Depois de um ano decepcionante em vários aspectos, o Los Angeles Rams pode limpar a casa a partir da temporada 2020. Com um estádio novo para ser aberto e depois de perder a pós-temporada mesmo sendo o atual campeão da Conferência Nacional, Los Angeles tem uma potencial bomba para resolver: o contrato de Todd Gurley.
Um dos melhores running backs da NFL em 2018, Gurley sofreu com lesão no joelho e viu sua carga de carregadas diminuir já nos playoffs da referida temporada – a ponto de C.J. Anderson ter participação importante na campanha vencedora da NFC. Em 2019, por várias partidas vimos Gurley ter menos carregada do que deveria e do necessário para acontecer a ignição-play-action que por tabela ajuda Jared Goff.
Lindsay Thiry, reporter da ESPN americana que cobre a equipe da costa oeste, disse ontem que a troca de Gurley é uma possibilidade. A questão é: quem absorveria essa bomba contratual que os Rams armaram? Ainda, o próprio time teria que arcar com o dinheiro garantido desse contrato, tal como acontece quando um jogador é trocado.
Nesse sentido, assim seria o impacto para o time que recebesse o running back sem considerar os bônus de estar no elenco ou o dinheiro garantido que seria de responsabilidade dos Rams:
2020: 13 milhões
2021: 9 milhões
2022: 10 milhões
Parece pouco, mas 13 milhões para um running back que não sabemos se joga em alto nível ou não por conta de lesão que ninguém parece ao certo saber como está… Bem, os Rams vão ter que colocar umas escolhinhas de Draft aí para um time topar esse risco. Ian Rapoport, da NFL Network, foi mais conservador que a setorista dos Rams. Segundo ele, Sean McVay deve sentar com Gurley e conversar sobre possíveis decisões. Até mesmo um corte não estaria descartado – coisa que deixaria 25 milhões de dinheiro garantido presos na folha salarial do time.
Em março, Gurley receberia um bônus de estar no elenco – então, caso o corte venha ele deve acontecer antes disso, portanto. Seja como for, seria algo de impacto na NFL. Algum time apostaria nele? Como está o joelho? Esta pergunta é a que segue sendo a mais importante para o futuro de Gurley e dos próprios Rams caso ele siga em Los Angeles. Seja como for, onde há fumaça, costuma haver fogo.





