porquê de nosso ranking ser separado por conferências.

Já tenho certeza que haverá chiadeira da torcida dos Patriots pelo fato deles não estarem liderando o ranking às vésperas do início de um novo Tom Brady’s Angry Revenge Tour. A questão é que não podemos ignorar como o Denver Broncos está jogando (sobretudo sua defesa, que na prática não tem os mesmos nomes do ano passado) e menos ainda quanto ao ataque dos Steelers contra os Chiefs (estes, outrora considerados força na conferência). Sim, é verdade que Pittsburgh perdeu para Philadelphia: mas foi um jogo no qual há menor importância justamente porque há menos partidas interconferência – logicamente as equipes não se preparam tanto quanto contra um confronto intraconferência. Ademais, com Brady ou sem Brady, os Patriots perderam “de zero” em casa pela primeira vez desde 1993.

Considerando todo esse contexto e sabendo que o ranking é retrospectivo e não prospectivo em sua base, não teria como as três primeiras colocações serem muito diferentes. Feita essa observação, o destaque positivo da semana é o Buffalo Bills. Ao que tudo indica, o que o médico receitou – isto é, demitir o coordenador ofensivo – funcionou e a equipe assumiu a segunda colocação da divisão. Ainda dá para sonhar com playoffs, por mais incrível que pudesse parecer após a Semana 2.

Do lado negativo das coisas, temos a ainda desfalcada defesa do Kansas City Chiefs, sem Justin Houston. Ben Roethlisberger fez o que quis no domingo a noite e, ao mesmo tempo, ficou ainda mais claro que o ataque de Kansas City (e Alex Smith) não tem poder de jogo para bater uma unidade ofensiva de alta octanagem fora de casa. Imagine se esse jogo fosse nos playoffs? Ah, já aconteceu – ano passado, no Divisional Round – e os Chiefs não conseguiram marcar pontos o suficiente para manter a partida disputada, fora de casa, contra New England.

Ainda do lado negativo da coisa, mais uma oportunidade jogada no lixo pelo Indianapolis Colts. Tá certo que a partida era em Londres, havia jet lag e os cacete – mas perder de um “quase-morto” Jaguars é para começar a sepultar qualquer chance de pós-temporada. Os Texans, que jogaram em casa sua primeira partida divisional do ano contra o Tennessee Titans, agradecem – Houston venceu e segue na frente em sua divisão.

Dito todo esse contexto, vamos time por time, em nosso power ranking da Conferência Americana. Lembrando que esta é a última semana antes de colocarmos as chances matemáticas de classificação. Há times subjetivamente eliminados ao meu ver (como os Browns). Objetivamente pela matemática, Cleveland tem apenas 4% de chance de playoff – mas sonhar ainda é um longo caminho, dado que o time tem pela frente a estreia em cartaz do Tom Brady’s Angry Revenge Tour – Part Deux na temporada 2016. Ouch.

  • Maior subida:
    • Buffalo Bills (+4)
  • Maior queda: 
    • Kansas City Chiefs (-4)
  • Subiram:
    • Broncos, Steelers, Raiders, Bengals, Texans, Bills, Titans
  • Caíram:
    • Patriots, Chiefs, Ravens, Colts, Chargers, Dolphins
  • Mantiveram-se na mesma posição em relação a semana passada:
    • Jets, Jaguars, Browns
  • Times de folga na última semana (Conferência Americana): Nenhum.

16. Cleveland Browns (0-4) –

Eles estão competindo e ainda não se entregaram. Ainda são o único time da NFL sem vitórias neste ano. Dá para criticar como sempre? Dá. Cleveland perdeu no finalzinho, como vem sendo história nas últimas semanas. Este jogo em especial era para ser a “vingança” de Robert Griffin III contra Washington. Nem em campo ele estava. E provavelmente não estará ano que vem. Os Browns vem se solidificando cada vez mais como uma das três primeiras escolhas no Draft 2017 – no qual um quarterback deve vir.

