Dependendo da classe de cada Draft, a classe de jogadores de linha ofensiva acaba ficando mais valorizada na free agency. Afinal, ao contrário de outras posições, a linha ofensiva não tem um declínio acentuado após os 30 anos – pelo contrário, é frequente que jogadores da posição ainda rendam bastante nessa idade. Considerando que o primeiro contrato de free agent é na casa dos 28, há boas opções no mercado a cada ano.
O problema? Oferta e demanda. Os bons atletas da posição costumam demandar contratos BEM caros e não é garantia que em uma nova unidade é “ligar e funcionar”. Bom exemplo foi Trent Brown, laureado ao sair como offensive tackle de New England e que não teve o mesmo desempenho nos Raiders – inclusive voltando para os Patriots via troca nesta semana. Nate Solder, dos Patriots para os Giants, é outro bom exemplo de contratação que não deu certo.
PS: Já consideramos as franchise tags em Taylor Moton (OT, Panthers) e Brandon Scherff (OG, Washington).
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