15. Jacksonville Jaguars (1-3) –

O London Jaguars está 2-0 e o Jacksonville Jaguars em casa está 4-6 nas últimas 12 partidas nas quais a franquia era a mandante. Hm. A vitória dos Jaguars neste último domingo de manhã veio como tantas outras (ou poucas outras, até porque não foram tantas assim, cmon): Allen Robinson e Allen Hurns dominaram a secundária de Indianapolis e a defesa em momentos situacionais (especialmente no final da partida) parou o quarterback adversário.

No Power Ranking da NFL.com, os Jaguars subiram SEIS posições. Ainda não estou preparado para tanto, até porque a equipe vai para a Bye Week agora. Depois, enfrenta os Bears e pode muito bem engatar um 2-3. Como as partidas contra Houston ainda não aconteceram, a divisão ainda pode ser alcançada, acredite ou não. Aliás, acredite sim. É a AFC South.

14. Miami Dolphins (1-3) -2

No início até parecia que a coisa ia andar. Aliás, no início não, porque esse calendário de Miami é facilmente o mais difícil da temporada se consideramos as primeiras quatro semanas. 3 equipes que foram aos playoffs, sendo New England e Seattle fora de casa. Eu já falei isso semana passada.

Mas uma hora não dá para dar essas desculpas tão somente. Novamente vou bater na tecla que o ataque é inepto em fazer campanhas mais longas. Isso faz com que a (boa, acredite) linha defensiva dos Dolphins perca qualquer poder de pass rush no segundo tempo por estar cansada. Sim, eu sei que é o mesmo discurso que fiz após a Semana 3, mas não é preguiça minha. Simplesmente é porque nada mudou. Quer outra estatística que mostra como o ataque não se sustenta em campo? Os Dolphins tem a pior % de conversão em terceiras descidas. A defesa não é ruim, mas o ataque concorre, sim, para ser um dos piores da liga. Ryan Tannehill não é tão ruim, mas a linha ofensiva é.

Os Dolphins agora têm quatro partidas seguidas em casa. Vamos ver se agora que as desculpas de calendário e partidas fora de casa acabaram, se poderemos ver os reais Dolphins de 2016 (ou se os reais eram esses das desculpas mesmo).

13. Tennessee Titans (1-3) +1

A moda pegou. Depois de Greg Roman ser demitido na semana 2, os Titans demitiram o coordenador de times especiais. Eu tento entender o que isso vai mudar no time (foi total bode expiatório porque os Texans retornaram um punt para touchdown).

Até porque Marcus Mariota não está no time de especialistas e mais uma vez vimos que ele não consegue evoluir nesse sistema “corra que a polícia vem aí” que Mike Murlakey bolou para o ataque da franquia. Dane-se que eles conseguiram 124 jardas pelo chão. Seu franchise quarterback, o responsável por ganhar jogos apertados, não está evoluindo. Quando se derem conta disso (13/29, outra péssima atuação do produto de Oregon), pode ser tarde demais.

12. New York Jets (1-3) –

Bom, depois daquele despenho bizarro de Ryan Fitzpatrick, eu oficialmente vim a público para dizer que poderia ser “algo isolado” e blablabla. Depois da partida de domingo, sendo contra a defesa de Seattle ou não, o fato é que Fitzpatrick lançou nove interceptações em um espaço de dois jogos – obrigado por jogar no lixo minha defesa. Tem quarterback de elite que não faz isso a temporada inteira.

Venho trazendo como dogma que “vencer a batalha dos turnovers” não é tão necessário para vencer partidas. E realmente não é: há casos nos quais a turnover margin é de “-1” e o time ganha sem problemas (muito porque executa bem na red zone). Mas quando temos um extremo – caso dos Jets – aí acaba pesando mesmo. Porque é como se no meio das campanhas houvesse um punt (o qual, já parou para pensar, é um turnover mitigado, não?). Quando você tem um grupo talentoso de running backs, um grande técnico defensivo, uma defesa com um pass rush sólido e mesmo assim entrega a paçoca, você é o problema. Sim, você mesmo Fitzpatrick.

11. San Diego Chargers (1-3) -1

Esse time poderia estar 4-0, empatado com os Broncos na liderança da divisão e impressionando a todos. Aparte do festival de lesões, os Chargers perderam todas as partidas até agora após estarem liderando no último quarto. No homecoming de Drew Brees a San Diego não foi diferente. É um clichê dizer isso, mas o jogo tem 60 minutos e os Chargers inexplicavelmente ficam perdidos nos 15 finais.

Se você quiser um bode expiatório para esta semana, é Travis Benjamin e seu fumble. Esse time não vem jogando para ser 1-3, é um time 3-1 na teoria. De verdade, eu gosto do futebol americano que San Diego vem apresentando (nos três primeiros quartos). Eu estive pensando o que poderia mudar essas derrotas no final do jogo.

Aí lembrei da derrota dos Panthers no domingo. Se você gravou o jogo e quiser lembrar, eu falei que derrotas no último quarto (Atlanta, eventualmente, o que não aconteceu porque Derek Anderson foi interceptado logo depois de eu falar isso) acontecem porque o time não tem pass rush. Com a fadiga acumulada (olá, Miami) durante os 3 primeiros quartos + a falta de talento e explosão natural no setor, o quarterback adversário faz o que quer no final do jogo e ganha a partida. Quando esse quarterback é Andrew Luck ou Drew Brees, aí você está em apuros.

Eu me pergunto como San Diego poderia resolver isso. Ah, pode. Mas Joey Bosa está machucado.

10. Indianapolis Colts (1-3) -2

Oficialmente desisto de bancar o Indianapolis Colts neste ranking. Vai todo mundo ficar falando que eu passo a mão na cabeça de Andrew Luck, mas tipo, como o cara vai fazer alguma coisa se é o (literalmente) quarterback mais sackado da liga, se o time não tem pass rush e menos ainda secundária? Já são 15 sacks desde o início da temporada e não é como se San Diego e Jacksonville fossem potência no setor.

Ademais, desde 2012 o time não tem um corredor para mais de 100 jardas. Essa era para ser uma estatística obscura, mas de tanto que repetimos em transmissões, textos e em grupos de Whatsapp, virou um mantra para mostrar como esse time de Indianapolis tem buraco para todo lado.

9. Buffalo Bills (2-2) +4

Junto dos Rams na Conferência Nacional, os Bills são o time em ascensão para o restante da temporada 2016. Quem diria, han? Aliás, os dois se enfrentam neste domingo – quem sobreviver fica bem postado em sua divisão e eventualmente para Wild Card em suas respectivas conferências.

Revendo o feito de Buffalo nas últimas duas semanas: a franquia venceu dois times que muitos colocavam na final do no Super Bowl (Patriots Bradyless e Arizona). A defesa (especialmente Zach Brown) jogou bem e o jogo terrestre engatou. Vencer New England era até um pouco previsível – as partidas de Rex contra Belichick costumam ser seu Super Bowl a cada ano e ele com certeza passa a offseason inteira pensando nisso. Agora, viajar para Los Angeles na outra ponta do país para jogar contra uma linha defensiva que não deve deixar seu jogo terrestre engatar tão rápido – aí são outros quinhentos. Vejamos.

8. Kansas City Chiefs (2-2) -4

Sabe aquela maravilhosa expressão “pede para c* e sai?”. Sim, ela se aplica aqui. A semana de folga (bye week) dos Chiefs não poderia vir em melhor hora.

A ESPN.com trouxe uma estatística que só confirma uma teoria que tenho há muito tempo: muito por conta de ser um técnico de West Coast Offense (passes curtos e toneladas de jardas após a recepção), Andy Reid tem uma certa má vontade com o jogo terrestre.

Ele por vezes (sobretudo no último quarto) prefere passar curto a correr com a bola. Quando você tem Alex Smith de quarterback, acho que até faz sentido. Mas não quando você tem um ataque que é enviesado, montado, no jogo terrestre. Mesmo com Jamaal Charles de volta no “comitê” terrestre, os Chiefs ainda estão passando em 70% dos snaps e correndo só em 30%. E não é como se fosse um time 0-4 que teve que passar em todos os últimos períodos para recuperar um jogo. Algo tem que ser pensado quanto a isso.


7. Houston Texans (3-1) +2

Eu ainda não confio tanto nesse time quanto você pode achar que ele vale por conta da campanha. Não se esqueça do mantra-do-pass-rush que eu usei como temática em todo este texto. Será que a ausência de J.J Watt numa eventual pós-temporada não iria comprometer? A secundária está sendo eficiente. Mas se com ele os Texans nunca foram longe em janeiro, sem ele ainda tenho minhas dúvidas.

Desconfianças no futuro a parte, os Texans fizeram a lição de casa e bateram no que outrora era considerado o pior time da divisão. A boa notícia é que DeAndre Hopkins não é a única andorinha desse ataque como no ano passado. Will Fuller, calouro, vem tendo atuações acima da média e nesta semana mostrou seu poder como retornador.

6. Baltimore Ravens (3-1) -1

E finalmente tivemos nosso “tira-teima” da campanha invicta de Baltimore. O jogo terrestre engatou que é uma beleza – algo necessário para o personnel que os Ravens têm – e Terrance West produziu 113 jardas pelo chão. A defesa até que segurou se formos considerar que a derrota foi por apenas para um ponto para o potente ataque de Oakland.

O problema, como era previsto por mim antes da temporada, foi o pass rushÉ, eu estou falando isso de novo. Mas não é minha culpa! A atuação magistral de Derek Carr para vencer a partida não é coincidência com o fato de que ele não foi sackado nenhuma vez. Temos de contextualizar que a linha de Oakland é uma das melhores da liga, mas ao mesmo tempo temos que contextualizar que a idade para os pass rushers de Baltimore pode ser um problema nas vindouras partidas apertadas da AFC North. Domingo contra um adversário cujo ataque é potente nos mostrou isso. Ainda há quatro jogos contra Cincinnati e Pittsburgh, não nos esqueçamos.

5. Cincinnati Bengals (2-2) +2

A expectativa ainda é que Tyler Eifert volte em algum momento da temporada, mas não deve ser nesta próxima semana contra Dallas – dado que o tight end não treinou nesta quinta. Com ele, o ataque de Cincinnati fica diferente. As defesas acabam tendo que se preocupar com um alvo no meio e eventualmente ficam “soft” na marcação da corrida. Isso faz com que elas aconteçam e eventualmente o play action seja armado – e boom, A.J Green aparece.

Mesmo sem Eifert, foi mais ou menos o que aconteceu na semana passada contra os Dolphins. Ainda falando em lesões/suspensões, houve uma volta que ajudou esse time: Vontaze Burfict (por mais pamonha que ele tenha sido nos playoffs da temporada passada).

4. Oakland Raiders (3-1) +2

Sim, embora tenhamos errado bizonhamente com a previsão de Jacksonville surgindo como ameaça nesta temporada, acertamos com Oakland. É a primeira vez que a franquia tem um record de 3-1 desde 2002 – ano no qual foram para o Super Bowl, aliás.

Naquela temporada os Raiders tiveram o MVP da liga, o quarterback Rich Gannon. Ele estava em final de carreira. Agora, Derek Carr está apenas no início e, ao meu ver, já pode ser considerado o melhor de sua classe e o expoente entre os quarterbacks jovens da liga. A gente pode até pensar que ele não teve tantos números bons na semana passada contra Baltimore – foram, apenas 199 jardas passadas. Mas, novamente, precisamos de contexto: quando o jogo estava on the line, Carr deu uma tijolada para virar o jogo (66 jardas).

Aparte de Carr, a resiliência desse time é algo que impressiona num ponto em específico: são 3 vitórias fora de casa. A única derrota veio para Atlanta e seu potente ataque. Ao mesmo tempo, a defesa – que tomou uma sacolada de jardas contra os Falcons (os quais pareciam fracos mas não são) – vem melhorando a cada semana, não?

3. New England Patriots (3-1) -2

Ao início deste texto disse que esta terceira colocação é plenamente retrospectiva e não prospectiva. Ao menos uma coisa veio de bom da derrota para os Bills “de zero”: Agora ninguém mais vai falar a besteira “Tom Brady é produto de Bill Belichick”. Sim, ele é um jogador melhor por causa de Belichick – mas não só por isso.

É uma simbiose. Belichick nada fez com os Browns nas temporadas que lá esteve na década de 1990. Em 2000, seu primeiro ano como treinador patriota, teve 5-11 de campanha. No ano seguinte com Brady, 11-4 (Brady não jogou o primeiro jogo e entrou no meio do segundo, então 11-3 contextualizado). De toda sorte, méritos de Darth Belichick em levar esse time a 3-1 sem Anakin Brady. Agora o golden boy está de volta e é contra Cleveland. Ok. Esse jogo vai ser uma sacolada e a chance de colocarmos New England em primeiro do ranking é alta.

2. Pittsburgh Steelers (3-1) +1

Agora sim é um time que parecia aquele que prospectávamos antes da temporada começar. Vários playmakers no ataque, Le’Veon Bell de volta e Roethlisberger como um panzer no pocket. O alívio para a torcida é que a partida contra os Eagles (e seus três pontos totais) parecem ter sido um ponto fora da curva.

No domingo a noite, em horário nobre, veio tijoladas de 50 jardas de Roethlisberger e um passeio formidável. Não tem muito o que dizer aqui fora isto: desconsiderando o apagão digno de 7 a 1 contra Phily, este é o melhor ataque da NFL (ou ao menos o mais recheado de playmakers) e isso pode fazer a diferença nos playoffs.

1 Denver Broncos (4-0) +1

Wade Phillips, todo meu amor a você. O coordenador defensivo dos Broncos é uma figura extremamente desvalorizada e subestimada – muito porque foi mal como head coach. Mas como coordenador, é possível dizer que seja o melhor da NFL na atualidade. Mesmo com as perdas de Danny Trevathan e Malik Jackson, Denver ainda é o único time invicto da Conferência Americana. Justa a primeira posição, portanto. Não tem muito o que falar fora coisas boas. Da secundária, do pass rush, toda a unidade.

Agora vem a prova de fogo. Ataques ganham jogos e a defesa dos Broncos ganhou o campeonato. O melhor ataque da NFL em 2016, Atlanta, jogará contra a melhor defesa, Denver. Imperdível e tem tudo para ser a partida da semana.

Por Divisão

AFC East:

  1. New England Patriots (3-1)
  2. Buffalo Bills (2-2)
  3. New York Jets (1-3)
  4. Miami Dolphins (1-3)

AFC West:

  1. Denver Broncos (4-0)
  2. Oakland Raiders (3-1)
  3. Kansas City Chiefs (2-2)
  4. San Diego Chargers (1-3)

AFC North:

  1. Pittsburgh Steelers (3-1)
  2. Cincinnati Bengals (2-2)
  3. Baltimore Ravens (3-1)
  4. Cleveland Browns (0-4)

AFC South:

  1. Houston Texans (3-1)
  2. Indianapolis Colts (1-3)
  3. Tennessee Titans (1-3)
  4. Jacksonville Jaguars (1-3)

OBS: O ranking por divisão não necessariamente irá refletir a classificação “pura”, mas o ranking de força dentro de cada divisão (em função do ranking de força da conferência).

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